Neste meu segundo Blog, convido amigos para escrever; publico material alternativo de minha autoria, e não publicado em meu Blog 1, além de estar a publicar sob um formato em micro capítulos, o texto de minha autobiografia na música, inclusive com atualizações que não constam no livro oficial. E também anuncio as minhas atividades musicais mais recentes.
Eu (Luiz Domingues) a ostentar as capas dos dois primeiros discos d'A Chave do Sol: o compacto de 1984 e o EP de 1985. Click, acervo e cortesia: Michel Camporeze Téer
O ano de 2026 começou bem para a nossa extinta banda, sempre reverenciada por seus fãs e por agentes midiáticos, a denotar respeito e sim, admiração. Como eu sempre enfatizo, era e ainda é notável como uma banda como a nossa, que nunca atingiu o patamar mainstream da música, mantinha a sua longevidade em termos de memória viva para muita gente, e na contrapartida de artistas que tiveram amplo apoio, investimento significativo e bastidores fortes nos meandros do show business, e que tenham tido as suas respectivas imagens completamente apagadas da memória coletiva.
Por si só, esse sinal já me dava uma incrível sensação de orgulho e também do dever cumprido, eu nunca tive dúvida sobre isso. E vou além, no sentido de exaltar que as amarguras do passado, principalmente narradas ao final do tomo B do meu livro, estavam devidamente cicatrizadas, isto é, eu já pensava há anos sobre tais reminiscências apenas como fatos históricos, porém, sem nenhuma possibilidade de gerar ressentimentos. Pelo contrário, a longevidade da memória coletiva soava-me a cada dia mais (nesses anos 2020, a apontar para o final dessa década), que pelo contrário, a banda triunfara.
Lançado o tomo A desse meu quinto livro autobiográfico com tarde de autógrafos em novembro de 2025, nas dependências da loja Baratos Afins, eis que em dezembro eu já tinha pronto o tomo B da mesma obra, ou seja, estava apto para promover outro evento dessa natureza, mas por conselho do próprio Luiz Calanca, meu anfitrião da primeira tarde ocorrida em novembro, resolvi postergar para o ano de 2026, a segunda tarde de autógrafos com vistas a lançar oficialmente o tomo B, exatamente para dar fôlego aos leitores, e sim, ponderei que as pessoas que estavam a ler o tomo A, precisavam de tempo para absorver as mais de 600 páginas nele contidas.
A capa do livro "A Chave do Sol" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI/Tomo B)
Em tese, eu deixei para marcar tal evento para depois do advento do carnaval de 2026, mas antes disso, houve ocorrências boas para a banda e não necessariamente a ver com os livros, mas por fatos espontâneos.
Por exemplo, na edição 467 do programa "Só Brasuca" pela Webradio Crazy Rock, a música "Profecia" nos representou na semana de 3 a 9 de janeiro de 2026
Uma bela homenagem à minha pessoa enquanto baseada no espectro d'A Chave do Sol, foi feita no mesmo dia (3 de janeiro de 2026), mas desta feita através do grupo "Rock Brasuca" da rede social Facebook
Ainda em janeiro, entre os dias 17 e 23, a música: "A Chave é o show" fez parte da edição 376 do programa "Momento só Brasuca" pela Webradio Crazy Rock.
Em fevereiro, no dia 22, o histórico jornalista, Antonio Carlos Monteiro, nos celebrou através da música "Anjo Rebelde" em seu programa "Rock'n Brasil" pelas ondas da MKK webradio.
Eis que nessa altura dos acontecimentos, o evento da tarde de autógrafos específica para o tomo B do livro, "A Chave do Sol", já estava marcado para ocorrer de novo nas dependências da loja Baratos Afins, ou seja, um endereço com o devido peso para a própria história dessa banda.7 de março de 2026 foi o dia marcado para esse prazeroso encontro com muitos fãs d'A Chave do Sol.
