quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Tarde/noite de autógrafos do livro "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) - Beer 4U de Higienópolis em São Paulo - 1º/8/2026

Com que alegria eu me vi diante da oportunidade de promover uma tarde e noite de autógrafos de mais uma obra que lancei em 2026. A dar continuidade na expansão da minha autobiografia musical, eis que cheguei ao volume VI, a enfocar desta feita, em uma faceta diferente da minha trajetória, ou seja, a descrever a minha experiência como professor de música, uma atividade que mantive em paralelo à minha carreira musical entre 1987 e 1999.

Feliz por lançar mais esse volume da minha autobiografia, a se constituir da sexta etapa dessa saga, mas na prática a se contabilizar como o sétimo livro dessa etapa (pois o volume V havia sido dividido em dois tomos, bem entendido), eis que no cômputo geral, esse foi o meu décimo primeiro livro e isso por tal motivo em si, me alegrou em demasia, pela obviedade de me sentir produtivo ante a idade cronológica que atingira em 2026, com sessenta e seis anos de idade, isto é, que bom foi atingir essa etapa da vida com a mente ainda a borbulhar de ideias, memória em bom estado, ao menos em linhas gerais, e força para empenhar-me e trabalhar com muito prazer.

Sobre este livro em específico, logo que comecei a divulgá-lo nas redes sociais, recebi com carinho a manifestação calorosa de muitos ex-alunos, os coprotagonistas diretos dessa história que construímos juntos, portanto, com certa antecedência, eu alimentei bastante esperança de que teria a presença de muitos deles no evento da tarde de autógrafos.

Claro que muitos não moravam mais em São Paulo, alguns deles eu perdi o contato e certamente que outros tantos teriam compromissos, principalmente os que se tornaram músicos, sempre com agenda de  apresentações preenchidas e notadamente nos finais de semana, porém. E mesmo assim, com tais ressalvas, tive a esperança que haveria de rever um bom número deles nesse dia que marquei.

Desta vez eu escolhi novamente a cervejaria Beer 4U (ali eu lancei o livro "Trabalhos Avulsos", o volume III da minha autobiografia em junho de 2025), pela sua localização excelente no elegante bairro de Higienópolis, mas ao mesmo tempo, muito perto do centro velho de São Paulo e sobretudo pelo fato de haver duas estações de metrô muito próximas, de linhas diferentes, inclusive, ou seja, a facilidade de acesso estaria garantida e para quem fosse com carro particular, ônibus, táxi, ou carros de aplicativo, igualmente seria facílimo o acesso, fosse lá de onde viessem!

E assim, foi com muita alegria que eu recebi diversos de meus ex-alunos, o que transformou o encontro em algo além da expectativa de uma tarde de autógrafos tradicional, pois envolveu um encontro histórico a promover alegria, momentos de intensa euforia que me fizeram lembrar da balbúrdia juvenil com a qual a minha sala de aulas se mostrava, principalmente nos anos noventa. 

Na foto 1, eu ao lado do meu ex-aluno, Edilberto Postól, popular "Edil" e sua esposa, Marilu, ambos que marcaram muito na minha sala de aulas nos anos noventa. Na foto 2, Marcelo "Pepe" Bueno, que conheci ainda imberbe bem no começo dos anos 1990 e na terceira, Edvaldo "Prik" e sua esposa, ele que foi meu aluno ao final dos anos 1980. Tarde e noite de autógrafos do livro "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) na cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo. 1º de agosto de 2026. Click e cortesia: Ana Cristina Domingues 

E ao ir além, houve momentos de emoção, quando recebi discursos muito comoventes de tais ex-alunos a descrever a saudade que sentiam desse período do qual vivemos juntos, e ao ver estampado nos seus rostos, hoje de homens maduros tal sentimento tão forte, foi inevitável também que houvesse comoção generalizada.

