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sábado, 14 de novembro de 2015

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 24 - Por Luiz Domingues

Cheguei primeiro às dependências da Galeria Olido, e não havia ninguém conhecido naquele momento. O espaço onde tocaríamos ainda estava a promover um outro evento, e pelo horário, é claro que atrasaria e dessa forma, a montagem do palco e soundcheck do segundo evento da noite estaria muito prejudicado (como sempre).
Então, a observar do lado de fora o animado baile popular que ali estava a acontecer, percebi que o Edvaldo Santana aproximava-se e ao me avistar com o estojo do instrumento, logo deduziu que eu seria componente de uma das bandas que fariam aquele show compartilhado. Nos apresentamos, e conversamos animadamente, quando ele me contou um pouco de sua trajetória na música, e mesmo sendo uma conversa rápida e sem grande aprofundamento, eu pude extrair algumas impressões muito boas sobre o seu trabalho, como por exemplo a forma como pensava, a sua luta nas músicas para exprimir letras de conteúdo sociais contundentes etc.
Santana falou-me que após o show de choque que faria naquela tarde/noite, se dirigiria com a sua banda para uma casa noturna da periferia, onde tocaria em um outro show mais para o fim da noite, e deu para notar que ele era mesmo um artista batalhador, daqueles que faziam das tripas coração para viver de música, ainda mais autoral, sem nem uma migalha da atenção da mídia mainstream, sem empresário e sem nenhuma estrutura.

Gostei disso, e de pronto, pensei comigo que o seu perfil parecia o de artistas "malditos" como o Zé Geraldo, por exemplo, que tem uma identidade artística parecida e igualmente sobrevive, mantém fãs e seguidores, sem ter apoio algum, tanto empresarial, quanto fonográfico, e muito menos de mídia mainstream.

A seguir, o guitarrista de sua banda chegou e eu notei que ele estava com dificuldades para estacionar o carro na imensa garagem que a galeria possui, mas por conta de burocracia massacrante, sempre é um inferno conseguir a sua liberação para que os artistas o usem.
Os Blues Riders em ação na Galeria Olido, nesse dia. Áureo é o primeiro à esquerda, a usar uma guitarra Gibson SG

Enfim, sanado esse problema para o rapaz, eu observei que chegou o Áureo, guitarrista dos Blues Riders, uma banda que reputo ser uma das mais batalhadoras do circuito underground de São Paulo, com quase vinte e cinco anos de atividades até aquele momento e uma luta incrível para atingir os seus objetivos.

Muitíssimo gentil, o conheço desde o início dos anos noventa, e foi um prazer revê-lo ali nos bastidores do evento. Os Blues Riders tocariam também. Enfim notei a chegada de Kim Kehl, junto à sua esposa, Lara, acompanhados do tecladista/vocalista e gaitista, Claudio Veiga, que também participaria desse show. E o último de nossa banda que chegou, foi o nosso baterista, Carlinhos Machado.

O Luiz Calanca, dono da loja/selo Baratos Afins, era o curador desse show, e chegou animado com a noitada que prometia ser boa e de fato, o foi mesmo.

O ambiente era um salão envidraçado que pertencia à Galeria Olido, em contato com a rua, ou seja, a margear a Galeria pelo lado da rua e dessa forma, por ser envidraçada, dava vazão para que as pessoas que caminhassem tanto pela avenida São João, quanto pela Rua Dom José de Barros, pudessem ver o show pelo lado de fora, a lembrar a estrutura da sala Adoniran Barbosa, do Centro Cultural São Paulo.
Sem uma boa condição acústica, todavia, o segredo naquele salão envidraçado era tentar tocar o mais baixo possível, para minimizar a reverberação que seria inevitável.

Sem tempo algum para realizar um soundcheck, ainda que rápido, vimos que a única solução plausível seria deixar a banda do Edvaldo Santana ajeitar a toque de caixa o seu set up, e assim dar uma passada ridiculamente rápida por uma música apenas, para iniciar o show imediatamente, visto que as pessoas ligadas à produção da Galeria pressionavam o curador do evento, Luiz Calanca, para abrir as portas para o público que se aglomerava no local.

Feito isso, o Edvaldo fez questão de ser o primeiro artista da noite, pois estava com pressa para se locomover para o segundo show que faria naquela mesma noite. As portas se abriram e assim que o Calanca deu o sinal, a banda emitiu os seus primeiros acordes...

