segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Autobiografia na música - A Chave do Sol - Capítulo 448 - Por Luiz Domingues

E assim ocorreu, quando nos últimos dias de outubro de 2023, eu pude publicar uma extensa quantidade de vídeos, na verdade áudios com a utilização de um painel que eu mesmo criei, como imagem fixa no meu canal 2 de YouTube, a conter tudo o que eu preparei da fita 1, a compreender ensaios registrados entre 1982 e 1983. 

Lamentavelmente eu não encontrei nada a conter a voz da Verônica Luhr, que foi nossa cantora entre outubro de 1982 e abril de 1983. Eu adoraria encontrar, nem que fosse um mero trecho a cantar algum material autoral nosso, haja vista que o único registro que temos da atuação dela como componente da nossa banda, está registrado no CD bootleg "Ao Vivo em 1982/1983" (todas as faixas desse disco estão alojadas no YouTube), e neste caso a cantar músicas oriundas do repertório de artistas nacionais e internacionais em formato de "releitura", ou seja, algo que fazíamos na época para preencher tempo nos nossos shows nesses tempos iniciais, enquanto o nosso repertório autoral não era suficiente para cumprir toda a nossa necessidade em termos de apresentações que tivemos nesse período.

Sobre o material dessas fitas de ensaios, alguns trechos são absurdamente curtos, pois registra uma ideia bruta de um riff, convenção, solo, linha de baixo, teste de levada rítmica da bateria, enfim, são os típicos esforços de uma banda a buscar compor e arranjar o seu próprio material de criação.

Uma última ressalva que eu preciso fazer se dá no sentido de que tais fitas ficaram guardadas em armários fechados por muitos anos, portanto submetidas ao seu próprio desgaste físico inevitável. Eu considero até muito surpreendente que não tenham se deteriorado completamente e apenas alguns poucos trechos ficaram com a rotação alterada, ou seja, que sorte a minha, d'A Chave do Sol e de seus admiradores.

Os trechos mais críticos, eu suprimi, por realmente terem ficado sem condições técnicas de uso, mediante o áudio muito prejudicado, mas relacionei pelo menos dois trechos nessas más condições técnicas, por julgar que a rotação nesses casos, não estava inteiramente a prejudicar a audição e principalmente por avaliar que valeria a pena publicar, dadas as características raras dessas peças em específico e o quanto seriam importantes para reforçar o museu virtual da nossa banda. 

Claro, nestes casos há um alerta nas fichas técnicas respectivas publicadas no YouTube sobre a rotação alterada que gera um desconforto a mudar a tonalidade aleatoriamente e sugerir desafinação dos instrumentos.

Eis abaixo, a primeira lista de trechos de ensaios correspondentes ao material gravado em 1982:

1) Tema Blues - Ensaio 1982
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://youtu.be/RQ8KCGZi6hA

2) Tema Samba-Rock - Ensaio 1982
Eis o link para escutar no YouTube:
https://youtu.be/iyri6fM2AfI 

3) Riff Rock - Ensaio 1982
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://youtu.be/jijPCt2lj3c 

4) Convenção para qualquer música - Ensaio 1982
Eis o link para escutar no YouTube:
https://youtu.be/3fwBrSDqxnU 

5) Outra convenção para qualquer música - Ensaio 1982
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://youtu.be/CInPdgVrY3A 

6)  Tema com motivação Baião-Rock - Ensaio 1982
Eis o link para escutar no YouTube:
https://youtu.be/ZU5EWjN3hp8

7) Tema com teor Country-Rock - Ensaio 1982
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://youtu.be/hKV0hosCwdY 

8) Tema Rock - Ensaio 1982
Eis o link para escutar no YouTube:
https://youtu.be/sWZDTPoABaM

9) Tema Acid Blues - Ensaio 1982
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://youtu.be/AnfsAWIA8oA 

10) Convenção para qualquer música III - Ensaio 1982
Eis o link para escutar no YouTube:
https://youtu.be/qNJOevXWT6A 

11) Teste de batida de bateria - Ensaio 1982
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://youtu.be/hDxhCJF1_v8 

12) Riff de Rock III - Ensaio 1982
Eis o link para escutar no YouTube:
https://youtu.be/uZCFVf8deYc 

Continua...