Na foto 1, Ricardo "Pijama" Garcia, Carlos "Cali" Keller, eu (Luiz Domingues), Marcelo "Pepe" Bueno e "Edilberto "Edil" Postól. Foto 2: Marcelo "Pepe" Bueno, Rodrigo Hid, Ricardo" "Soneca" Schevano, eu (Luiz Domingues), Edil Postól, Ricardo Garcia e Cali Keller. Foto 3: eu e Jameson Trezena, aluno da minha primeira turma de 1987. Foto 4: eu e Fernando Minchillo, agregado das minhas aulas nos anos 1990. Foto 5: eu e Carlos "Cali" Keller. Foto 6: eu e Ricardo "Soneca" Schevano. Foto 7: eu e Ricardo Garcia. Tarde e noite de autógrafos do livro "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) na cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo. 1º de agosto de 2026. Click e cortesia: Ana Cristina Domingues

Na foto 1, eu estou rodeado por Rodrigo Hid e Fernando Michillo, ambos ex-componentes da banda: "Eternal Diamonds", cujo baixista era Alexandre "Leco" Peres Rodrigues, meu ex-aluno e por conta dele, Alexandre, pude conhecer a banda e me tornei amigo dos três. Foto 2: eu e Rodrigo Hid, que se tornou meu amigo e a posteriori, foi companheiro em três bandas nas quais atuamos juntos: Sidharta, Patrulha do Espaço e Pedra. Tarde e noite de autógrafos do livro "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) na cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo. 1º de agosto de 2026. Click e cortesia: Ana Cristina Domingues 

Bem, as tardes e noites de autógrafos que eu promovi anteriormente, de meus primeiros livros foram sensacionais, mas esta teve esse sabor especial, por ter tido esse elemento da confraria que ali foi revivida e sentida por todos, portanto, tendo a jamais me esquecer desse evento de 1º de agosto de 2026, quando tive o prazer de reunir, senão todos, mas um bom contingente de meus alunos dos anos oitenta e noventa, quando foram outrora adolescentes, e hoje em dia homens maduros, a se mostrar como pais e até avôs, em alguns casos.

Foto 1: eu rodeado pelos meus primos, Mara Turci e Hermes Fonseca. Foto 2: eu, rodeado por Eric e Marinho Figueiredo, filho e pai, meus leitores e entusiastas da minha carreira musical. Foto 3, Regina Célia e Julio Revoredo, meus amigos e colaboradores desde os anos 1980. Tarde e noite de autógrafos do livro "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) na cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo. 1º de agosto de 2026. Click e cortesia: Ana Cristina Domingues 

Nem só alunos compareceram, pois tive a presença de amigos, familiares e correligionários, entusiastas de minhas bandas e leitores de meus livros, portanto, foi um evento memorável.

Eu, Luiz Domingues, nas dependências da cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo, pronto para dar início ao evento. Tarde e noite de autógrafos do livro "Sala de Aulas" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - volume VI) na cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo. 1º de agosto de 2026. Click e cortesia: Ana Cristina Domingues

Com muita esperança de começar ainda em agosto de 2026 a produção do volume VII da minha autobiografia, nutri esperança de que mais um evento dessa natureza eu poderia produzir nesse mesmo ano. 

E a fazer uma referência muito particular do meu universo das aulas, narrado nas páginas desse livro que lancei em 1º de agosto de 2026 na cervejaria Beer 4U, cometo a autoparáfrase a indagar: "Dúvidas? Perguntas?

Meus ex-alunos entenderão a minha pergunta, certamente!

Tarde de autógrafos do livro “Sala de Aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI). Vídeo 1 - Cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo – 1º de agosto de 2026 Primeira chamada para a tarde de autógrafos do livro “Sala de Aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI). 1º de agosto de 2026. Filmagem e cortesia: Ana Cristina Domingues

Eis o link para assistir no YouTube: 

https://youtube.com/shorts/yTDAt0yaI-k?feature=share

Tarde de autógrafos do livro “Sala de Aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI). Vídeo 2 - Cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo – 1º de agosto de 2026 Primeira chamada para a tarde de autógrafos do livro “Sala de Aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI). 1º de agosto de 2026. Filmagem e cortesia: Ana Cristina Domingues