Nessa foto que achei na Internet, estou sentado a assistir a apresentação do Edvaldo Santana (sou o segundo, da direita para a esquerda e o primeiro é o Carlinhos Machado)


Continua...

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 23 - Por Luiz Domingues

Já no dia 4 de setembro, o nosso baterista, Carlinhos Machado, esteve de volta ao seu posto. Tocamos novamente no Magnólia Villa Bar e a seguir, teríamos um outro compromisso, que seria um show de choque a ser realizado em um espaço inusitado. 

Na galeria Olido, no centro de São Paulo e ao lado da Galeria do Rock, existe um belo teatro, onde funcionou por anos o Cine Olido, mas a se tratar de um prédio com grande proporção, existem também outros equipamentos culturais da Secretaria de Cultura Municipal de São Paulo.

Luiz Domingues & Kim Kehl na Galeria Olido, 2013. Foto: Bolívia e Cátia

Uma das outras opções ali naquele complexo cultural, é um exótico salão envidraçado, que está instalado no nível da rua, e ali, o dono da loja Baratos Afins, Luiz Carlos Calanca, era curador de um show semanal denominado: "Rock na Vitrine". 

Nesse espaço, ele apresentava em todo sábado, nessa época, três atrações musicais a atuar com shows de choque, mediante entrada gratuita para o público. Muitos artistas bons do Rock já haviam se apresentado ali, além de artistas de outras vertentes e nesse mês de setembro de 2013, Os Kurandeiros de Kim Kehl estiveram escalados.

As outras atrações escaladas foram: Edvaldo Santana e o grupo, Blues Riders. Eu conheço o pessoal dos Blues Riders desde os anos noventa, acho muito bom o trabalho deles e como pessoas, eles são sensacionais. Portanto, fui animado para esse show, pois sabia que seria prazeroso estar na companhia desses amigos. 

No entanto, não conhecia o trabalho do Edvaldo Santana, até então. Confiei na opinião de pessoas que haviam me dito que o trabalho dele era bastante interessante, ao produzir algo híbrido entre o Blues e a MPB setentista. Bem, fiquei curioso e com vontade de aproveitar a oportunidade para conhecer o seu trabalho.

 Luiz Domingues em ação com Os Kurandeiros. Galeria Olido, 2013. Foto: Bolívia e Cátia

Continua...

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 8/8/2015 - Sábado / 21 h. - Bierboxx - Vila Madalena - São Paulo / SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros

8 de agosto de 2015

Sábado - 21 Horas

Bierboxx

Rua Fradique Coutinho, 842

Vila Madalena

São Paulo - SP

KK & K :

Kim Kehl - Violão, Dobro e Voz
Carlinhos Machado - Bateria e Voz
Luiz Domingues - Baixo

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 24/1/2015 - Sábado / 21 h. - Santa Sede Rock Bar - Santana - São Paulo / SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros

24 de janeiro de 2015

Sábado  -  21:00 Horas

Santa Sede Rock Bar

Avenida Luiz Dumont Villares, 2104

Santana

Estação Parada Inglesa do Metrô

São Paulo - SP

KK & K :

Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado - Bateria e Voz
Luiz Domingues -Baixo

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 12/12/2014 - Sexta-feira / 21:00 H. - Melts - Liberdade - São Paulo / SP


Kim Kehl & Os Kurandeiros

12 de dezembro de 2014

Sexta-Feira  -  21:00 Horas

Melts

Avenida Liberdade, 472

Liberdade

Estação Liberdade do Metrô

São Paulo - SP

KK & K :

Kim Kehl - Guitarra e Voz
Carlinhos Machado - Bateria eVoz
Luiz Domingues - Baixo

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 20/9/2014 - Sábado - 21:00 horas - Casa Amarela Pub - Osasco / SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 20 de setembro de 2014

Sábado  -  21:00 Horas.