Da esquerda para a direita: Wilton Rentero, Laert Sarrumor e Osvaldo Vicino. Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Click, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/produtora Bicho Raro
Eis que chegou o grande dia da última sessão de estúdio. Ao pensarmos que foi um autêntico milagre reagrupar essa banda após quase cinquenta anos, isso por si só já foi um fato histórico como eu tenho ressaltado ao longo deste longo adendo na minha autobiografia. Como se isso não bastasse, a ousada ideia de reestruturar o máximo de músicas que pudéssemos nos lembrar da produção dos anos setenta, que essa banda criou, se revelou como um passo decisivo para que ela escrevesse uma história dentro da sua própria história.
Notável, igualmente, foi a constatação de que esse extenso período a visitar e usar as dependências do estúdio Prismathias, gerou laços afetivos fortalecidos entre os membros, também com o engenheiro de som, Danilo Gomes Santos, além dos muitos músicos convidados que recebemos durante esse longo processo e sem deixar de mencionar o ultra valoroso Moacir Barbosa de Lima, o popular "Moah", que fotografou e filmou praticamente todas as sessões que tivemos para gravar, mixar e masterizar as quatorze canções.
A banda reunida na sala de recepção do estúdio, onde muito conversamos, comemos doces "éclair", e vibramos a cada etapa concluída ao longo de 2023 a 2026. Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Click, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/produtora Bicho Raro
E por fim, creio que essa larga história construída no estúdio Prismathias revelou que criamos carinho igualmente pelo espaço em si, ou seja, vivemos muitos dias ali dentro desse estúdio, além de nos familiarizarmos com o entorno de suas dependências, isto é, o comércio local (a famosa padaria que tanto frequentamos), a pastelaria ao lado da estação de metrô Parque São Lucas, as idas de carro ou mesmo no uso do próprio metrô, os dias de calor intenso ou de frio, chuvas torrenciais, algumas poucas (mas ótimas) sessões noturnas e a camaradagem generalizada que vivenciamos ali dentro.
Nessa altura dos acontecimentos, a história construída pelo Boca do Céu no decorrer dos anos 2020, em comparação ao que tivemos nos anos setenta do século passado, já se revelava como muito maior em termos de longevidade, quanto de realizações, a contabilizar a finalização da preparação do áudio de um CD completo, shows realizados, redes sociais organizadas, merchandising, o nome da banda devidamente registrado no inpi, clipes e um documentário.
Em suma e a raciocinar individualmente desta feita, eu elucubrei que foi um momento magnífico para a minha carreira musical e trajetória de vida, no sentido de que no limiar da vida, estava a encerrá-la da maneira como a iniciei, ou seja, com o sonho de gravar um disco com uma banda de Rock e bem produzido. É claro que gravei muitos discos incríveis por bandas variadas dentro da minha longa jornada pessoal, mas com a minha primeira banda teve um significado simbólico extra. Que oportunidade o Boca do Céu me ofertou novamente, de uma maneira muito surpreendente!
Na foto 1, Carlinhos Machado (por detalhe ínfimo), Danilo Gomes Santos e eu (Luiz Domingues). Foto 2: Carlinhos Machado em destaque, com Danilo Gomes Santos de costas e por detalhe. Foto 3: Danilo Gomes Santos de costas no destaque, com Carlinhos Machado ao fundo. Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Clicks, acervo e cortesia: Wilton Rentero
E foi assim que chegamos ao dia 15 de junho de 2026, para a última sessão presencial no estúdio Prismathias, quando o nosso técnico, Danilo Gomes Santos, nivelou o padrão sonoro das quatorze faixas que ali gravamos. Fizemos a audição com pouquíssimos ajustes empreendidos, na medida em que apenas a música "1969" estava um pouco abaixo do nível das demais, devido ao fato que o estúdio trocara de placas de gravação, a usar material bem mais sofisticado, portanto, ficara nítido que essa gravação feita anteriormente estava abaixo do nível das demais que foram gravadas depois de 2023.