Eis o link para assistir no YouTube: 

https://youtube.com/shorts/PolWxjOXDs0?feature=share

Tarde de autógrafos do livro “Sala de Aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI). Vídeo 3 - Cervejaria Beer 4U de Higienópolis em São Paulo – 1º de agosto de 2026 Primeira chamada para a tarde de autógrafos do livro “Sala de Aulas” (a autobiografia de Luiz Domingues na música – Volume VI). 1º de agosto de 2026. Filmagem e cortesia: Ana Cristina Domingues

Eis o link para assistir no YouTube: 

https://youtube.com/shorts/PFGy0aOv6Rw?feature=share

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

CD "Sempre Jovens para o Rock'n' Roll" - Boca do Céu - Lançamento nas plataformas virtuais - Agosto 2026

https://tratore.ffm.to/345yam8

Já está disponível nas plataformas digitais (incluso o YouTube), o álbum: “Sempre jovens para o Rock’n Roll”, do Boca do Céu.

Para quem não sabe, o grupo de Rock “Boca do Céu” foi fundado em 1976, porém, por não ter tido grandes oportunidades na ocasião, encerrou atividades em 1979.

Em 2020, uma reunião de confraternização foi realizada com os cinco membros originais e daí surgiu a ideia de se resgatar o máximo de músicas compostas nos anos 1970, e possivelmente gravá-las.

Tal ideia foi colocada em prática, e mesmo que bem espaçadamente por conta da pandemia e também pelas agendas conflitantes entre os seus partícipes, eis que o grupo conseguiu relembrar e restaurar quatorze músicas de outrora e esse é o repertório do disco que está a ser lançado.

Dos cinco membros originais, quatro mergulharam nessa tarefa quase arqueológica: os guitarristas Osvaldo Vicino e Wilton Rentero, o baixista Luiz Domingues e o vocalista, Laert Sarrumor.  Para a bateria, no posto do antigo baterista (Fran Sérpico), recrutou-se a persona de Carlinhos Machado, contemporâneo dos anos setenta, portanto talhado para a tarefa de gravar esse trabalho nos moldes com os quais a banda o idealizou naquela década.

E destaca-se a presença de muitos convidados sensacionais a abrilhantar todas as canções: Rodrigo Hid (teclados), Cacá Lima (arranjos vocais e backing vocals), Renata “Tata” Martinelli (backing vocals), André Knobl (sax alto e tenor), Beto Pizzulin (trompete), Arnaldo Geretch (flauta transversal), Marcos Martins (percussão), Ariane Salari (backing vocals e vocalise), Sergio Gama (guitarra), Kim Kehl (guitarra), Marcos Ottaviano (guitarra), Milton Medusa (guitarra), Rubens Nardo (arranjo vocal e backing vocals), Jair Xavier (arranjo vocal e backing vocals), Caroline Cantagallo (violino) e Dom Diego Gamboneón (locução). 

Gravado, mixado e masterizado no estúdio Prismathias de São Paulo, entre 2023 e 2026, sob a engenharia de áudio de Danilo Gomes Santos, que coproduziu o trabalho junto à banda.

Apoio nas filmagens, fotos e criação da capa para plataformas a cargo de Moacir Barbosa de Lima (“Moah”), da produtora cultural Bicho Raro.

Faça a sua audição do trabalho que resgata o passado, a celebrar o presente, pois sim, o Rock rejuvenesce e por isso, nos sentimos, “Sempre jovens para o Rock’n’ Roll”.

Boca do Céu:

Osvaldo Vicino:

Guitarra, violões de 12 cordas e violão folk

Luiz Domingues: Baixo e voz

Laert Sarrumor: Voz

Wilton Rentero: Guitarra, ukulelê, charango, alaúde e banjo

Carlinhos Machado: Bateria, percussão e voz

Por favor, compartilhe!