Projeto : "Hoje Tem Blues"

Casa Amarela Pub

Rua Mariano Jatati Marcondes Ferraz, 96

Centro

Osasco  -  SP

KK & K :

Kim Kehl - Guitarra e Voz
Carlinhos Machado - Bateria e Voz
Luiz Domingues - Baixo

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 19/9/2014 - Sexta - 21:30 h. - Pinheiros - São Paulo /SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 19 de setembro de 2014

Sexta-Feira - 21:30 Horas

Bierboxx

Rua Fradique Coutinho, 842

Pinheiros

São Paulo / SP

KK & K :

Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado : Bateria e Voz
Luiz Domingues : Baixo

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 24/8/2014 - Domingo/20:00 horas - Diminuta Bar - Ipiranga - São Paulo / SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 24 de agosto de 2014

Domingo - 20:00 Horas

Diminuta Bar

Rua Almirante Lobo, 622

Ipiranga

São Paulo - SP

Participação Especial : Edu Dias - Gaita, Voz e apresentação

KK & K :

Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado : Bateria e Voz
Luiz Domingues : Baixo

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 15/8/2014 - Sexta/21:00 h. - Gambalaia - Santo André/SP




Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 15 de agosto de 2014

Sexta-Feira - 21:00 horas

Gambalaia Espaço de Artes & Convivência

Rua das Monções, 1018

Bairro Jardim

Santo André - SP

Convidados Especiais : 

Nelson Ferraresso (Teclados)
Marcos Mamuth (Guitarra e Vocal)
Caio Rossi (Guitarra)

KK & K :

Kim Kehl (Guitarra e Vocal)
Carlinhos Machado (Bateria e Vocal)
Luiz Domingues (Baixo)

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - Dia 8/8/2014 - Sexta / 21:30 h. - Santa Sede Rock Bar - São Paulo

Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 8 de agosto de 2014

Sexta-Feira - 21:30

Santa Sede Rock Bar

Avenida Luiz Dumont Villares, 2104

Santana - Estação Parada Inglesa do Metrô

São Paulo - SP

Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado : Bateria e Voz
Luiz Domingues : Baixo

sábado, 19 de julho de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 19/7/2014 - Sábado / 21:00 h. - Bierboxx - Pinheiros - São Paulo / SP


Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 19 de julho de 2014

Sábado  -  21:00 h.

Bierboxx

Rua Fradique Coutinho, 842

Pinheiros

São Paulo  -  SP

KK & K :

Kim Kehl - Guitarra e Voz
Carlinhos Machado - Bateria e Voz
Luiz Domingues - Baixo

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Kim Kehl &Os Kurandeiros - 11/7/2014 - Sexta-feira - 21:00 h. - Melts - Av. Liberdade, 472 - Liberdade - São Paulo/SP


Kim Kehl &Os Kurandeiros 

Dia 11 de julho de 2014

Sexta-feira

21:00 h.

Melts

Av. Liberdade, 472

São Paulo / SP

KK & K :

Kim Kehl - Guitarra e Vocal
Carlinhos Machado - Bateria e Vocal
Luiz Domingues - Baixo

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 3 - Por Luiz Domingues


Nesse recado, o Kim foi direto, e forneceu-me os seus telefones, ao convidar-me a ligar, e assim conversarmos mais detalhadamente sobre os seus planos imediatos. Um dos trabalhos, era obviamente integrar a sua banda, chamada como : Kim Kehl & Os Kurandeiros, com dois CD's lançados oficialmente, e uma infinidade de promos disponíveis pela internet. O trabalho seguia a linha básica do Rock'n Roll e do Blues, e assim, o som dos Kurandeiros também passeava pelo R'n'B; Soul; Pop; Country; Gospel; Folk, e demais derivados da raiz negra, norteamericana. Na ativa desde 1992, os Kurandeiros de Kim Kehl tinham bastante estrada & histórias.

E a outra proposta, surpreendeu-me : o Kim estava na banda de apoio do cantor / compositor, Ciro Pessoa, um ex-Titãs, e Ex- Cabine C, bandas oitentistas, e egressas da cena do Pós-Punk. 

Em princípio, achei exótico lidar com alguém dessa cena que sempre julguei ser antagônica aos meus ideais, mas claro que deixei preconceitos de lado, e aceitei conhecer o trabalho, e certamente entrar nele. Logo mais falo sobre a surpresa agradável que eu teria nesse contato com o Ciro, e muito pelo contrário, estabeleceria amizade instantânea com ele, e passaria a apreciar muito o seu trabalho solo, contido nos seus discos pós Titãs e Cabine C. Já estou a contar essa história paralela sobre minha a participação na banda do Ciro Pessoa, aqui no Blog 2. 

De volta a narrar sobre Kim Kehl & Os Kurandeiros, a minha conversa com o Kim foi muito positiva pelo telefone, e dessa forma, eu logo aceitei entrar na banda e trabalhar com ele. O baterista do "KK & K" era um velho amigo, que eu conhecia desde o início dos anos noventa, o Carlinhos Machado, um sujeito sensacional. Ele é uma das personalidades mais cativantes do métier do Rock paulistano, com mil histórias sobre os anos setenta etc. 

