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domingo, 12 de janeiro de 2014

Justiça...Caminho para Humanização ! - Por Telma Jábali Barretto

Qual será a medida mínima evolutiva para que sejamos considerados humanos ?
Escolas esotéricas e espiritualistas costumam afirmar que necessário seria alguma racionalidade acompanhada de generosidade...
E, quais seriam parâmetros usados para avaliar quanto mínimo de mente/coração?
Se consideramos a mente como capacidade de aprendizado e memorização, diríamos que começamos nos animais nossa humanização, já que também aprendem, sentem e respondem afetivamente...mas, quão longe estão eles e ainda nós, ditos humanos, até esse grau de diplomação...
Há séculos estamos aprendendo a usar a mente e a apreender.
Diferentes formas, escolas de pensamento, básicas, primitivas até as mais refinadas, de ateus ou religiosos, cursamos, e, só bem mais recentemente, aparecem propostas para entender e processar também as emoções: QI E QE.
Começamos então a humanização ? Sim, claro !
Mas, longa é a jornada e quanto, quanto, por ainda acessar...
“Penso, logo existo”, “mens sana in corpore sano” e até descobrimos que ‘temos’ corpo !
Também com tais pensares, hoje sabemos que pensamentos e sentimentos adoecem nossa casa, este espaço físico que ocupamos acostumados até a acreditar que seja nossa Vida, seja a casa ou o corpo assim como o planeta que habitamos.
Tudo isso que viemos fazendo, supomos, tem nos levado ao que chamamos humanização.
Sim...e por mais incrível que possa parecer, deixamos de ser surreais, etéricos e até ‘espirituais’ e, assim, ocupamos espaço físico pleno de ideias e emoções, e, fisicamente, dois corpos não ocupam o mesmo espaço, de onde concluímos, em nosso continuado e eterno aprendizado, nos levará, daqui em diante, humanizados, a nova e diferente forma de nos relacionar uns com outros, consequentemente... ciência, política, religião, educação e tantas mais...construiremos !
Dessa premissa e perspectiva que, para existir, temos que deixar existirem e isso é uma maneira de pensar justiça da forma mais transcendente, cósmica, espiritual, respeitosa e, finalmente, humanizada ! Jaya !!!
Maturidade então conquistamos como seres: responsáveis pela própria existência, conscientes da interferência e interdependência da própria Vida Cósmica...e, que assim seja...Amém !





Telma Jábali Barretto é colunista fixa do Blog Luiz Domingues 2. Engenheira civil, é também uma experiente astróloga, consultora de harmonização de ambientes e instrutora de Suddha Raja Yoga.
Nesta crônica, nos fala sobre o processo lento de humanização, mediante a compreensão da justiça sob parâmetros macrocósmicos, além da ética primitiva das convenções sociais que respeitamos, normalmente.
 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Os "Vilões" ao Longo do Processo - Por Telma Jábali Barretto

Quantos véus ainda teremos que tirar para sair dessa incrível necessidade de achar "o culpado" ?... Sim !!!

Precisamos "dele" e não vivemos sem "ele", ou, como (sobre) –viveremos completa e absolutamente responsáveis pelo que acontece?
É preciso ser bastante adulto como individualidade, alma antiga, experiente ou com - ciência de si, o suficiente, para não transferir culpas ou méritos da própria trajetória, assumindo e assinando escolhas e decisões que, em algum momento, passam a ser nosso único patrimônio, perseguindo ou premiando, como algo intransferível. Se muito politizado, a culpa é do sistema.
Se muito analisado, a culpa é do pai/mãe. Se muito científico, é da genética (seja ela biológica ou conjunto cultural que nos cerca).

Se muito místico, a culpa vai do pecado original, passando pelo ‘karma’ e agora, finalmente, se revestindo do "ego".

E quantos pesos carrega hoje o ‘ego’!!!

Onde, por Deus?! pelas barbas de Netuno?!
Estava essa ‘indefesa’, ‘inocente’, e, quem sabe
"incompetente" individualidade que, como pluma ao vento, foi "sofrendo", "errando", se "enganando", sendo "traída e trapaceada" pelo "‘mal" (volto a dizer: pelo sistema ou heranças)
ao experimentar o que chamamos viver?

Porque não enxergar, simplesmente, os níveis de complexidade
 degustados com as vivências que, individual e coletivamente, construímos na Teia da Vida

Somos e seremos eternamente coautores do processo!

Se conseguimos entender e aceitar um pouco do que seja
 a teoria quântica, necessário também aceitar a importância do
olho do observador.

Não seria ele, essa individualidade nomeada agora
"demoníaco ego" ?!...algo a ser castrado, enterrado e deletado?!

Vale reflexão!!!

Como ser o todo, se não chegamos a (re) conhecer a parte. Como ser o Uno e o Verso?!
E, principalmente, como, ainda carregados de pesos tão dualistas e dicotômicos com essa incrível e surreal mania de perseguição,
alcançamos já tão subjetivas percepções, quânticas até,
algum olhar mais equânime sobre a própria manifestação da vida?

...Ainda há um pouco da Idade Média que subsiste em nós...
e que um salto quântico nos alavanque além dela !!!


Telma Jábali Barretto é colunista fixa do Blog
Luiz Domingues 2. Engenheira civil, é também uma experiente astróloga, consultora para harmonização de ambientes e instrutora de Suddha Raja Yoga.

Nesta matéria, discursou sobre os subterfúgios
que usamos comumente, para nos isentarmos de nossas responsabilidades pessoais no processo evolutivo.