Aproveite e se inscreva-se no canal da banda, igualmente!

https://www.youtube.com/@bandabocadoceu

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Autobiografia na música - Boca do Céu - Capítulo 209 - Por Luiz Domingues

Osvaldo Vicino comanda a "selfie" dentro da exposição sobre Janis Joplin, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo. 16 de junho de 2026. Click ("selfie), acervo e cortesia: Osvaldo Vicino

Encerrado o trabalho de estúdio, a nossa meta foi providenciar a parte burocrática do álbum e assim, Osvaldo Vicino tomou a dianteira e por haver acumulado décadas como administrador de empresas e contabilista, eis que destrinchou toda a burocracia e nos garantiu a preparação de todos os códigos ISRC que ainda faltavam, selou contrato com a distribuidora "Tratore" e agendou a estreia do nosso álbum: "Sempre Jovens para o Rock'n' Roll" para o dia 7 de agosto de 2026 nas plataformas digitais.

A ilustração que usamos, tanto para o cartaz de divulgação, quanto para alimentar as redes digitais foi concebida pelo "Moah", mediante uma foto por ele mesmo clicada quando fizemos a última audição para fechar a masterização do disco, com a banda inserida em meio a uma ilustração psicodélica multicolorida e o título do disco ficou bem significativo para expressar a nossa situação como homens a viver a terceira idade, e ao mesmo tempo, com a energia juvenil de Rockers sonhadores que éramos nos anos setenta: "Sempre jovens para o Rock'n' Roll".

Nesses termos, que momento riquíssimo foi para a banda que anunciou, enfim, o seu disco debut tão almejado em 1976, mas que apenas no limiar do seu próprio jubileu de ouro em pleno ano de 2026, se concretizou! Habemus um disco, inacreditável, demorou muito, mas aconteceu!   

Em 18 de junho, começamos a divulgar a estreia do clipe da música "Desprogramação", com a bela ilustração assinada pela artista visual, Luíza Marcon. 

O mote da campanha foi idealizado pelo Laert, a brincar com o título e sobretudo com o teor da letra da canção que versa claramente sobre a massificação da humanidade em torno dos bens de consumo, aliás, um tema recorrente a muitos artistas coadunados com os valores da contracultura e do movimento hippie, por conseguinte, nos anos 1960 e 1970, e assim, o Laert propôs o jargão publicitário: "programe-se ou não", ao promover a estreia do clipe.  

Campanha prévia de divulgação do clipe de “Desprogramação” – 18 de junho de 2026 – Arte e direção: Luíza Marcon. Edição desta peça e idealização da campanha: Laert Sarrumor

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/Z54tNA0tk6M

E quando o clipe estreou no canal de Luiza Marcon em colaboração com o canal do Boca do Céu, em 9 de julho de 2026, tivemos uma boa recepção, com cerca de quatrocentas visualizações, no entanto, o próprio Laert se mostrou decepcionado, pois ele havia nos alertado que essa mesma ilustradora havia lançado um clipe em moldes semelhantes em termos de concepção artística, há alguns anos antes e que nessa ocasião anterior, atingira alguns milhões de visualizações em seu canal. Portanto, ele esperava um desempenho melhor para o nosso clipe, em princípio. Mas cabe explicação, no sentido de que a experiência anterior de Luíza Marcon houvera ocorrido com a aplicação da música "A Banda" de Chico Buarque, ou seja, a comparação era muito desigual entre nós, pela óbvia constatação de que "A Banda" era uma música consagrada popularmente há mais de sessenta anos e Chico Buarque, idem, sedimentado como um grande astro da MPB há décadas,

A nossa banda era velha pela idade cronológica de nossos componentes, eu incluso, certamente, mas aos olhos do grande público, era de forma diametral, "nova" aos olhos da grande massa. Ou seja, foi normal obter um resultado modesto diante de tal comparação com um parâmetro abissal entre os artistas citados, todavia, se visto pela nossa realidade como artista "underground" e "novo", pelas circunstâncias, eu enxerguei tal resultado como positivo ante o nosso tamanho.

Clipe oficial de “Desprogramação” –  9 de julho de 2026 – Arte e direção: Luíza Marcon. Edição desta peça e idealização da campanha: Laert Sarrumor

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/FgJ0uggA0Cc

Clipe oficial de “Desprogramação” – 9 de julho de 2026 – Arte e direção: Luíza Marcon. Edição desta peça e idealização da campanha: Laert Sarrumor

Eis o link para assistir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=30b5GNwl_oU

Nesse ínterim, o nosso amigo "Moah", já trabalhava com a produção do clipe de outra música, "Revirada", e estava a nos mostrar as suas experiências preliminares com animação. Eu mesmo preparei o roteiro base e todos os colegas gostaram, por isso, já tínhamos uma base boa para começar essa empreitada.