Sobre a extensa durabilidade do processo de gravação, acredito que ao longo dos capítulos anteriores eu já pude explicar com muitos detalhes os motivos pelos quais demoramos tanto para finalizar tal trabalho. É claro que é bem anormal demorar três anos para gravar um disco, no entanto, os muitos problemas que tivemos com agendamento, principalmente da parte dos músicos que convidamos para abrilhantar a obra, gerou momentos de longos hiatos observados.
Além do mais, ao contrário da dinâmica normal de qualquer banda bem sedimentada e experiente, nós não tínhamos as quatorze músicas completamente arranjadas e ensaiadas para entrarmos em estúdio e gravarmos tudo simultaneamente, por isso trabalhamos em blocos a partir de 2024, depois de termos lançado a canção "1969" isoladamente em 2023.
Enfim, mesmo com a consciência de que poderíamos ter sido mais rápidos na conclusão da tarefa, foi com alegria que encerramos a etapa de estúdio nesse dia 15 de junho de 2025, com o sentimento forte de dever cumprido, orgulho pelo trabalho bem executado e alegria pelos tantos momentos bons que vivenciamos ali nas dependências do estúdio Prismathias.
Wilton Rentero brinca com duas rosquinhas de coco, as clássicas que Osvaldo Vicino sempre trazia, as quais saboreamos ao longo de tantas sessões que ali realizamos no estúdio Prismathias. Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Click, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro
E a acrescentar mais símbolos dessa longa permanência, não posso deixar de citar um fator prosaico, mas de alto valor afetivo para nós. Não houve nenhuma sessão desde a gravação da canção "1969" em 2023, que o Wilton não tenha trazido consigo uma caixa de doces de padaria a conter o famoso "éclair" de origem francesa, além de outra caixa a conter a brasileiríssima "Maria Mole", hábito que cultivou desde os primeiros ensaios realizados pelo trio de cordas entre 2021 e 2023. Nessa mesma esteira, o Osvaldo também passou a criar uma tradição ao providenciar e nos oferecer um saco repleto de rosquinhas de coco, ou seja, dali em diante, toda vez que saboreei essas iguarias, automaticamente me lembrei do Boca do Céu, de seus ensaios e sobretudo das sessões de gravação realizadas entre 2023 e 2026.
Última sessão de estúdio (audição)
– 15 de junho de 2026 – Filmagem, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora
Bicho Raro
No mesmo dia da última sessão, o "Moah" fez uma sessão de fotos promocionais já a visar a parte gráfica do CD e nos dar subsídios para abordar a mídia quando necessário.
Algumas fotos feitas durante a sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Click, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro
Nessa mesma ocasião, o Moah clicou várias fotos a visar a preparação do clipe que estava a preparar para divulgar a música "Revirada".
Algumas fotos feitas para a posteriori serem recortadas e usadas possivelmente no clipe da música "Revirada". Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Clicks, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro
E assim, encerrada essa longa, porém, virtuosa etapa no estúdio Prismathias, todos os esforços foram concentrados na subida da músicas para lançamento virtual através das plataformas "streaming" então ainda em alta voga no mercado musical, o lançamento do clipe de "Desprogramação", a preparação do clipe de "Revirada" e a preparação do material gráfico necessário para lançar o CD tradicional. Isso sem contar com a preparação do segundo documentário em fase de produção, igualmente.
Mais fotos individuais e coletivas, desta feita sob o efeito da lente olho de peixe. Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Clicks, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro
Na escadaria de acesso ao estúdio, que tanto subimos e descemos, entre 2023 e 2026, no encerramento da última etapa. Sessão final de alinhamento da masterização do CD "Sempre jovens para o Rock'n' Roll". Estúdio Prismathias de São Paulo. 15 de junho de 2025. Clicks, acervo e cortesia: Moacir Barbosa de Lima ("Moah")/Produtora Bicho Raro
É com muita satisfação que eu anuncio o lançamento
de mais um livro de minha autoria, o 11º da minha bibliografia e 6º volume
específico sobre a minha autobiografia musical.
A sexta etapa da construção da minha autobiografia
na música, é versada por uma abordagem ligeiramente diferente, no sentido de
que não discorre sobre a história que venho a contar mediante atuação em alguma
banda de carreira pela qual atuei e tampouco a se tratar de trabalhos sazonais
cumpridos por convites recebidos da parte de outros artistas.
