O camelo blatela
A coruja chirria
Chilram as aves
Espocam os foguetes
Fremem as vestes
Frufrutam os vestidos
Guincham os ratos
Gorgoleja a agua
Ribomba o trovão
Tartamudeia o gago
Trissa a calhandra
Ululam os lobos
Zinem os insetos
Zunzunam os motores
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço
Neste meu segundo Blog, convido amigos para escrever; publico material alternativo de minha autoria, e não publicado em meu Blog 1, além de estar a publicar sob um formato em micro capítulos, o texto de minha autobiografia na música, inclusive com atualizações que não constam no livro oficial. E também anuncio as minhas atividades musicais mais recentes.
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domingo, 18 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Mergulho - Por Julio Revoredo
Vê-se
Noite e Luz
Singrar o que foi, feito, será
O obscuro ascende
Qualquer sede do sinistro
No título existem ideias
Prefiro, as que se perdem
Busco o intacto
O Marte que ninguém viu
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
Noite e Luz
Singrar o que foi, feito, será
O obscuro ascende
Qualquer sede do sinistro
No título existem ideias
Prefiro, as que se perdem
Busco o intacto
O Marte que ninguém viu
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Dois - Por Julio Revoredo
Deambulas pelo inóspito amanhecer, do amor e do desejo proibido
Misteriosa e colorida mulher, libido
A noite sob luz de velas, imagino seus contornos e curvas tão belas
Com o chegar do anoitecer hiemal
Mulher sinistra e insondável
Quase um trasgo
Uma imóvel visagem
Um entontecer atemporal
E um sonho recorrente ou a realidade permanente ?
Tomo um sintro, em minha solidão
Sou um infausto homem, sem razão
Sonho com o silêncio vencido, por seu encontro havido
Ao mesmo tempo, que o tempo gris, faz-me possuído
Perseguido pela ideia de possui-la
E do alívio do amor correspondido
Estou num tempo intermediário em suspensão
Sou um visionário, sem visão
Ela é a mulher impossível e tão próxima
Um desejo proibido a percorrer
No que parece, que não brota e não está para nascer
Porque, pode ser um pesadelo a arrefecer-me
Misteriosa e colorida mulher, sem tempo
No fundo sua estação é o verão
É a brisa marinha
É o sol que se avizinha
Procurando perceber
O que está contido
O que está por ser
Numa lufada de selvagem paixão a viver
Quando enfim libertos
Juntas temos nossas almas sem proibição, em um só coração
Podemos enfim, a felicidade ter, nos dois
Despertos
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. É Poeta e letrista de diversas canções que compusemos em parceria, para três bandas pelas quais eu fui componente: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
Misteriosa e colorida mulher, libido
A noite sob luz de velas, imagino seus contornos e curvas tão belas
Com o chegar do anoitecer hiemal
Mulher sinistra e insondável
Quase um trasgo
Uma imóvel visagem
Um entontecer atemporal
E um sonho recorrente ou a realidade permanente ?
Tomo um sintro, em minha solidão
Sou um infausto homem, sem razão
Sonho com o silêncio vencido, por seu encontro havido
Ao mesmo tempo, que o tempo gris, faz-me possuído
Perseguido pela ideia de possui-la
E do alívio do amor correspondido
Estou num tempo intermediário em suspensão
Sou um visionário, sem visão
Ela é a mulher impossível e tão próxima
Um desejo proibido a percorrer
No que parece, que não brota e não está para nascer
Porque, pode ser um pesadelo a arrefecer-me
Misteriosa e colorida mulher, sem tempo
No fundo sua estação é o verão
É a brisa marinha
É o sol que se avizinha
Procurando perceber
O que está contido
O que está por ser
Numa lufada de selvagem paixão a viver
Quando enfim libertos
Juntas temos nossas almas sem proibição, em um só coração
Podemos enfim, a felicidade ter, nos dois
Despertos
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. É Poeta e letrista de diversas canções que compusemos em parceria, para três bandas pelas quais eu fui componente: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
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domingo, 3 de abril de 2016
Passagem - Por Julio Revoredo
Nada acaba, quando tudo se transforma
Quando o sábio passa e se conforma
Onde a vida continua
Onde tudo retorna
Onde tudo é passagem
Onde tudo se elabora
Nada acaba, quando tudo se transforma
Onde a vida continua
Onde tudo é passagem
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas composições criadas em parceria com trabalhos realizados em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta, e Patrulha do Espaço.
