domingo, 30 de agosto de 2015

Autobiografia na Música - Patrulha do Espaço - Capítulo 102 - Por Luiz Domingues


Na revista Dynamite, de abril de 2001, a resenha foi publicada, com esse teor :

"Janeiro de 1983, Ginásio do Ibirapuera : Lá estava o Patrulha do Espaço abrindo pro Van Halen. Esse foi apenas um dos voos do Patrulha pelo cosmos do Rock' n Roll.

Agora,  o Patrulha almeja voos mais altos e sob o comando de Rolando Castello Junior (bateria - o único  da formação original), vem com esse novo trabalho mostrar que o Rock nacional continua vivo.

Junto com com o competente multi-instrumentista evocal Marcello Schevano, Luiz Domingues (baixo,  Ex- A Chave do Sol), e Rodrigo Hid (guitarra, piano e Hammond).

Chronophagia  é um CD que não pode faltar para quem curte ou vive o Rock. Destaque para 'Ser', 'Alma Mutante' e 'O Pote de Pokst'."

SK


Quase um depoimento de fã, essa resenha foi positiva, apesar de bem sintética. Infelizmente não faço ideia de quem seja o resenhista, devido ao uso lacônico de iniciais na sua assinatura.

Em maio de 2001, outra resenha, desta feita num fanzine chamado "Megarock", editado por um rapaz chamado Fernando, e oriundo do ABC paulista, mas não me lembro exatamente de qual cidade daquela região.

"Mantendo o fôlego e o estilo, o Patrulha do Espaço vem ao longo dos tempos tentando manter as suas atividades, sempre procurando produzir um trabalho de alta qualidade, e o Chronophagia é uma amostra disso.

Este álbum é um Hard Rock bem no estilo dos anos 70, com peso moderado e bastante ritmo, onde a produção ficou a cargo do Paulo Zinner (Golpe de Estado).

De uma maneira geral, as músicas são criativas e virtuosas, tocadas por músicos de talento notável.

Merece destaque também a parte gráfica do álbum,com belas tonalidades de cores, além do visual gráfico.

O Patrulha do Espaço é um exemplo de persistência, de um grupo que trabalha muito para conseguir os seus objetivos."


Bem, como geralmente acontece entre resenhadores amadores de fanzines, a sinceridade decorrente pelo fato de não fazerem parte de grupos corporativos e com comprometimentos com estéticas ou questões obscuras, é nítida.

Falando o que pensa e sem preocupação em estar "fechado" num paradigma de eleger hype e modismos trôpegos, faz jornalismo melhor que muitos pseudo-profissionais vendidos...

Continua...

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