Neste caso, o assunto se trata da minha atividade
mantida em paralelo às ações com os compromissos musicais a bordo de minhas
bandas autorais, na qualidade de professor de música, atividade essa que
mantive em paralelo à carreira, entre julho de 1987 e abril de 1999.
Dessa forma, em meio a um corpo discente formado
por jovens em sua maioria e com a característica de admirar muitas das bandas
pelas quais eu atuei anteriormente e atuava nessa ocasião, foi uma etapa que
também gerou emoção, a despertar amizades.
Além do aspecto pedagógico e os laços afetivos
estabelecidos, há de se salientar que essa atividade movimentou uma enorme
quantidade de apoiadores de minhas bandas no aspecto extra-curricular, ou seja,
uma bolha cultural efervescente foi gerada de forma significativa no ambiente
da minha sala de aulas, o que motivou euforia mútua e ótimas
lembranças.
Tais alunos testemunharam o final das atividades
d’A Chave do Sol (volume V/tomos A e B), a dramática formação do The Key (volume
VII), muitas das histórias sobre trabalhos avulsos contidas no volume III desta
autobiografia, )livro “Trabalhos avulsos), toda a trajetória do Pitbulls on
Crack (volume VIII), o nascimento do Sidharta (volume IX), o início da gloriosa
formação Chronophágica da Patrulha do Espaço (volume X), e sempre a demonstrar
apoio entusiasmado para me apoiar.
Click de Michel Camporeze Téer
E o melhor de tudo, a constatação de que muitos desses alunos cresceram demais
como músicos e se firmaram como grandes artistas no panorama do Rock e da
música em geral, a fornecer uma alta dose de orgulho para este, então,
simulacro de professor que vos escreve e que não teve muito o que lhes ensinar,
todavia, certamente que aprendi muito mais com esses outrora jovens com os
quais convivi, e forjei amizade para o resto da vida.
Ficha técnica:
Livro “Sala de aulas” (a autobiografia de Luiz
Domingues na música – Volume VI)
Revisão gramatical & ortográfica, carta
catalográfica, arte e layout de capa e material de divulgação: Alynne
Cavalcante
Editor: Cristiano Rocha Affonso da Costa
Foto do autor: Michel Camporeze Téer
Uma produção da Matilda Cultural
Apoio: Clube de Autores
Disponível diretamente pelo site do Clube de
Autores:
Da esquerda para a direita: Carlinhos Machado, Nelson Ferraresso, Phill Rendeiro, Kim Kehl e eu (Luiz Domingues). Os Kurandeiros no estúdio Mad de São Paulo. 17 de junho de 2027. Acervo e cortesia: Kim Kehl. Clicks: Lara Pap
Foi então que a banda se reuniu em 17 de junho, uma quarta-feira bem fria em São Paulo, para ensaiar após um longo tempo e com a feliz volta do tecladista Nelson Ferraresso para a formação, um fator que muito nos animou.
O hiato observado nesses tempos sem apresentações e nem mesmo ensaios pontuais, nem foi muito sentido na prática, pois tocamos o show habitual na íntegra e poucas falhas foram observadas, a nos dar a certeza que para entrarmos em forma em alto nível novamente, não demoraria nada.
Sobre as modificações propostas pelo Kim, todas foram interessantes a estabelecer menções rápidas a várias músicas do repertório em ritmo de pout-pourri, ou seja, a acrescentar muitas menções, sem necessariamente aumentar o tamanho do show, além de dar acabamento mais refinado ao espetáculo, com poucos espaços vazios, tudo sendo preenchido de uma maneira bastante criativa.