Eu o conhecera na loja do baixista, Sérgio Takara, quando ele, Carlinhos, também possuíra uma loja na mesma galeria da Rua Teodoro Sampaio. O Takara fora baixista dos Kurandeiros por muitos anos e lá em sua loja, eu também conheci o Kim, formalmente, nos anos noventa, embora o conhecesse de vista desde os anos oitenta. Portanto, entrar para o KK & K seria (e foi), muito agradável nesse aspecto, pois eu soube de antemão que não haveria nenhum problema de adaptação, ao sentir-me entre amigos, desde o início. E teve mais ! Naquele momento, o baixista em ação na banda, era o Glauco Teixeira, meu ex-aluno e um grande amigo, que aliás teceu várias considerações, em vários tópicos desta autobiografia, iniciada na plataforma da extinta rede social, Orkut. 
KK&K na Feira da Pompeia em maio de 2011, três meses antes de eu entrar na banda, e com Glauco Teixeira no baixo

Eu mesmo havia sugerido que ele entrasse nos Kurandeiros, tempos antes, ao fazer uma ponte, e agora, eu entraria no seu lugar, pois a agenda dele em sua outra atividade profissional, não estava a ajustar-se adequadamente à agenda dos Kurandeiros. Portanto, o KK & K tinha (e tem), um clima de irmandade muito grande para a minha história na música, e não só por esses músicos citados, mas por outros que citarei neste relato.

Esse contato telefônico ocorreu mais ou menos na metade de agosto de 2011. O Kim mandou-me arquivos, via E-Mail, de músicas para eu ir a preparar, mas com calma, sem previsão de estreia em curto prazo. O repertório inicial que recebi forjara-se em termos de Rocks e Blues, com pegada rítmica e harmônica, tradicional. Aparentemente seria simples para executar, mas eu sabia bem que no caso dos Blues, enganava-se o músico desinformado, que fosse "fácil" tocar, por conta da  sua aperente simplicidade harmônica. Na verdade, um Bluesman experiente, sabe bem quando alguém mete-se a tocar blues, e não é do ramo. Por isso, apesar de preparar o grosso das músicas, eu sabia que no momento crucial, haveria macetes aos quais, eu não tinha familiaridade para lidar com desenvoltura, e todo cuidado seria pouco. Porém, tudo ficou mais assustador, quando recebi o telefonema do Kim, em uma segunda-feira, dia 22 de agosto de 2011 ! De súbito, disse-me que o Glauco já não poderia estar presente no próximo show, e pediu-me para que eu empreendesse o "sacrifício" em encarar essa apresentação, já na quarta-feira subsequente, dia 24 de agosto.

-"Tudo bem, vamos lá"... respondi-lhe. Muito experiente e compreensivo, o Kim agradeceu e tranquilizou-me, ao dizer-me que ajudar-me-ia, e que falhas seriam relevadas, para eu tocar tranquilo. E assim, sem ensaios, fui para o meu primeiro show com os Kurandeiros de Kim Kehl...



Continua...

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - Dia 7 de junho de 2014 - Sábado - 21:30 h. - Pinheiros - São Paulo / SP


Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 7 de junho de 2014

Sábado - 21:30 h.

Bierboxx

Rua Fradique Coutinho, 842

Pinheiros  

São Paulo  -  SP

KK & K :

Kim Kehl : Guitarra e Vocal
Carlinhos Machado : Bateria e Vocal
Luiz Domingues : Baixo
 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - Dia 6 de junho de 2014 - 21:00 h. - Melts - Liberdade - São Paulo / SP


Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 6 de junho de 2014

Sexta-Feira  -  21:30 h.

Melts

Avenida Liberdade, 472

Liberdade

São Paulo  -  SP




KK & K :

Kim Kehl : Guitarra e Vocal
Carlinhos Machado : Bateria e Vocal
Luiz Domingues : Baixo 


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - 9/5/2014 - Sexta-Feira/21:00 h. - Santa Pimenta Bar - Jaguaré / SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros + Edu Dias

Dia 9 de maio de 2014

Sexta-Feira - 21:30 h.