         

Primeiros esboços de ilustrações concebidas pelo "Moah" para o clip de "Revirada"

Dias depois, as primeiras provas animadas sobre o clipe de "Revirada" nos foram enviadas para uma apreciação preliminar.

Teste de clipe 1 para “Revirada” – 12 de julho de 2026 – Arte e direção: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/xlBYdG0gg6Y

Teste de clipe 2 para “Revirada” – 17 de julho de 2026 – Arte e direção: Moacir Barbosa de Lima (“Moah”)/Produtora Bicho Raro

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/d3RYN2aikNA

A webradio e TV Orra Meu anunciou então que faria a estreia da música "Desprogramação" na grade da emissora e o seu respectivo clipe na grade da TV do mesmo conglomerado, no dia 31 de julho de 2026 e assim, uma campanha foi lançada simultaneamente aos esforços que a banda já desenvolvia para tratar do lançamento virtual do álbum, ou seja, foram dias de muito trabalho em meio às duas tarefas, mas com muito prazer inerente, devo salientar, pois a sensação de intensidade foi ótima para todos nós, os componentes.

Peça promocional a divulgar a estreia da música “Desprogramação” (e do seu respetivo clipe, igualmente) na programação da Webradio e TV Orra Meu em 31 de julho de 2026. Criação, edição e produção: Emmanuel Barreto

Eis o link para assistir no YouTube:    

https://youtu.be/8EAuNZrCWHI 

Após essa estreia em dose dupla pela rádio e TV Orra Meu, o próximo compromisso haveria de ser extenuante pelo volume de lembranças que eu havia arrolado através de um roteiro geral, mas ficamos muito animados com a proximidade do dia 2 de agosto de 2026, quando nos reuniríamos no estúdio Prismathias mais uma vez para filmar muitos depoimentos a alimentar o documentário sobre a banda. Em maio já havíamos gravado cenas em locações importantes na história da banda e agora daríamos um passo importante para colher mais material e desta feita, com qualidade de áudio assegurada pela condição de filmar em estúdio.

Continua...   

domingo, 16 de agosto de 2026

Autobiografia na música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 230 - Por Luiz Domingues

Em 29 de julho de 2026, nos reunimos novamente no estúdio Mad e desta feita, o nosso tecladista, Nelson Ferraresso, gravou os teclados nas duas músicas que gravamos: "O Filho do Vodu" e "O Kurandeiro", ou seja, duas regravações para canções clássicas do repertório da banda,

No caso de "O Filho do Vodu", houve uma menção à música "Só o Terror" ao final, a conferir uma atmosfera de trilha de filme de terror, bem ao estilo de Alice Cooper em seus melhores dias e nesse aspecto, a participação do Nelson se tornou primordial ao incluir piano, órgão Hammond e sintetizador, e realçar em muitos aspectos o caráter fantasmagórico desse trecho de 'Só o Terror".

Na mesma sessão, o Kim colocou a sua voz solo e justamente nesse trecho a fazer menção à canção "Só o Terror", ele mesmo, Kim, eu (Luiz Domingues) e Carlinhos Machado fomos gravar backing vocals.

Sessão tranquila, super divertida e eficaz, em meio a uma noite que encerrara um dia caótico em São Paulo (e em diversas outras cidades do Brasil), por consequência de um tornado que surgira no Rio Grande do Sul e afetara até a região sudeste, mediante chuvas torrenciais e vento de até duzentos kilômetros por hora a gerar mortes, pessoas feridas e muito prejuízo material. 

Por conta da queda de muitas árvores na cidade, o trânsito se tornara ainda pior do que o caos habitual que a metrópole enfrenta no seu cotidiano, no entanto, arriscamos manter firmado o compromisso e quando nos deslocamos para o estúdio, estava tudo calmo, sem complicações maiores e assim, a estranha tranquilidade de uma noite de um dia duro, como diziam os Beatles, nos brindou com uma sessão produtiva.