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Autobiografia na música - A Chave do Sol - Capítulo 447 - Por Luiz Domingues

Dentro da previsão, eu ainda tinha muito material raro d'A Chave do Sol para disponibilizar ao público em geral e assim que tive um tempo hábil, debrucei-me na tarefa de recortar uma das fitas K7 das quais mantive comigo há mais de quarenta anos, a conter uma infinidade de fragmentos de ensaios, principalmente do período de 1982 e 1983, inicialmente e de fato, a conter raridades. 

Nessas fitas K7 citadas, eu encontrei trechos de jam-sessions, muitos fragmentos de ideias registradas com a intenção de se criar um banco de ideias para se coletar material a visar muitas funções diferentes para montarmos canções e tentativas de se polir trechos em específico, a se buscar a excelência musical.

Muitos desses riffs, ideias de levadas rítmicas ou sequências harmônicas, não foram aproveitadas para se criar novas músicas, a ficarem abandonadas como possibilidades. E houve também o caso de tentativa de construção de músicas inteiras, caso de "Vestido Branco",  cuja resolução foi alcançada, mas que lamentavelmente nenhuma cópia dessa canção foi preservada na sua íntegra. Portanto, como fiquei contente por pelo menos achar um trecho de sua construção bruta, para que haja uma pálida ideia, que seja, da sua existência para a história da nossa banda. 

Eu vou além e reafirmo que cortá-la do repertório foi um grande erro e neste caso faço o meu exercício de "mea culpa", pois eu forcei a mudança do repertório ao final de 1984, completamente iludido com notícias não comprovadas de que haveria oportunidade para bandas que professassem um outro tipo de sonoridade e no afã de adequar o nosso grupo para essa suposta realidade que abrir-nos-ia portas para avançarmos ao mundo mainstream da música profissional, eis que influenciei mal os meus companheiros na ocasião e assim, o rumo que adotamos logo a seguir não nos acrescentou nada e pior ainda, para nos livrar de estigmas adquiridos que foram inevitáveis nessa investida errônea, perdemos tempo e como agravante, a nos levar para uma terceira reformulação forçada em tempo recorde. Enfim, só estou a contextualizar, pois no meu primeiro livro autobiográfico, essas passagens estão descritas com muitos detalhes.

Em suma, hoje em dia eu me arrependo muito dessa guinada que demos ao final de 1984, e que por conseguinte, nos subtraiu muitas músicas com potencial artístico, casos de "Vestido Branco", Intenções", "Superstar", "Reflexões Desconexas", Utopia", "A Dança das Sombras", "No Reino do Absurdo", "Átila", entre outras, que foram sacadas do nosso repertório, não reaproveitadas jamais na história da banda e consequentemente sem registro nos discos que gravamos posteriores ao compacto de 1984.

Tudo bem que quase todas que eu citei acima são peças instrumentais baseadas nos trâmites do Jazz-Rock, portanto sem intenção Pop radiofônica, a nossa meta na época e isso ameniza a minha consciência, no sentido de que a escolha teve esse amparo de consenso entre os colegas, em prol de um sacrifício necessário.

No entanto, "Vestido Branco", "Superstar" e "Utopia" fugiam desse estereótipo da música anti-comercial. E se amenizada, até "Intenções" poderia se remodelada sem tantas partes e neste caso a ficar "quase" palatável nesses termos.

E sim, no caso de "Vestido Branco", além do caso da letra criada pelo poeta, Julio Revoredo, ter sido um raro caso de poesia de sua parte sem o seu hermetismo intelectual costumeiro, o fato é que a sua estrutura musical em termos de estilo, se baseara no melhor da Soul Music sessenta-setentista, ou seja, no meu caso em particular, a se tratar de um dos estilos que eu mais gosto desde sempre, sob o ponto de vista pessoal, portanto, tê-la suprimido foi um desprazer e o meu castigo "cármico" foi ficar sem uma versão completa dela, ainda que fosse uma audição pobre no tocante ao áudio, registrada em um ensaio, sem nenhum requinte de gravação.  

Para finalizar então esse meu lamento, eis que agora pelo menos eu tenho um esboço, com o registro de um momento no qual a banda esteve a compô-la em seu estado bruto, com todo mundo a errar, bem naquela fase de criação livre mediante jam-session e com o esqueleto da canção ainda super indefinido.

Melhor que nada, hoje em dia eu não reclamo, mas valorizo esse achado e a oportunidade de colocar esse áudio na internet via YouTube e quiçá, um dia lançá-lo como peça rara em um eventual disco com caráter "bootleg".

Continua...