Santa Pimenta Bar

Avenida Antonio de Sousa Noschese, 255

Jaguaré

São Paulo - SP

KK & K :

Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado : Bateria e Voz
Luiz Domingues : Baixo

Convidado Especial : Edu Dias - Gaita e Voz 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - Dia 26/4/2014 - Casa Amarela Pub - Osasco / SP


Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 26 de abril de 2014

Sábado - 21:00 h.

Casa Amarela Pub

Rua Dr. Mariano J. Marcondes, 96

Centro

Osasco  -  SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros :

Kim Kehl : Guitarra e Voz
Carlinhos Machado : Bateria e Voz
Luiz Domingues : Baixo

quarta-feira, 5 de março de 2014

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 2 - Por Luiz Domingues

Estava mesmo tranquilo, confiante e sobretudo ocupado com essa nova atividade como escritor / blogueiro e autobiógrafo, quando surgiram as primeiras sondagens de bandas e músicos interessados em meus serviços, como músico. O primeiro sinal nesse sentido, entre abril e julho de 2011, deu-se quando fui sondado por uma jovem banda em início de carreira. Em conversa pelo inbox do Facebook, ouvi o som deles, e não gostei, por achá-lo pesado demais para o meu gosto.

Tratava-se de um som influenciado pelo Hard-Rock oitentista, e com ares modernosos. Para quem conhece-me bem, e nesta autobiografia deixo muito claro qual é a minha formação musical básica, é claro que esses dois fatores que identifiquei na obra deles, não agradam-me em nada. Independente disso, creio que o outro fator que pesou para eu declinar do convite, foi por sentir a inexperiência dos rapazes. Eu não teria nenhum problema em trabalhar com músicos bem mais novos do que eu, porém, nesse caso, achei-os imaturos, mesmo. Portanto, além de não gostar da proposta artística, pesara o fato desses rapazes ser bastante imaturos, e convenhamos, nesse caso, seria um sacrifício em meu caso (e do alto de meus então, cinquenta e um anos de idade), e dessa forma, eu não teria nenhum motivo para encarar um negócio desses. 

Não revelarei o nome da banda, mas achei-os animados, e extremamente simpáticos, portanto, desejei boa sorte, e estou na torcida por eles alcançarem os seus objetivos, pois são garotos "do bem", e merecem o êxito na carreira. Outra sondagem foi a de uma banda já consolidada, com discos lançados etc. Mas essa sondagem foi sutil, por não explicitar-se.

Ficou só nas insinuações, mas eu não dei muita vazão, pois os próprios membros da banda davam a entender que o trabalho caminhava para a dissolução, desencantados com as dificuldades do mercado etc. Não faria sentido entrar em uma banda em vias de extinção, ao ter recentemente passado pelo mesmo processo com o Pedra. Uma terceira oportunidade revelou-se também insípida. Tratou-se de um músico, muito gentil, aliás, mas que convidou-me apenas para unir forças, talvez para gravarmos algo juntos. Não foi nem uma proposta concreta para formar uma nova banda, ou projeto que fosse. Foi muito "aéreo" demais, apesar dele ser gente boa. Prefiro não revelar nem o nome da banda que citei acima (que aliás encerrou atividades, de fato), e nem o desse músico do qual falei no parágrafo acima.

Tampouco revelarei do próximo... embora essa quarta oportunidade tivesse sido a mais tentadora, nesse período. Tratou-se de uma banda jovem e super talentosa, que eu admirava muito. Estava acostumado a incentivá-los, e divulgar o seu trabalho pelas redes sociais, com enorme prazer, inclusive. Foi então que recebi uma sondagem de dois de seus membros, sabedores que o Pedra havia encerrado atividades. Fiquei surpreendido, pois não imaginava que estariam a perder o seu ótimo baixista. Mas, parecia que o rapaz iria sair, e eles lembraram de minha pessoa.

Eu teria entrado com muito prazer nessa ótima banda, apesar deles ser bem novos. E não importar-me-ia em vestir a camisa, mesmo sabedor de que tratava-se de uma banda sem produção; dinheiro em caixa e tampouco contatos. Seria um começar de novo, com uma banda zero Km, a percorrer a inevitável via crucis dos iniciantes, mas isso não incomodar-me-ia, a grosso modo. Mas culminou que eu não aceitei o seu gentil convite, porque simultaneamente, recebi um recado no Facebook, e no Orkut, vindo de um guitarrista muito conhecido no meio Rocker paulistano, e mostrou-se uma proposta dupla de trabalho, bastante interessante. O nome desse guitarrista... Kim Kehl !