Kim Kehl a gravar a voz em "O Filho do Vodu". Estúdio Mad de São Paulo. 29 de julho de 2026. Acervo e cortesia: Kim Kehl. Filmagem: Lara Pap

Eis o link para assistir no YouTube:

https://www.youtube.com/shorts/4U76NHWxW6k

A mixagem do trabalho ficara marcada para ocorrer em breve, mas eis que uma perspectiva de apresentação apareceu, para quebrar, enfim, a longa hibernação pela qual a banda atravessara.

Continua... 

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Autobiografia na música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 229 - Por Luiz Domingues

Os Kurandeiros de volta para o estúdio Mad de São Paulo, desta feita para gravar duas músicas ao vivo. Da esquerda para a direita: Carlinhos Machado, Phill Rendeiro, Kim Kehl, o baterista e proprietário do estúdio, Humberto Zambrin e eu (Luiz Domingues). 15 de julho de 2026. Acervo e cortesia: Kim Kehl. Click: Lara Pap 

Voltamos ao estúdio Mad no dia 15 de julho de 2026 com a proposta de gravarmos duas músicas ao vivo em ritmo de ensaio e o Kim Kehl sugeriu que fizéssemos versões de duas músicas clássicas do nosso repertório: "O Kurandeiro" e "O Filho do Vodu". 

Acometido de um forte resfriado nessa noite, não pudemos contar com a presença do tecladista Nelson Ferraresso nessa gravação, mas ficou combinado que haveria uma sessão extra para cobrir overdubbing e os teclados haveriam de ser gravados oportunamente.

Com três tomadas de cada canção, acho que a base ficou bem satisfatória para termos uma gravação ao vivo em estúdio e a visar possivelmente gerar material para ser exibido no YouTube ou mesmo digno de figurar como material para um disco de caráter 'bootleg" ou até para (a depender do resultado final), a ser utilizado como faixas bônus de um eventual novo disco de estúdio.

Ficamos muito felizes pela performance e com a perspectiva certeira de que quando esse material ficasse devidamente pronto, com overdubbings gravados, mixagem e masterização na pós-produção, haveria de ter qualidade boa.

Da esquerda para a direita: Carlinhos Machado, Phill Rendeiro, Kim Kehl, Humberto Zambrin e eu (Luiz Domingues). Os Kurandeiros  no estúdio Mad de São Paulo. 15 de julho de 2026. Acervo e cortesia: Kim Kehl. Click: Lara Pap

O técnico que operou o áudio foi o proprietário do estúdio Mad, Humberto Zambrin, que era (e é), extremamente gentil, hospitaleiro e com o qual mantínhamos amizade há anos, dada a constatação de que Os Kurandeiros ali estavam a ensaiar desde antes da pandemia de 2020. Além disso, Humberto se mostrava como um experiente e muito técnico músico como baterista, sendo consagrado no mundo do Heavy Metal, até internacionalmente, como membro de uma banda famosa nesse meio, o "Attractha". Portanto, além da sua extrema gentileza costumeira para nos receber sempre bem, a sua ótima noção de teoria musical e seus dotes como engenheiro de áudio contribuíram bastante para a captura bruta desse material ter soado tão bem.

Depoimento filmado na sala técnica do estúdio Mad, a anunciar que uma novidade estava a ser produzida a partir daquele dia, 15 de julho de 2026. Acervo e produção: Kim Kehl. Filmagem: Lara Pap

Eis o link para assistir no YouTube:

https://www.youtube.com/shorts/CUn4krY7ZZM 

Filmagem de um pedaço da performance das duas músicas que estávamos a gravar no dia 15 de julho de 2026 nas dependências do estúdio Mad de São Paulo. Intercalam-se trechos de "O Filho do Vodu" e "O Kurandeiro". Acervo e produção: Kim Kehl. Filmagem: Lara Pap