Quando o sábio passa e se conforma
Onde a vida continua
Onde tudo retorna
Onde tudo é passagem
Onde tudo se elabora
Nada acaba, quando tudo se transforma
Onde a vida continua
Onde tudo é passagem
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas composições criadas em parceria com trabalhos realizados em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta, e Patrulha do Espaço.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Distúrbios e Vórtices Mentais, Após Algumas Quedas - Por Julio Revoredo
Distúrbios e vórtices mentais, após algumas quedas.
Do panegirico a São Paulo
Piva e a paranoia
Juan Rulfo, Chão em Chamas
Skagboys
Experiência Yage
Fabulous Furry Freak Brothers!
Avalanche polifônica
Subsversão de escalas
Onírico Carroll
Mundos Hiperbólicos
Cruijff ?
The Kettle of Fish
Oxus
Square Park NY
Unidade rítmico-formalverbicovisual
Stephen Dedalus, árvores lhe acenam
Contra o dia, o parabrisa Pynchon.
Crumb !
Cacitioi oileh
Juliette Gréco
Deshabillez-Moi.
Lilian Lemmertz
Vestígios de duplos, sonhos acordados, visões de Cody, terreno
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de várias músicas que criamos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
Neste poema, ele nos traz inúmeras imagens cinematográficas e literárias, a estabelecer um mosaico onírico e instigante.
Do panegirico a São Paulo
Piva e a paranoia
Juan Rulfo, Chão em Chamas
Skagboys
Experiência Yage
Fabulous Furry Freak Brothers!
Avalanche polifônica
Subsversão de escalas
Onírico Carroll
Mundos Hiperbólicos
Cruijff ?
The Kettle of Fish
Oxus
Square Park NY
Unidade rítmico-formalverbicovisual
Stephen Dedalus, árvores lhe acenam
Contra o dia, o parabrisa Pynchon.
Crumb !
Cacitioi oileh
Juliette Gréco
Deshabillez-Moi.
Lilian Lemmertz
Vestígios de duplos, sonhos acordados, visões de Cody, terreno
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de várias músicas que criamos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
Neste poema, ele nos traz inúmeras imagens cinematográficas e literárias, a estabelecer um mosaico onírico e instigante.
sábado, 21 de dezembro de 2013
A Seco - Por Julio Revoredo
Eco rubro ante o dobro ombro de qualquer outubro gris
Sob o especular sombra que adumbra a memoria branca
Olho o salto e o que assombra ecoa mudo disforme
Nudo sob o signo azul do que secou não a morte e sim a vida
Clero distante do que deambula ou erra no que é semblante
Ora fogo ora sordello em seus mistérios quando corre
E sua através da floresta oclusa, em que encerra o espelho e o brilho perdido
Do que aquilo margeia e como ressaca e delusão
Ao começa só com o mar e os osnis
E tenho dito eco.
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria, em três bandas onde atuei : A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
Aqui nos traz uma misteriosa imagem, mas sempre com a contundência que lhe é peculiar.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Pálpebra - Por Julio Revoredo
Conjuga o abrir e o ver a luz
Mas também, o fechar e o sorrolho
Como também o instrumento, o olho.
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço. Aqui, ele nos apresenta um poema sintético sobre a visão humana do mundo e da vida.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Suave Vazio - Por Julio Revoredo
Do escasso improvável
A euforia se dissipou
Obras sobre papel atemporal
Música indiana tradicional
Justapõem-se à técnica.
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço.
Neste poema, ele evocou imagens sobre ícones culturais que calam fundo no coração aquariano, e que sofreu a posteriori, ao vê-las se dissiparem pelos ventos cinzas da reação...
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Ode to Thelonious - Por Julio Revoredo
THE US MK I L O(3)N(2)=PIANO.
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço. Aqui neste poema, foi sintético em sua homenagem ao grande músico, Thelonious Monk.
Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço. Aqui neste poema, foi sintético em sua homenagem ao grande músico, Thelonious Monk.
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