Neste meu segundo Blog, convido amigos para escrever; publico material alternativo de minha autoria, e não publicado em meu Blog 1, além de estar a publicar sob um formato em micro capítulos, o texto de minha autobiografia na música, inclusive com atualizações que não constam no livro oficial. E também anuncio as minhas atividades musicais mais recentes.
Mostrando postagens com marcador Sidharta Capítulo 17.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sidharta Capítulo 17.. Mostrar todas as postagens
domingo, 5 de outubro de 2014
Autobiografia na Música - Sidharta - Capítulo 17 - Por Luiz Domingues
A minha euforia foi muito grande, pois após anos vividos sob dissabores e por ter estabelecido muitas concessões ao plano de vida primordial, considerei ter conseguido resgatá-lo, finalmente. E nessa euforia juvenil que os garotos proporcionavam naturalmente, eu vibrava na mesma energia que eu tive nos anos setenta, quando mergulhei na música, ainda adolescente. A minha euforia avolumara-se ao verificar que tinha duas joias preciosas em mãos.
Rodrigo e Marcello, em foto do primeiro show da Patrulha do Espaço, em agosto de 1999, onde a minha projeção feita nos tempos do Sidharta, começou a concretizar-se de fato, sobre a explosão do talento assombroso de ambos
Rodrigo e Marcello eram geniais, por ser ambos, multi-instrumentistas; vocalistas; compositores; letristas, e extremamente jovens e bem apessoados. Tinham tudo para explodir na carreira, portanto. Não é fácil formar uma banda com dois talentos desse porte. E o Zé Luiz, apesar de não vibrar com essa mesma intensidade que nós, na questão do resgate retrô que a banda propunha, compensou com sua animação pela banda em si. Estava ansuioso para tocar, e empolgado com os garotos.
E convenhamos, Dinola era (é) um grande músico, que eu também estava a apreciar ter como sócio novamente, pois o seu caráter que é irretocável, juntava-se ao fato de ser um músico extraordinária. Se já o achava excelente no tempo d'A Chave do Sol, naquele instante, onze anos depois, mostrara-se ainda ainda mais técnico e agora, muito experiente. Portanto, também não era (é) fácil arrumar um baterista dotado desse altíssimo nível, para integrar-se a uma nova banda. Foi uma época muito bonita, que realmente guardo com muita força em minha memória, pois a rigor, foi o meu "canto do cisne", na determinação para seguir o meu plano inicial, traçado em 1976. A cada nova música que surgia; a cada letra; a cada arranjo que enriquecia as canções, eu senti arrepios de euforia !
Continua...
Assinar:
Postagens (Atom)