Eis o link para assistir no YouTube:

https://www.youtube.com/shorts/LDYTqdz5_t0

E por último, eis um registro individual focado na minha pessoa (Luiz Domingues), com a câmera Go-pro acoplada ao headstock do meu instrumento. Estoua a executar um trecho da música "O Filho do Vodu". Os Kurandeiros no estúdio Mad de São Paulo. 15 de julho de 2026. Acervo e produção: Kim Kehl. Edição na pós-produção: Luiz Domingues. Filmagem: Lara Pap   

Eis o link para assistir no YouTube

https://www.youtube.com/shorts/LWP3DHUUzIM3

No dia 26 de julho de 2026, o administrador do grupo "Rock Brasileiro sem Fronteiras" do Facebook, publicou uma lista a conter discos que através de suas respectivas artes de capa, fizessem alusão ao universo das motocicletas & motociclistas. A nossa banda entrou para essa lista arrolada na posição de número vinte e cinco, por conta da capa do CD "Cidade Fantasma" que contém uma motocicleta, embora tal veículo não esteja como destaque principal da arte dessa capa. 

E nessa mesma semana, tivemos marcada a sessão de overdubbings  das músicas que estávamos a preparar versões ao vivo em estúdio, para o dia 29 de julho de 2026 

Continua...

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Autobiografia na música - A Chave do Sol - Capítulo 460 - Por Luiz Domingues

Eu (Luiz Domingues) a ostentar em minhas mãos uma cópia do LP "The Key", obra lançada pela nossa banda, A Chave do Sol, em 1987. Foto promocional feita para divulgar o lançamento do livro "A Chave do Sol" (a autobiografia de Luiz Domingues na música - Volume V/Tomo B). Click, acervo e cortesia: Michel Camporeze Téer

No dia 7 de março de 2026, aconteceu a tarde de autógrafos específica para celebrar o tomo B da minha obra "A Chave do Sol", o volume V da minha autobiografia. Sobre tal evento, eu já publiquei uma matéria a fornecer plena cobertura, mediante muitas fotos e vídeos, portanto, não vou repetir tal relato neste capítulo, pois, esse texto já está disponível há tempos no arquivo deste blog 2. 

No entanto, mais ocorrências boas A Chave do Sol teve nos meses subsequentes, independente da ótima movimentação que os dois tomos do volume V da minha autobiografia gerou por si só.

Novamente bem agraciado pela Webradio Crazy Rock, eis que eu constatei com alegria que um mini especial da nossa banda foi programado para ocorrer na edição 486 do programa "Só Brasuca", na semana de 16 a 22 de maio de 2026.

E a 97 Rock Radio, fez uma bonita homenagem à nossa banda em sua página na rede social Facebook em 5 de julho de 2026. Mediante um texto relativamente longo e que me surpreendeu positivamente, devo acrescentar, um histórico bem feito, com direito a vários elogios foi publicado, mediante a imagem da capa do nosso EP de 1985 como ilustração base. Fiquei surpreendido e até comovido com tal manifestação ocorrida.

Cabe acrescentar que essa emissora a operar no espectro do webradialismo, na verdade era (e é) herdeira do espólio da antiga 97 FM da cidade de Santo André-SP, que nos anos 1980 teve papel preponderante na divulgação do Rock e na qual, A Chave do Sol teve muita execução do seu som e diversas participações em programas dessa casa, com direito a entrevistas, atrações entre elas tais como: "Reynação", do saudoso jornalista, Leopoldo Rey, "Riff Raff"do então muito jovem radialista, Richard Nacif e a "Sessão Rockambole" do destemido comunicador, Beto Peninha.  

A 97 fez história e generosa, deu muito espaço para a nossa banda e outras tantas de amigos nossos, como por exemplo, o Golpe de Estado cuja associação com o meu querido amigo, Laert Sarrumor, frutificou com as famosas vinhetas que alimentaram a emissora por anos a fio e por conseguinte, impulsionou a carreira do Golpe de Estado, que dava os seus primeiros passos em 1985, de uma forma absurda.

