quinta-feira, 11 de junho de 2026

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 206 - Por Luiz Domingues

Still da filmagem a mostrar a placa de identificação da Escola Estadual de segundo grau, Oswaldo Catalano, instituição de ensino na qual estudei em 1977, e que nesse mesmo ano o Boca do Céu participou do festival estudantil local, e ganhou o segundo lugar com a música "Revirada". Filmagem do documentário sobre o Boca do Céu. 10 de maio de 2026. Acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro

Fomos então para a zona leste de São Paulo a conversar animadamente nos dois carros que nos conduziram para cumprir essa etapa da produção do documentário.

Os dois pontos base que determinamos foram: a minha antiga residência na Rua Jacirendi, e a Escola Estadual de Segundo Grau Oswaldo Catalano. Nesse endereço eu habitei de fevereiro de 1977 a maio de 1981, portanto, ali vivi os anos do Boca do Céu com intensidade, e mais do que isso, a partir do segundo semestre de 1977, o quartinho da edícula ao fundo da casa, serviu como o local de ensaios da banda, desse período, até o final das suas atividades em abril de 1979.

Stills a mostrar a presença dos componentes antigos da banda ao lado e em frente à casa da Rua Jacirendi, número 167, no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Na primeira imagem, a casa em questão se encontra ao lado, a se tratar da fachada de tijolinhos. Na segunda, Wilton Rentero presta o seu depoimento ao lado da casa em questão, que reforço, é a casa de tijolinhos. E na terceira, Osvaldo Vicino, eu (Luiz Domingues), Laert Sarrumor e Wilton Rentero se posicionaram mais em frente à casa descrita. Filmagem do documentário sobre o Boca do Céu. 10 de maio de 2026. Acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro    

Obviamente que as lembranças acumuladas nessa residência foram muitas pela banda e ali fizemos depoimentos bem humorados, coletivamente, e houve um do Wilton Rentero, individual, pois foi ali que ele se apresentou como interessado para ingressar na banda, além do fato que ele também nutria muitas lembranças pessoais sobre os ensaios e reuniões que ali promovemos.

Além da chuva que nos acompanhou durante todo o domingo, tivemos um problema estrutural bem na hora de filmarmos em frente à minha antiga residência. Logo que ali chegamos, notamos que os atuais moradores dessa residência estavam presentes na sala de estar frontal e com a janela social e a janela da própria porta de entrada, inteiramente abertas. Ficamos inibidos para fazer filmagens ostensivamente ali na calçada imediatamente em frente, o que seria o ideal, é claro.

Dessa maneira, fizemos algumas tomadas a partir da casa ao lado e quando filmamos a casa do nº 167, de fato, foi em movimento, para não incomodar os seus moradores, tampouco lhes despertar alguma preocupação com o fato de haver estranhos a filmar ali e sob chuva, em pleno domingo e em meio a uma rua predominantemente residencial, portanto, tal ato poderia gerar estranheza pela nossa ação inusitada à sua percepção, muito possivelmente.  

Bem, apesar dessas dificuldades, conseguimos filmar e se não foi exatamente o ideal para os nossos propósitos, acho que serviu para compor no documentário. 

Placa de identificação da Escola Estadual de Segundo Grau Oswaldo Catalano, no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo e na segunda imagem, o emblema da escola no bolso do avental que eu usava quando fui aluno dessa instituição entre 1977 e 1979 e devidamente preservado, o levei especialmente para compor como figurino no documentário. Filmagem do documentário sobre o Boca do Céu. 10 der maio de 2026. Acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro

Fomos então para a última etapa da filmagem, quando nos aproximamos da fachada da Escola Estadual de Segundo Grau, Oswaldo Catalano, escola essa na qual estudei entre 1977 e 1979 e a se mostrar importante para a história do Boca do Céu nos anos 1970, pelo fato de termos participado do festival estudantil promovido por essa instituição, em agosto de 1977, com o nome de "I Femoc", a se traduzir como: "festival estudantil de música Oswaldo Catalano". Como é bem sabido na minha autobiografia, ganhamos o segundo  lugar nessa disputa, através da música "Revirada" o que representou um impulso enorme para a nossa incipiente banda naquela ocasião.