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Documentário sobre os bastidores da gravação da música "1969" do Boca do Céu

Documentário sobre a gravação da música "1969" do grupo de Rock, Boca do Céu

Formada em 1976, na cidade de São Paulo, a banda teve as suas atividades encerradas no ano de 1979, sem gravar nenhum álbum na ocasião, ou qualquer outro registro sonoro que deixasse um legado para a posteridade. Quatro dos seus cinco componentes originais se reuniram em 2020 e resolveram resgatar o máximo de músicas compostas nos anos setenta e desse esforço, se resolveu lançar em 2023, uma música como single inicial para dar impulso ao projeto de se gravar um disco completo. 

Reunidos no estúdio Prismathias de São Paulo, a música "1969" foi gravada entre maio e julho de 2023 e o documentário finalizado em novembro de 2023. 

São vistos ao longo do documentário os depoimentos dos músicos da banda: Luiz Domingues, Osvaldo Vicino, Wilton Rentero e Laert Sarrumor. Dos músicos convidados: Carlinhos Machado, Rodrigo Hid, Renata "Tata" Martinelli, Cacá Lima, André Knobl e Beto Pizzulin. 

E do pessoal da produção, Danilo Gomes Santos (técnico responsável pela gravação, mixagem e masterização do áudio oficial da música, no estúdio Prismathias de São Paulo), Lincoln Baraccat (criador do clipe oficial de internet) e Moacir Barbosa de Lima "Moah", criador e realizador do documentário. 

Em sua parte final o documentário contém um clipe adicional da música na íntegra,, uma bela ilustração, com requintes psicodélicos que se soma ao esforço de divulgação da canção e do próprio documentário. Concebido, editado e dirigido por Moacir Barbosa de Lima ("Moah"), em nome da produtora "Bicho Raro". 

Eis o link para ver no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=7rSR2zWccVI

Boca do Céu: 

Osvaldo Vicino: Guitarra 

Luiz Domingues: Baixo 

Laert Sarrumor: Voz 

Wilton Rentero: Guitarra 

Músicos convidados: 

Carlinhos Machado: Bateria 

Rodrigo Hid: Teclados 

Cacá Lima: Backing vocals 

Renata "Tata" Martinelli: 

Backing vocals André Knobl: Saxofone – alto e tenor 

Beto Pizzulin: Trompete Música: "1969" (composta em 1977 e somente gravada em 2023) 

Autor: Laert Sarrumor Gravada entre maio e julho de 2023 no estúdio Prismathias de São Paulo 

Técnico de áudio (gravação, mixagem e masterização): Danilo Gomes Santos Clip da internet: Lincoln Baraccat - "The Uncle" Documentário de bastidores e clipe adicional (edição e efeitos): Moacir Barbosa de Lima ("Moah") - Produtora Bicho Raro 

Fotos e filmagens: Adelaide Giantomaso (Boca do Céu em 1977), Marcos Kishi (Boca do Céu na reunião de 2020), Moacir Barbosa de Lima ("Moah"), Marcia Oliveira, Wilton Rentero, Osvaldo Vicino, Carlinhos Machado e Luiz Domingues 

Filmagem do Boca do Céu em 1977 em Super-8: Nelson Gravalos Filmagem do reencontro de 2020: Fran Sérpico 

Produção geral: Boca do Céu e Danilo Gomes Santos Fotos e filmagens adicionais: fonte da internet 

Assista também o Clip oficial de Internet - por Lincoln Baraccat https://www.youtube.com/watch?v=dh4gm...

Visite e inscreva-se no canal do Boca do Céu no YouTube:

https://www.youtube.com/@bandabocadoceu

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 114 - Por Luiz Domingues

Depois de obtido o código ISRC da música, "1969", eis que se providenciou então o alojamento devido na plataforma Onerpm que distribuiu o link para as diversas plataformas existentes no mercado.

Ficou acertado então o dia 19 de setembro de 2023, como o dia do lançamento oficial nas plataformas. Mais do que um simples lançamento, para essa banda teve um significado monstruoso, no sentido de que entrou para a história como o dia do seu nascimento oficial para o mundo da música profissional, de fato, mesmo sob o eco de um atraso de quase cinco décadas. Que feito e que alegria sob múltiplos aspectos, no sentido de que representou a concretização de um sonho não realizado no preâmbulo da minha carreira, igualmente.

