Uma infinitude deles orquestra o fluxo interior e, óbvio(!), convivência harmônica ou não... com bilhões compondo a humanidade de que somos parte. Perceber, reconhecer e valorizar é parte e base, talvez eixo, de processos de autoconhecimento, gerando quantidade grande de inter-relações equilibradoras ou desarmonizantes. Como não constatar e mais que isso, abrir o olhar, escuta dando a devida importância?!...
Corpo físico dá sinais contínua e ininterruptamente e... sendo o mais denso da vestimenta da individualidade, imagine, então, emoções e pensares, muito mais subjetivos, com profusão maior de mensagens enviadas, também e interruptamente, que, se não somos minimamente atentos, a grandiosidade ou... caos em nosso existir permanecemos cegos, surdos e à mercê deles.
Na convivência humana viemos exercendo poder, com alguma facilidade, sobre as coisas fora de nós, a matéria que manuseamos, criando e inventando, obrigando-nos a, de alguma forma, criar sinais para seu uso e coexistir. Cada novo conforto adquirido com o que construímos, transitamos uns com outros a partir desse bom uso produzindo mais harmonia ou confusão...em nós e com os demais que nos cercam. Sob nosso comando e meios estão além de nosso corpo físico e, também e, já agora, computador, celular, carro, televisão, etc... – maquinas no caso aí - e mais aquilo que movimenta nosso interior, sentires e pensares, sensações e conceitos, “transparecendo” através dos atos com quanto de equilíbrio fazemos uso deles. Um trânsito caótico resulta de muita ausência de sinais transgredidos por nós e aqueles que, no entorno a nós, também dirigem... Se nós, condutores, desorganizados internamente estamos, levamos nossa desordem para o contexto!
Claro é que bem antes das parafernálias que nossas habilidades produziram, mora subjacente o ser humano com as infinitas possibilidades, frequentando os jogos de futebol, templos, espetáculos, praias e montanhas que, se com sintonia interior interpreta os próprios sinais, usufruiremos para o existir, saúde física como resposta de pronto (não é presente de Deus, que já presenteia a cada um de nós com o mesmo e igual potencial para com nosso arbítrio exercê-lo...e portanto, não ‘premia’ a uns e ‘castiga’ outros?!...que Deus seria esse?!...), leveza de discernir geradora de conforto interior para nós próprios e contatos, reverberando ao redor ‘lendo’, ‘escutando’ e promovendo subjetivações e sutilização onde tal capacidade será ampliadora de visão trazendo crescer pessoal e coletivo, propiciando oxigenação, percepção atenta surgida que se mantém virgem, natural, reverente ao Princípio Divino em Sua eterna e inesgotável manifestação em cada ser, em todas as coisas e todos... Na mas tê, na mas tê, na mas tê!!!
Telma Jábali Barretto é colunista fixa do Blog Luiz Domingues 2. Engenheira civil, é também uma experiente astróloga, consultora para a harmonização de ambientes e instrutora de Suddha Raja Yoga. Nesta reflexão, a colunista alerta-nos sobre a necessidade premente de ficarmos atentos aos indícios que nos cercam.





