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terça-feira, 2 de junho de 2020

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 128 - Por Luiz Domingues

A pandemia decorrente do Coronavírus, obrigou-nos a observar a reclusão, mas em tempos de Internet, a banda não deixou de gerar novidades. Lembro-me bem, o nosso guitarrista, Kim Kehl, fez diversas apresentações ao vivo, via Redes Sociais, diretamente de seu QG, o estúdio "Mandioka", que todo arrumado como se fosse um mini Café Teatro, ficou charmoso como ambientação. 

E além disso, matérias em site e blogs, assim como a ocorrência de execuções de nossas músicas em webradios, movimentaram as atenções em nosso favor, para gerar muitos comentários através das Redes Sociais.

Em 7 de maio de 2020, o ativista cultural/blogger/radialista e músico, Cesar Gavin, lançou o trailer/teaser da minha entrevista para o seu programa: Vitrola Verde. Em sete episódios, eu falei naturalmente sobre a minha carreira inteira e no último episódio, justamente o de número sete, o assunto foi a minha história construída com Os Kurandeiros, desde 2011 e também houve um espaço para eu falar sobre a Magnólia Blues Band, banda paralela e derivada dos próprios, Kurandeiros, que a despeito de ter criado a sua própria história, teve tudo a ver com a nossa banda.
Eis o link para assistir o "teaser" das minhas entrevistas ao programa "Vitrola Verde", no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=b7HzOBs6gIc
Na semana entre 11 e 16 de maio de 2020, um depoimento pré-gravado de minha parte, Luiz Domingues, foi veiculado em sinal de apoio à emissora Webradio A.S. Brazil, sob um convite do poeta, escritor radialista e ativista cultural, Luiz "Barata Cichetto" e quatro músicas d'Os Kurandeiros, tocaram durante a programação: "Seja Feliz", "Último Blues", "Faz Frio" e "Andando na Praia".  

Em 17 de maio de 2020, eu fui convidado pelo poeta, escritor radialista e ativista cultural, Luiz "Barata Cichetto" a elaborar uma lista com vinte músicas de artistas brasileiros diversos e nesse bojo, a incluir duas músicas d'Os Kurandeiros: "Seja Feliz" e "Andando na Praia", especialmente para o programa "Música dos Músicos", veiculado pela Webradio A.S. Brazil 

Eis o link do podcasting para escutar o programa:
https://www.asbrazil.com/podcasts/?fbclid=IwAR3RhfAluPrqjAO384tAE01zVPhHfhI62vTCssnaV0mBFHrt4Z3cEyp1hd0

Uma execução foi programada para a música: "Hey, Gringo", na emissora Logo FM de Manaus, em 23 de maio de 2020.

Eis o Link para ouvir tal participação no podcasting da emissora:
https://soundcloud.com/marco-ant-nio-ribeiro-2/mib_230520_parte3?fbclid=IwAR2Zked2_Daoam2WfhMX6BabQfEZEGzMLRKcJrIhDZt8jx4xSat2dJF9mKc
Uma outra grande novidade no campo do marketing, foi em torno do protótipo que eu recebi de uma capa (ou fronha como queira), para travesseiro, com a capa e contracapa do CD "Seja Feliz, como estampa. Tal experimento foi projetado pela artista plástica, Amanda Fuccia, que também trouxe-me a máscara anti-pandemia com o logotipo d'Os Kurandeiros, no mesmo dia. Aprovado, tornou-se uma opção para a venda aos fãs, enquanto item de segurança para enfrentar-se a pandemia.
Em 25 de maio de 2020, o sexto episódio de minha longa entrevista ao programa: Vitrola Verde foi lançado, e através dele, eu falei sobre a minha atuação com a banda, "Nu Descendo a Escada", que acompanhava o compositor/cantor e escritor/poeta, Ciro Pessoa e logicamente que esse trabalho também pode ser considerado um derivado direto da minha atuação com Os Kurandeiros, juntamente com Kim Kehl e Carlinhos Machado nessa formação.