Em suma, que bom que essa versão webradio da antiga 97 FM, estivesse a se propor a levar adiante o legado, ou seja, fiquei também tocado por esse aspecto quando deparei-me com a publicação, a me despertar mais que o sentimento de gratidão, mas sim, regozijo.

A pegar carona na publicação da 97 Rock Radio, eis que um fã da nossa banda (Lucas Santos), também publicou no Facebook no mesmo dia, a mesma matéria e alertou-me mediante aviso sobre a ocorrência, o que me alegrou, a denotar que a matéria repercutira e despertara emoções da parte de nossos admiradores. 

Em 9 de julho, o fã, amigo e ativista cultural, Valdecir Santos, um histórico entusiasta d'A Chave do Sol, mais uma vez enviou-me vídeos a mostrar a audição de discos d'A Chave do Sol através de seu belo equipamento de som Hi-Fi. A escutar uma das versões da música "Solange" contidas no CD "Dose Dupla", que retrata as duas demo-tapes que gravamos em 1986 e também a versão ao vivo (e bastante picotada e mal gravada), da nossa interpretação para a canção "Muito Romântico" do Caetano Veloso, com a rara (e bela) interpretação da vocalista Verônica Luhr na formação da nossa banda.

“Solange” – CD Bootleg “Dose Dupla” – audição em aparelho Hi-Fi por Valdecir Santos em 9 de julho de 2026  

Eis o link para assistir no YouTube:

https://youtu.be/noXTbp81vMA

“Muito Romântico” (Caetano Veloso) – CD Bootleg Ao vivo 1982/1983” – audição em aparelho Hi-Fi por Valdecir Santos em 9 de julho de 2026

Eis o link para assistir no YouTube:


https://youtu.be/E93_oGdqNpo
E a versão ao vivo, mesmo toda fragmentada e mal gravada da música "Muito Romântico" do Caetano Veloso, pelo viés da releitura d'A Chave do Sol, foi programada para ser executada na edição de número 494 do programa "Só Brasuca", pela Webradio Crazy Rock, na semana de 11 a 17 de julho de 2027.

Mesmo sendo oriunda de uma gravação precária e tratada como um registro arqueológico raro a conter a voz de Verônica Luhr, como componente de nossa banda, o fato de ser relacionada muito me alegrou, a denotar que o programador e produtor do programa, Julio Cesar Souza, mantinha forte apreço por tal registro, a se tratar de uma faixa extraída do CD bootleg, "Ao Vivo 1982/1983", álbum que eu mesmo produzi e lancei em 2020.

Na prática, o professor Julio também relevou a condição insalubre desse áudio mal-ajambrado e isso também me alegrou, no sentido de que o fato da nossa extinta banda ainda despertar emoções das pessoas  soava-me como algo auspicioso e mais uma vez, a me dar a certeza que se aos olhos da análise fria, a banda nunca ter ingressado no sortudo rol de artistas que alcançam o mainstream da música profissional, mesmo condenado ao limbo do "underground", a nossa banda logrou êxito.

Portanto, parabéns para a nossa banda e em especial aos companheiros que já não estavam mais entre nós em pleno ano de 2026, para parafrasear a letra de "Sun City" que enfatizara: "em pleno ano de 1986!"

Publicação feita pelo ativista cultural, Rogério André, conhecido também pelo apelido de "Kiss", no ambiente do grupo "Rock Brasileiro em Revista", na rede social "Facebook", a divulgar um DVD pirata que circulava livremente pelo mercado, a apresentar uma compilação de vídeos com aparições d'A Chave do Sol em programas de TV entre 1983 e 1987.  22 de julho de 2026

Desta vez por intervenção minha, eu reconheço, quando elaborei a lista de artistas para compor a edição 496 do programa "Só Brasuca", da Webradio Crazy Rock, a bordo da minha participação mensal ao lado do professor Julio Cesar Souza (o produtor dessa atração radiofônica), eis que no bloco sobre os anos 1980, eu incluí a versão da canção "Intenções", contida no CD bootleg "Lira Paulistana 85", uma rara execução com a presença do vocalista Fran Alves na formação da nossa banda. Ocorreu na semana entre os dias 25 e 31 de julho de 2026   

Continua...