Além da fachada da escola bem filmada, como houvera ocorrido com a escola na Vila Olímpia, fizemos também importantes depoimentos, principalmente a aludir ao fato de que participamos desse festival em questão, obtivemos o segundo lugar, em uma das eliminatórias houve um minuto de silêncio em respeito ao falecimento ao Elvis Presley ocorrido naqueles dias e outros pormenores. 

Mais um fato bom que relembramos, foi que saímos de uma das eliminatórias desse festival, diretamente para assistir o show de Joe Cocker no ginásio da Portuguesa de Desportes, ou seja, um acontecimento extraordinário para nós na época.

Mais um still focado no velho emblema da escola estadual de segundo grau Oswaldo Catalano. Filmagem do documentário do Boca do Céu. 10 de maio de 2026. Acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro 

Enfim, foram lembranças boas que exortamos nessa filmagem, a usar o muro externo dessa escola como cenário, também grafitado, aliás. 

Fechada essa etapa, sabíamos que muitas outras ações seriam empreendidas para a produção desse documentário e no dia seguinte, tivemos um dia histórico, pois estava marcada a última sessão de captura da música "No Mundo de Hoje", a se configurar como a última música a encerrar a gravação do disco. Que momento, cinquenta anos depois!

53) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 53 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/qEZ5qYr_PKI

54) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 54 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/bRFk_-Qicdg

55) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 55 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/QULYASeCZAY

56) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 56 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/g5AqXuvM-EU

57) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 57 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/4B3tQH6c-rQ

58) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 58 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/Ye0laWXTJ3Y

59) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 59 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/4peuEwFdeRk

60) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 60 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/4iNiKJQnZgM

61) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 61 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/FSoy0frTdS4

62) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 62 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/_MixpHN3buk

63) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 63 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/-hBO_bFG1vI

64) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 64 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/-hBO_bFG1vI

65) Material bruto da filmagem do documentário – Depoimento de Fran Sérpico – Vídeo 65 - 17 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Osvaldo Vicino

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/h1Uap7Djcdk

A antecipar um fato ocorrido alguns dias depois da última gravação, registro que Fran Sérpico gravou um depoimento carinhoso de sua parte, para ser anexado ao documentário, colhido pelo Osvaldo Vicino, em meio à sua festa de aniversário em 17 de maio de 2026. 

Continua...

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 205 - Por Luiz Domingues

As placas na foto acima, mostram o cruzamento da rua Inhambu com a avenida Pavão, no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, ou seja, o quarteirão onde morou Osvaldo Vicino nos anos 1970 e que serviu como sede da banda nos seus primórdios. Filmagem do documentário do Boca do Céu. Click, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro    

A próxima etapa dessa filmagem histórica se deu a poucos quarteirões da escola onde eu (Luiz Domingues) e Osvaldo estudamos e nos conhecemos em 1976, ou seja, na Rua Inhambu, no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, local da residência de Osvaldo Vicino nos anos 1970.

A fachada do prédio de apartamentos onde morou o Osvaldo permanecia inalterada na sua aparência a denotar que nenhuma transformação radical ocorrera, a não ser trabalhos sazonais de manutenção, certamente. 

Stills da filmagem, mostram a fachada do prédio onde Osvaldo Vicino morou nos anos setenta e nas imagens abaixo, vê-se a minha persona (Luiz Domingues), Osvaldo Vicino e Laert Sarrumor. Filmagem do documentário do Boca do Céu. 10 de maio de 2026. Stills da filmagem de Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro

Na porta de sua antiga residência, Osvaldo fez um depoimento emocionante e eu (Luiz) e Laert reforçamos a lembrar que ali naquele apartamento foram feitas as primeiras reuniões para organizar os passos iniciais da banda, além dos primeiros ensaios bem informais com o Osvaldo apenas a tocar violão ou guitarra desligada do amplificador.

Tempos desbravadores para os três, no sentido de que tirante o fato de que o Osvaldo tinha uma experiência com o instrumento, mas apenas a tocar em ambiente caseiro ou em festas informais e o Laert pela sua genialidade nata tinha composições criadas de maneira muito particular, sem apoio algum de instrumentos para lhe dar base harmônica, os três estavam a lidar pela primeira vez com a formação de uma banda, de fato, portanto, tudo era novidade e não havia amparo algum de apoio externo, a não ser a percepção empírica que nutríamos ao acompanhar o Rock e a música em geral como meros fãs e assim a deduzir caminhos possíveis para fazer parte da mesma cena que amávamos, ou seja, sermos abelhinhas aspirantes a participar da geleia geral.