Eis o link para assistir no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=zd6FaA9bXew 

Em 26 de maio de 2020, eu fui entrevistado no programa "Hipomania", do comunicador Ibryss, através da Mutante Rádio. Nessa ocasião, falei sobre a minha carreira inteira, a incluir Os Kurandeiros e logicamente a ressaltar o momento atual da nossa banda, incluso com a perspectiva de um novo disco. 

E também interagi com as perguntas formuladas por diversos internautas. Alguns dias depois, já em 6 de junho, o "podcasting" dessa entrevista foi anunciado para ser escutado a qualquer momento.

Eis o link para escutar essa entrevista na íntegra:

https://www.mixcloud.com/mutant…/hipomania-27-mutante-radio/
Após o lançamento oficial do nosso clip filmado pelo estúdio V8, em março último, eis que a repercussão muito boa que ele obteve, gerou a indicação para figurar em uma seção denominada: "Drops' do portal "Dica do Rock", em 28 de maio de 2020.

Eis o Link para acessar a matéria:
E para fechar o mês de maio em pleno transcorrer de quarentena, com mais uma notícia positiva, uma música d'Os Kurandeiros ("Hey, Mãe"), foi programada para fazer parte do programa: "Só Brasuca" da Webradio Crazy Rock, entre 30 de maio a 6 de junho de 2020. Ou seja, estávamos a nos resguardar da pandemia, mas a banda seguiu a gerar novidades nesses dias tão difíceis que vivemos em pleno isolamento sanitário.

Continua...

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 21 - Por Luiz Domingues

Ocorreu que um grupo folclórico da Turquia, havia tocado em um evento em São Paulo, naquele final de semana, e algum produtor responsável pela presença de tais artistas, resolveu forçar um "encaixe" desses artistas na feira da Pompeia. De pronto, mesmo com o atraso absurdo que já havia ali instaurado, a famosa e típica subserviência brasileira em relação à estrangeiros prevaleceu. Então, a mocinha da produção nos disse que os turcos se apresentariam antes de nós, mas que seria uma apresentação curta, só para aproveitar a presença deles ali, e que não poderia mesmo ser de outra forma, pois os estrangeiros estavam com pressa para irem ao aeroporto, pois o seu voo para Istambul seria ainda naquela noite.

Enfim, atraso por atraso, nos resignamos mais uma vez e ficamos a aguardar nas rodinhas de amigos animadas e reforçadas pela presença do poeta, Julio Revoredo, e do guitarrista/cantor/compositor, César de Mercês, que apareceu ao entardecer. Os turcos realmente foram rápidos no seu número folclórico, e o público demonstrou ter apreciado a dança e a canção tradicional turca dos rapazes paramentados conforme as suas tradições folclóricas etc.

No entanto, quando eles deixaram o palco, fomos impelidos a montar o nosso equipamento sob uma velocidade impossível para garantir o mínimo necessário de qualidade, e assim, sob a pressa desmesurada, tivemos que iniciar o set, mesmo com problemas no amplificador do Kim, e aquele monitor horroroso e padrão para festivais desse porte.

Contudo, o pior veio a seguir, quando a mesma moça da produção, com a sua prancheta em mãos, sinalizou-nos freneticamente na lateral do palco, a dizer para encerrarmos imediatamente, pois o tempo estava estourado e haveriam outras bandas a se apresentar... ora, estávamos no começo da segunda música, apenas! Resignado, eu sorri para ela e avisei os companheiros sobre a solicitação surreal da parte da ("des")produção, e de nada adiantaria ficarmos nervosos ou indignados, pois mandariam desligar o PA sem nenhum cuidado para preservar a nossa dignidade artística. Qual a novidade? Quando esse tipo de festival não causa esse dissabor aos artistas? 

Talvez se marcassem menos artistas, o tempo fosse melhor equacionado, mas na hora de escalar os artistas para os vários palcos, deviam raciocinar como dirigentes de federações de futebol que sempre desejam formular campeonatos com mais times do que seria ideal para uma tabela racional etc. Enfim, tocamos duas músicas apenas, sob condições sonoras bastante desconfortáveis e o tempo em que usamos o palco fora terrivelmente desproporcional ao tempo em que esperamos a vez de tocar, na prática. As músicas que tocamos foram: "Sou Duro" e "A Galera Quer Rock". 