Que luxo impensável em 1976: nem sonhávamos com redes sociais, tampouco plataformas "streaming" e só havia o sonho de fazer a banda gravar e gerar história. Eis que conseguimos, em 2023!

Sim, no meu caso em particular, eu tive continuidade, toquei em bandas incríveis, com músicos de altíssimo gabarito, tive uma infinidade de alegrias, realizações, muitos discos para me orgulhar e já há muitos anos nutria uma lembrança de gratidão para com o Boca do Céu por ter sido o agente a propiciar meu primeiro impulso a me tirar da inércia para a música de verdade. Tanto que foi dessa forma que eu encerrei o meu relato sobre o Boca do Céu no primeiro livro autobiográfico, a fechar com a história da banda nos anos setenta e reconhecer o papel que o grupo teve na minha trajetória como um agente inicial e lúdico, ao mesmo tempo. 

Eis que no fim da vida, a oportunidade de resgatar a banda surgiu e enfim conseguimos gravar com nível profissional e lançar uma música, colocar a banda no mundo da música profissional e com direito ao reconhecimento midiático que a banda nunca teve nos anos setenta.

Em suma, foi para a banda, um momento de redenção. Para Osvaldo e Wilton que nunca haviam gravado, a realização do sonho e para eu e Laert, o reencontro com as nossas raízes. Em suma, foi um grande acontecimento, não restou dúvida.

E para dar uma mostra de que os tempos de obscuridade para essa banda já haviam passado, eis que os primeiros resultados midiáticos que eu mesmo empreendi mediante os meus contatos pessoais frutificaram de uma maneira magnífica! E nem deu para esperar o lançamento do dia 19 de setembro, via plataformas, pois logo eu fui avisado que no dia 18, dois programas de rádio anunciaram execução da canção.

E assim, estivemos escalados para participar do programa "Brasil Underground" durante o período da tarde na MKK Webradio e no mesmo dia e emissora, mais ao final da noite, no programa "Sampa Clipping"

Que incrível, antes mesmo da música estrear oficialmente, já tivemos duas execuções radiofônicas! Dias de glória para uma banda de garotos sonhadores nos anos setenta, que não conseguiu realizar tudo o que aspirou coletivamente, mas como diz o ditado popular: "nunca é tarde"...

Continua... 

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 113 - Por Luiz Domingies

Para encerrar o relato sobre a produção da música no estúdio, resta acrescentar que a cada prova da gravação, eu preparei um promo super informal a conter fotos ilustrativas da sessão correspondente e à medida que o trabalho avançou, fui a montar painéis no sentido de contar visualmente a história da gravação.

Quisera eu ter feito isso em todos os discos de bandas pelas quais atuei anteriormente, mas a minha ação virtual a filmar e fotografar e sobretudo a editar vídeos para o YouTube, só havia sido conquistada há pouco tempo, portanto, tirante a boa cobertura que eu tive a oportunidade de contribuir em relação ao CD "Cidade Fantasma" d'Os Kurandeiros, em 2021, foi com a gravação da canção "1969" do Boca do Céu em 2023, que eu pude exercer essa função como armazenador de material visual, para compor o texto da minha autobiografia, algo que eu já vinha a exercer desde 2011, apenas na forma da escrita, bem entendido. Portanto, a se tratar de um avanço para a composição desta autobiografia, e por conseguinte, da preservação da história desta e de qualquer outra banda da qual eu venha a fazer parte doravante. 

Eis abaixo, portanto, o restante de vídeos que eu editei para ajudar a ilustrar essa história da produção da música "1969", do Boca do Céu. E cabe acrescentar que conforme eu comentei com os colegas, por uma razão óbvia, a quantidade de material que conseguimos preservar da história da banda nos anos setenta ficou ínfima em relação ao que já arregimentáramos do reencontro de 2020 em diante, portanto, tirante a constatação lógica de que em 2023 a tecnologia para tal andava no bolso de qualquer pessoa, ou seja, em 1976, só sonhávamos com facilidades assim ao vermos filmes "Sci-Fi" futuristas, mas nesse instante isso foi a absoluta realidade.