Foi incrível estarmos ali na porta da residência do Osvaldo em 2026 e a relembrar tantas coisas que ali vivemos juntos, sobretudo sonhos, pois de concreto mesmo nessa fase de 1976, não tínhamos muita coisa em mãos a não ser a força de vontade, o pouco da instrumentação que o Osvaldo detinha nessa etapa e aí sim, a amostra da genialidade do Laert, algo que nos deu um impulso forte como um elemento de potencial para que entrássemos em 1977, com um passo adiante do que poderíamos dar no princípio, se o Laert não tivesse ingressado no grupo.

Na primeira foto, vê-se que a residência de Fran Sérpico não existe mais, mas a presença da frondosa árvore sinaliza que ali em frente, nos idos de 1977, ensaiamos muitas vezes, fizemos o nosso primeiro show e uma filmagem que hoje é um tesouro histórico para a banda. Na segunda foto, vê-se Laert Sarrumor, eu (Luiz Domingues), Osvaldo Vicino e Wilton Rentero. Filmagem do documentário sobre o Boca do Céu. 10 de maio de 2026. Clicks, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro 

Dali da rua Inhambu, a próxima etapa foi acessar o bairro vizinho do Campo Belo, para ilustrar os depoimentos com a antiga residência do Fran Sérpico, localizada na rua barão do Triunfo. Ali tínhamos as lembranças sobre os nossos ensaios, principalmente no início de 1977, já com caráter elétrico e amparados pelo fato de que eu (Luiz) e Fran havíamos evoluído o suficiente para pelo menos tocar de forma rudimentar. Também nos recordamos que ali realizamos o primeiro show da banda e que este também foi o primeiro da vida dos quatro membros originais, mesmo que tenha sido sob um caráter bastante informal, em meio à festa de aniversário do próprio Fran Sérpico, ou seja, no ambiente familiar de seus convidados.

Ainda sobre essa fase que empreendemos os nossos ensaios nesse endereço, lembramos de que nos tornamos um quinteto, com a entrada de Wilton Rentero, um músico que já ostentava um nível maior do que os quatro membros que já compunham a banda e isso logicamente deu mais impulso para o progresso do grupo. 

Outro fato interessante, foi que nessa residência, fizemos a clássica filmagem com película Super-8 a registrar imagens da banda, graças aos esforços empreendidos pelo então namorado da irmã do Osvaldo, Nelson Gravalos, hoje em dia, seu cunhado há décadas.

Entretanto, o imóvel em si havia sido demolido e no seu espaço, já havia o esqueleto de um prédio de apartamentos em fase de construção, porém, não cancelamos a visita apesar disso, pois resolvemos filmar os arredores, a placa da rua Barão do Triunfo no cruzamento com a avenida dos Bandeirantes e além do mais, nos apegamos à ideia de que uma árvore demarcava o local exato onde ficava a casa do Fran Sérpico, memória que o Osvaldo tinha forte na sua mente e assim nos auxiliou a demarcar o lugar na filmagem, de onde filmamos o depoimento, desta feita com maior participação do Wilton, que viveu muito essa fase conosco. 

Para encerrar essa etapa, o Laert propôs uma filmagem de dentro do carro, a filmarmos o percurso daquele quarteirão até a avenida Ibirapuera, onde também fomos a lembrar fatos pertinentes e ele dissertou sobre a sua revista artesanal que produzia nos anos 1970, "Sarrumorjovem" e como costumávamos sair dos ensaios da rua Barão do Triunfo e nos dirigíamos ao shopping em questão, para vender exemplares dessa citada revista de cartoons.

Encerrada essa etapa na zona sul, os próximos pontos cruciais que visitamos foram no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo.

42) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 42 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/UgKXr5GBNOY

43) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 43 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/8GBB68nkxzA

44) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 44 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/54u8CRyR8AQ

45) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 45 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/Q6CrvfucgXw

46) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 46 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/NCOd4aUNMxw

47) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 47 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/L8pJCXD0le8

48) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 48 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/0LEFOzIi6c4

49) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 49 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/fnxJVnvKCfA

50) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 50 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/mWE3WT3fvVE

51) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 51 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/ngTQyur03Vg


52) Material bruto da filmagem do documentário – Vídeo 52 - 10 de maio de 2026. Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/q8Tcw-JQc-Y

Continua...