Continua...

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Autobiografia na Música - Kim Kehl & Os Kurandeiros - Capítulo 1 - Por Luiz Domingues


Quando comecei a escrever a minha autobiografia, na extinta Rede Social Orkut (comunidade, "Luiz Domingues", de propriedade de Luiz Albano, um grande amigo e incentivador), o Pedra tinha acabado de anunciar o fim de suas atividades e durante três meses, fiquei sem banda, oficialmente. Alguns convites surgiram, inclusive o de uma emergente banda que eu gosto muito, e que estava para ficar sem baixista naquela mesma ocasião. Eu teria entrado tranquilamente em tal grupo, pela sua qualidade técnica e artística, mas o destino levou-me para outro lado. Foi em agosto de 2011, que recebi um recado via Facebook, da parte do guitarrista, Kim Kehl, e daí em diante, já começava mais uma história para contar...

O Pedra vinha a arrastar-se em um processo estressante, há bastante tempo, e quando iniciou-se o ano de 2011, os outros três membros decidiram encerrar as atividades da banda, definitivamente. Apesar de concordar que a carreira da banda definhava, fui contra a decisão, por acreditar (e ainda penso igual), que um período sabático poderia acontecer, mas não necessariamente para dar a entender publicamente que a banda acabara. Fui voto vencido e tive que acatar a decisão dos demais em encerrar as atividades da banda. Fiquei muito chateado com isso, mas nem um pouco preocupado com o meu futuro, pois àquela altura, a beirar os 51 anos de idade, eu sabia que tinha um nome consolidado, e que seria uma questão de tempo para surgir novos convites de trabalho. Por favor, que o leitor não tome-me como um pedante por estar a afirmar isso e portanto a faltar com a modéstia, mas ao ser realista, eu sabia que por estar nesse patamar de idade, e a ostentar uma longa carreira, teria novas chances, em qualquer momento. Então, com o anúncio oficial do fim das atividades do Pedra a sair em abril de 2011, eu estava muito tranquilo nesse sentido. E para colaborar com o meu estado de espírito, sob bom astral, foi nessa mesma época que surgiu um convite para eu publicar uma matéria em um Blog da Internet. Tal convite viera da parte de um amigo de Campo Mourão / PR, que eu conheci também no Orkut, chamado : João Marcos Durski, popular Juma. 

Engenheiro agrônomo; Rocker & Blogueiro da pesada : Juma Durski

Ele acabara de colocar no ar um Blog, e convidou-me a colaborar com textos, periodicamente. Esta porta abriu-se para mim, de uma forma surpreendente, pois doravante, minhas matérias no "Blog do Juma" (no futuro, Rádio Rock do Juma), repercutiram fortemente nas redes sociais, e com uma enxurrada de comentários, animei-me ainda mais. Logo surgiram outros convites vindos de outros Blogs e assim, esse meu lado escritor, aflorou, ao dar-me um prazer incrível, pois sempre gostei de escrever, desde criança, mas só ali, em pleno 2011, isso concretizou-se, pelo uso dos Blogs, e redes sociais da Internet. 

No Blog do Juma, iniciei uma série de resenhas sobre filmes com conexão direta ou indireta com o Rock, e isso fez enorme sucesso.
Mas também publiquei muitos textos sobre política; comportamento; economia; futebol; e cinema, em muitos outros Blogs. E na mesma época, surgiu a oportunidade para iniciar esta autobiografia, graças à ação concedida pelo Luiz Albano, dono da comunidade do Orkut que já mencionei, e também do amigo, Marinho "Rocker", de Lavras / MG, que sempre incentivou-me a escrever as minhas memórias, além de outros amigos que manifestaram-se diversas vezes nesse sentido, também. Portanto, entre abril e julho de 2011, estive super ocupado com essas duas atividades como escritor; blogueiro, e a cuidar dos passos iniciais da minha autobiografia.


Primeira foto / Crédito : Grace Lagôa

Continua...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Kim Kehl & Os Kurandeiros - Dia 7/2/2014 - Sexta - 23:00 h. The Pub - Rua Augusta, 576 - São Paulo / SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 7 de fevereiro de 2014

Sexta-feira - 23:00 h.

The Pub

Rua Augusta , 576

Consolação - São Paulo - SP

Kim Kehl & Os Kurandeiros :

Kim kehl - Guitarra e Voz
Carlinhos Machado - Bateria e voz
Luiz Domingues -Baixo