1) Primeiro vídeo prova da gravação - 15/5/2023

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/qz85ngOO5pw

2) Segundo vídeo prova da gravação 17/5/2023

Eis o vídeo para ver no YouTube:

https://youtu.be/VLRVj1F4AvE

3) Terceiro vídeo prova de gravação  21/5/2023

Eis o vídeo para assistir no YouTube:

https://youtu.be/2bc25_oQFc0

4) Quarto vídeo prova de gravação 24/5/2023

Eis o link para ver no YouTube:

https://youtu.be/mMtLqiakWCQ

5) Quinto vídeo prova de gravação 31/5/2023

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/kfzV7_lb4_c

6) Sexto vídeo prova de gravação 31/5/2023

Eis o link para ver no YouTube:

https://youtu.be/ST4Ez4CtjBA 

7) Sétimo vídeo prova de gravação 31/5/2023

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/qes0MOrb2O4

8) Oitavo vídeo prova de gravação 31/5/2023

Eis o link para ver no YouTube: 

https://youtu.be/EO_v3cjd2Ik

9) Nono vídeo prova de gravação 3/7/2023

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/v3aN8TsDLtc

10) Décimo vídeo prova de gravação  6/7/2023

Eis o link para ver no YouTube:

https://youtu.be/ecG8yiLB5AQ

11) Décimo primeiro vídeo de gravação 17/7/2023

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/_WK451mEoh8

12) Décimo segundo vídeo de gravação 18/7/2023

Eis o link para ver no YouTube:

https://youtu.be/fl_haK2g6mg

13) Vídeo mosaico com a música "1969" a usar um mosaico desde o começo dos ensaios do grande resgate em 2020

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/fygXLdw3Ul0

14) Vídeo da música "1969" com as imagens da banda mediante o Super-8 de 1977

Eis o link para ver no YouTube:

https://youtu.be/3FXHii2sv5M

Tudo pronto, a ordem doravante foi divulgar ao máximo a ação da "pré-save" para que tivéssemos a melhor exposição possível para o lançamento da música "1969, do glorioso Boca do Céu, a minha primeira banda de carreira, finalmente a ter uma música oficialmente gravada e lançada no mercado da música profissional. Um motivo de orgulho e emoção para todos nós, os velhos componentes, outrora adolescentes dos anos setenta e nos dias de 2023, senhores sexagenários!

Continua...

terça-feira, 31 de outubro de 2023

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 112 - Por Luiz Domingues

Logo que encerrou-se a parte técnica da produção da canção "1969", eis que várias frentes foram criadas para podermos avançar. Na mais premente delas, houve a necessidade de se gerar rapidamente o código ISRC da canção, para que ela pudesse ser alojada adequadamente nas plataformas digitais da internet, e que também ficasse pronta para posteriormente figurar em um CD completo. 

Particularmente, eu sempre pensei que os trabalhos mais modernos do Língua de Trapo contassem com a cobertura da Marcia Oliveira, esposa do Laert Sarrumor e empresária da banda há muitos anos, nessas questões burocráticas com o Ecad, no entanto, não era este o caso, pois ela só cuidava mesmo da parte gerencial e de assessoria de imprensa. 

Então, foi quando o Osvaldo Vicino se voluntariou para destrinchar a burocracia, e assim se cadastrou na associação arrecadadora na qual  havia recentemente aderido, na função de produtor fonográfico e mediante a sua experiência acumulada como executivo no mundo corporativo por quase quarenta anos, conseguiu vencer as barreiras de um atendimento maçante via virtual a garantir a inscrição da nossa música no Ecad, e consequentemente possibilitou que pudéssemos preparar a ação de "pré-save" da canção, marcada finalmente para o dia 19 de setembro de 2023.

O procedimento foi acertado para ocorrer através da plataforma "Onerpm", a distribuir automaticamente para diversas outras plataformas.

Concomitantemente, eu escrevi o release, com pontuais mudanças sugeridas pelo Laert e assim, providenciamos uma arte para ser usada para ser entregue aos jornalistas. No caso, a Marcinha preparou um arte em formato PDF e o filho do Wilton nos entregou uma versão alternativa no padrão "flipbook", ou seja, uma arte que simula um livro a virar as páginas de forma virtual.

Acesse abaixo o link para ler o release na versão "flipbook"

https://heyzine.com/flip-book/5c649200c8.html

Escolhemos duas fotos clicadas pelo Moacir Barbosa de Lima (Moah), e dois logotipos também criados por ele e assim, fechamos o material básico de divulgação para abordar jornalistas.

Com a proximidade da data oficial de lançamento, eu propus aos colegas que exercêssemos todos os esforços para divulgar a data de lançamento e deixássemos para divulgar o clip oficial um mês depois. E depois disso, que aguardássemos mais um mês para o lançamento do documentário dos bastidores e por fim, a contarmos com um eventual segundo clip que poderia ser lançado em dezembro e assim, por camadas, que ficássemos quatro meses tendo evidência midiática.