Na segunda cançãoque executamos, o Cesar de Mercês entrou sem avisar-nos, e emendou um solo de gaita improvisado e bem interessante. Foi engraçada a entrada repentina dele em cena, pois entrou a correr e sob um momento em que eu estava meio de lado, em direção ao Carinhos Machado, o nosso baterista, pelo canto do olho, vi a sua presença como uma sombra muito rápida a passar e quando me dei conta, já ouvia uma gaita no monitor, apesar da maçaroca sonora perpetrada pela não equalização profissional do som.

Bem, experientes, saímos do palco resignados com o péssimo tratamento dado pela organização do evento, e dispostos a não estragar o fim do domingo com lamentos, pois tocar em eventos assim, surpreendem se esse tipo de mal-estar não acontecer e não o contrário...

Continua...

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 19 - Por Luiz Domingues

As próximas apresentações ocorreram novamente no Magnólia Villa Bar.
No dia 6 de março de 2013, Os Kurandeiros tocaram novamente no formato de quinteto, com os reforços de Nelson Ferraresso e Phil Rendeiro, sempre bem-vindos e enriquecedores para o som da banda.
Tivemos mais uma data no Magnólia Villa Bar. Foi o dia 8 de maio de 2013 e com Phil Rendeiro a engrossar as fileiras dos Kurandeiros, que tocamos em meio a uma noite fria, ainda que as noites de maio não fossem verdadeiramente frias há tempos, desde que o fenômeno do "aquecimento global" começou a nos assolar...
No dia 8 de maio de 2013, tocamos como quarteto, sem a presença do ótimo tecladista, Nelson Ferraresso.
Mas enfim haveria uma apresentação marcada para um palco maior, e com a oportunidade de se tocar somente o repertório autoral da banda, que era sempre uma possibilidade mais prazerosa para todos nós.
Estávamos escalados para tocar na Feira de Artes da Vila Pompeia. Se por um lado foi animador, pelo outro, as minhas experiências com a Feira anteriormente, ao tocar com a Patrulha do Espaço e o Pedra, houveram sido estressantes, devido à balbúrdia que geralmente era apresentar-se nesses festivais com muitas bandas e inevitáveis problemas de organização, atrasos, produtores e técnicos mal-humorados, dificuldade para estacionar o carro etc. A despeito das minhas lembranças pregressas não tão boas, lá fomos nós...
Continua...

domingo, 18 de outubro de 2015

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 18 - Por Luiz Domingues

 
Entramos enfim no ano de 2013, que marcaria a recuperação do Kurandeiro-Mor, e a lenta retomada do embalo perdido pela banda, devido às dificuldades de saúde que ele enfrentou no ano anterior.
Animado e 100% imbuído de vontade de tocar, o Kim convocou os Kurandeiros para três shows em janeiro, no Magnólia Villa Bar.
Tais apresentações ocorreram nos dias 9, 16 e 23 de janeiro de 2013, a movimentar um público bem razoável para o padrão da casa, às quartas. Foram noites quentes de verão, e também de Blues e Rock'n' Roll. Nos três dias, o time dos Kurandeiros foi o mesmo, com o Kim na guitarra, Carlinhos Machado na bateria, Phil Rendeiro na guitarra e Nelson Ferraresso nos teclados.
No dia 9, Ciro Pessoa & Isabela Johansen estiveram presentes e marcaram com participação especial. 
Em fevereiro, três dias antes do carnaval, voltamos ao palco do Magnólia Villa Bar. E mais uma vez com a formação de quinteto, com a participação de Phil Rendeiro e Nelson Ferraresso, a enriquecer a apresentação. Não tivemos um grande público para nos prestigiar, mas nos divertimos muito em meio a uma noite quente de verão. Isso ocorreu no dia 6 de fevereiro de 2013.

Eis o Link para assistir no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=_f57PgGi8vg

Continua...