quarta-feira, 8 de julho de 2015

Autobiografia na Música - Pitbulls on Crack - Capítulo 117 - Por Luiz Domingues


Hora de falar dos agregados dessa história :

Agradeço ao José Reis Gonçalves de Oliveira, o popular "Zé Reis", meu ex-aluno e amigo eterno, por ter acompanhado desde o primeiro ensaio, todos os passos do POC. Ele foi roadie, amigo de todas as horas, ajudou-nos inúmeras vezes em vários aspectos, e deu muitas risadas conosco em camarins, coxias de teatros e outras tantas ocasiões.

Da esquerda para a direita, Deca e José Reis. Foto de 1996, no estúdio Spectrum, durante as gravações do CD Lift Off.

A porrada que ele deu na boca de um inconveniente idiota que tentava vandalizar o nosso show em 1992, na casa de shows Broadway, ainda deve doer no maxilar do incauto moleque...
Luis Gustavo é o rapaz sentado no degrau mais baixo, em foto de 1994, nos bastidores de um show no Pacaembu, que nem ocorreu de fato. Acervo de Jason Machado.

Luis Gustavo, foi um outro aluno meu que transitou na órbita do POC até 1994. Também foi solícito e muito útil em todos os shows que esteve conosco, como roadie.

Como esquecer de uma figura como Jason Machado ?
                         Jason Machado em foto bem mais atual

Ele entrou na nossa vida em 1994; comandou o fã-clube da banda; tornou-se roadie, e incentivador-mor. Meu muito obrigado por todo o empenho, de 1994 até quando saí, em 1997.

Seus esforços eram incansáveis para divulgar e empurrar a banda para frente, escalando até familiares seus para tarefas em prol da banda, caso dos históricos telefonemas disparados para a 89 FM, no ano de 1994.  
Toni é o primeiro à direita, disputando com Zé Reis, quem tinha a maior barriga do camarim

O mesmo vale para Toni Peres Rodrigues, e seu jeitão de headbanger radical, mas que eu sabia que no fundo, era um baita de um cara legal. Muito grato por trabalhar como roadie, e também na produção da famosa "lata"...

Falando genericamente, meu exército de Neo-Hippies, sempre dispostos a colaborar : indo à shows; telefonando para uma estação de rádio e pedindo a nossa música; trabalhando na linha de produção das latas do CD Lift Off...muito obrigado !! 

Os Monges de Emmanuel Barreto; Helder Pomaro & Cia. !! Sei que adoravam e se divertiam com aquelas brincadeiras, mas preciso agradecer com muito louvor, por toda a ajuda prestada !
    Ítalo, gente muito boa e um dos donos do estúdio Spectrum

O amigo Ítalo, do estúdio Spectrum, onde ensaiamos com muita mordomia, de 1994 até o meu fim na banda. Fazendo um trocadilho que ele deverá entender bem : o Ítalo é um homem do Brasil...

Também agradeço ao seu sócio, Alcir, e os técnicos Luiz De Caro e Marcos Almada.

Tatola; Wagner Garcia; Gastão Moreira; Sérgio Hinds; Osmar Santos Jr.; Rodrigo & Victor Martins; Antonio Carlos "Tony" Monteiro, e Fábio Massari : por momentos e motivos diferentes, pessoas que nos deram a mão.


Geraldo D'arbiliy  : que pena que não deu certo, mas sua boa vontade merece meu agradecimento.

Marina Yoshie : figura fantástica que criou a capa do CD Lift Off  e todo a aparato de divulgação. Um muito obrigado por todo o apoio, criação e entusiasmo depositado.


Carlos Muniz Ventura por ter fotografado o encarte do CD Lift Off.

As amigas Lúcia (que tornou-se esposa do Chris posteriormente, e é mãe do Brian); Yara; Sheyla, e tantas outras amigas que muito prestigiaram a banda.

Aos familiares dos "POC" : Maura (obrigado pelas fotos, em vários
momentos); aos pais do Pastor (jamais me esquecerei do pai do Pastor, falando com aquele sotaque espanhol carregado : -"Fenomenales !! usteds son um verdadeiro espetáculo !! Son mejores que los Beatles " !!!); Eliana Aronson; Ana Cristina; Dennis Skepis, e minha mãe, naturalmente...

É isso...

Tenho uma lembrança muito forte desse período de minha vida em que trabalhei com o Pitbulls on Crack, e espero ter passado tudo ao leitor com fidedignidade. 

O Pitbulls on Crack foi em linhas gerais :

1) A banda onde mais dei risada na vida;

2) Minha aposta na contramão do que eu realmente gostava, mas que julguei ser a oportunidade de lutar na trincheira "adversária";

3) A banda em que atuei, onde mais tive oportunidades no mundo mainstream, por incrível que pareça;

4) A banda que me deu o "click" para voltar a buscar o fio de meada perdido de meus objetivos sessenta-setentistas rompidos, indevidamente, apesar de ser uma plataforma inadequada para tal tipo de resgate. 

Espero ter dado aos fãs do Pitbulls on Crack, um painel claro do que foi a carreira da banda, ainda que sob minha particular visão, e que fique claro, trata-se de minha autobiografia e não a história oficial da banda.

Muito do material de vídeo e fotos da banda, foi perdido,
lamentavelmente. Mesmo assim, tenho esforçado-me para arregimentar o máximo possível e disponibilizar na Internet.
Está encerrado esse relato de uma etapa de minha carreira, que escrevi com muito carinho.

Surgindo fatos novos; material; lembranças que me fugiram inicialmente, ou correções, abro-o novamente, a qualquer instante, sempre aberto à adendos

Muito obrigado aos leitores !!

Muito obrigado ao Pitbulls on Crack !!

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