Nesse ínterim, eu já havia fechado alguns lançamentos da música para webradios. Já havia assegurado as webradios Orra Meu, Crazy Rock e MKK para tal, portanto, já haveria "barulho" garantido para reverberar o lançamento oficial, logo após o dia 19, a gerar uma sensação de avalanche midiática.

E nesse tempo, igualmente, preparei a minha lista de jornalistas e ativistas culturais para pedir apoio, ou seja, a angariar matérias em revistas eletrônicas, sites, blogs e afins.

Continua...

sábado, 28 de outubro de 2023

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 111 - Por Luiz Domingues

Pela lente olho de peixe, vemos o técnico de áudio, Danilo Gomes Santos, Osvaldo Vicino, eu (Luiz Domingues), Laert Sarrumor e Wilton Rentero. Boca do Céu na sessão final de masterização da música "1969". Estúdio Prismathias de São Paulo. 8 de agosto de 2023. Click, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima "Moah".

Após alguns dias nos quais houve uma intensa troca de mensagens entre os membros da banda e o técnico da gravação, Danilo Gomes Santos, eis que marcamos uma última sessão, após termos decidido pela aprovação da última prova de mixagem. O objetivo foi acompanharmos in loco o processo da masterização, e darmos por encerrada essa etapa da produção.

Uniformizados com a camiseta preparada pelo Osvaldo Vicino, aproveitamos também para prepararmos uma sessão de fotos ali mesmo nas dependências do estúdio Prismathias. Precisávamos de fotos para usar na imprensa e também para compor a capa que nos representaria nas plataformas streaming.

Três das muitas fotos feitas nesse dia 8 de agosto, quando a banda esteve completa nas dependências do estúdio Prismathias. 8 de agosto de 2023. Clicks, acervo e cortesia: Danilo Gomes Santos

Satisfeitos com a sonoridade da mixagem e da masterização, demos por encerrada a fase de produção de áudio da canção "1969" e ali mesmo já iniciamos as providências burocráticas para gerar o código ISRC da canção e assim programá-la para estrear nas plataformas streaming. 

Nessa altura, já tínhamos pronto um clip de YouTube para ser usado depois do lançamento oficial nas plataformas, feito pelo "uncle", Lincoln Baraccat e também já estava em andamento um documentário sobre os bastidores da produção da música, obra tocada pelo Moacir Barbosa de Lima, o popular, "Moah".

Mais fotos feitas nesse dia 8 de agosto, quando a banda esteve completa nas dependências do estúdio Prismathias. 8 de agosto de 2023. Clicks, acervo e cortesia: Danilo Gomes Santos

Nesse ínterim, eu alertei aos colegas que feitas essas tarefas posteriores ao encerramento da produção do áudio, o plano de divulgação deveria seguir com uma ordem pré-estabelecida e para tal, eu iria preparar a minha lista de contatos para tentar alguma projeção do lançamento na mídia. E pedi ao Laert que também elaborasse algo nos mesmos termos. Já em relação ao Osvaldo e Wilton, eu sabia que eles não tinham contatos em mãos, porém, lhes pedi para investigar nos seus respectivos nichos profissionais, se algum conhecido pudesse indicar alguém que tivesse algum contato de imprensa, mesmo alternativa e na base do mutirão, toda ajuda seria bem vinda.

Quem acompanha a minha autobiografia na música, sabe que eu sempre valorizei todos os meios, portanto, desde o programa de maior audiência da TV aberta, até o mais humilde fanzine escrito a mão e "xerocado" na papelaria da esquina, eu sempre dei atenção para todos os meios de divulgação e não seria agora que eu mudaria de ideia, portanto, se o Osvaldo indicasse alguma oportunidade advinda do mundo corporativo no qual atuou e o Wilton fizesse o mesmo em relação ao meio pedagógico do qual fez parte, seriam todas super bem vindas.

Mais fotos feitas nesse dia 8 de agosto, quando a banda esteve completa nas dependências do estúdio Prismathias. Desta feita, pela lente olho de peixe e foi com essas fotos que se montou a posteriori a capa que nos representou nas plataformas streaming. 8 de agosto de 2023. Clicks, acervo e cortesia: Danilo Gomes Santos

Continua...