Ainda dentro da sala de ensaio, após o término do ensaio. Da esquerda para a direita: Carlinhos Machado, Nelson Ferraresso, Phill Rendeiro, Kim Kehl e eu (Luiz Domingues). Os Kurandeiros no estúdio Mad de São Paulo. 17 de junho de 2027. Acervo e cortesia: Kim Kehl. Clicks: Lara Pap
Felizes pela volta do Nelson a pilotar os teclados e também pela atividade e convívio entre todos, trabalhamos com enorme satisfação nessa noite gelada na cidade de São Paulo.
Já na sala de recepção do estúdio. Da esquerda para a direita: Phill Rendeiro, eu (Luiz Domingues), Kim Kehl, Carlinhos Machado e Nelson Ferraresso. Os Kurandeiros no estúdio Mad de São Paulo. 17 de junho de 2027. Acervo e cortesia: Kim Kehl. Clicks: Lara Pap
Fizemos uma filmagem geral desse ensaio, que não é nenhum primor de qualidade de imagem e áudio, porém, registra os esforços empreendidos para se estabelecer mudanças e claro, com a devida ressalva de que todos os erros são relevados por se tratar de um ensaio e ainda mais com a marca de uma longa etapa de falta de atividades que tivemos.
Ensaio d'Os
Kurandeiros no estúdio Mad de São Paulo. 17 de junho de 2026. Acervo e
cortesia: Kim Kehl. Edição: Kim Kehl
Eis o link para assistir no YouTube:
https://youtu.be/kNy2AmxE9lU?is=ODIjk3MqGaS1rxwX
Um novo ensaio foi marcado para o mês de julho, quando daríamos continuidade aos esforços para estabelecer mudanças na dinâmica do show.
O ano de 2026 começou para Os Kurandeiros com algumas manifestações midiáticas espontâneas, que boas novas. Se a banda estava sem grandes perspectivas já há algum tempo por conta de escassez de oportunidades e também a enfrentar alguns problemas pessoais observados por alguns de seus membros, sendo assim, contar com apoio midiático foi um fato que comemoramos na mediada em que as intervenções observadas por setores alheios ao nosso comando, sempre colocavam a banda em evidência e ainda mais nesse momento mais tímido pelo qual passávamos, ou seja, foi algo que nos ajudou bastante.
Por exemplo, a música "Último Blues" representou a nossa banda no programa "Só Brasuca", na sua edição de número 469 pelas ondas sonoras da Webradio Crazy Rock, que foi ao ar entre os dias 17 e 23 de janeiro de 2026.
Ficamos duplamente felizes por termos a nossa música relacionada em meio a grandes artistas do campo do blues na mesma seleta lista elaborada pela emissora em questão.
Em 13 de março de 2026, o administrador do grupo "Rock Brasuca" na rede social Facebook, publicou o vídeo da nossa banda a tocar ao vivo no espaço cultural Gambalaia de Santo André, algo ocorrido em 2017, isto é, uma boa lembrança de um a realização ocorrida há algum tempo nessa ocasião.
No mesmo programa "Só Brasuca" da Webradio Crazy Rock, tempos depois, estivemos representados desta feita pela música "Sonhos & Rosquinhas Suíte", com o complemento do "Gran Finale", peça extraída do álbum ao vivo, "Pronto pra Festa", ou seja, o último lançamento da banda em termos de disco físico. Aconteceu na edição 479, que foi ao ar entre os dias 28 de março e 3 de abril de 2026.
Entre os dias 30 de março e 4 de abril, a música "A noite inteira" tocou no programa "Bolovo Rock" em quatro edições executadas em emissoras diferentes: Webradio no Pinheiro, Webradio Com Música, Webradio Arpoador, Webradio Radio Flash, respectivamente. E que auspicioso foi verificar que se tratou de emissoras que não haviam executado o trabalho d'Os Kurandeiros até então.
Em meados de maio, recebemos o comunicado do Kim Kehl que ele planejara uma revitalização do show que tínhamos montado. Inicialmente marcado para o final desse mês, tal apontamento de apuro foi remarcado por conta de um problema pessoal enfrentado por um dos componentes da nossa banda e no adendo dessa resolução, recebemos uma notícia que muito nos alegrou: o tecladista Nelson Ferraresso anunciara a sua volta para a banda!