quarta-feira, 22 de março de 2023

Autobiografia na Música - Patrulha do Espaço - Capítulo 351 - Por Luiz Domingues

Agora eu falo a respeito do áudio do disco e em específico das onze faixas das quais participo neste álbum. Em primeiro lugar é preciso destacar que o trabalho de captura feita pela unidade móvel do estúdio Orra Meu, foi muito bem feito. Capitaneado por André Miskalo, Gustavo Barcellos e Ricardo Schevano, e em perfeita sincronia com o equipamento de PA terceirizado pelo Sesc Belenzinho, mas operado por Rafael Marigo, que também era um técnico que costumava trabalhar nos estúdios Orra Meu de uma forma recorrente, foi portanto, pautado por esse bom entendimento entre os técnicos envolvidos que se tornou viável o caminho para que essa campanha fosse exitosa, e claro, além do fato de que a excelência do equipamento usado nessa empreitada, se revelou vital.
Mesmo sem muitos ensaios, principalmente a se considerar a enorme quantidade de músicos convidados em específico para esse show, acredito que a performance foi muito boa e assim, praticamente não houve falhas e dessa maneira, foi pouquíssima a necessidade de se recorrer à prática do "overdub" que precisou ser feita a posteriori nas dependências do estúdio.

Sobre o trabalho de mixagem, acredito que foi igualmente um trabalho muito bem executado e a masterização, idem, mas cabe uma reflexão de minha parte. Por conta da banda ter novamente buscado o peso como uma referência após o encerramento da nossa formação chronophágica em 2004, então muito focada em usar as raízes vintage do Rock como fonte inspiradora, toda a orientação desse álbum ao vivo de 2018, seguiu tal parâmetro no qual a banda mergulhara como uma opção no seu momento pós-2005, portanto, mesmo em temas mais amenos, o peso se fez presente e no tocante aos timbres das guitarras e até do baixo, se pendeu para tal vertente mais "modernosa" do Hard-Rock pós-anos 1980 como uma referência praticamente automática da parte dos técnicos envolvidos e com a anuência da banda. 
Como é bem sabido do leitor habitual da minha autobiografia, situa-se milhas longe das minhas convicções pessoais imprimir tal  característica estética, no entanto, como eu estive presente ao longo dessa turnê como um convidado não opinante e assim, respeitoso ao extremo com as resoluções tomadas pela banda, ou a trocar em miúdos, pronto para acatar a orientação generalizada, se fez necessário ser resiliente e dessa forma, participei sem criar nenhum embaraço, certamente. Todavia, o peso que o álbum apresenta em seu bojo, não é do meu agrado e em certos casos de canções que nasceram sob outros padrões, ou ditames para ser mais preciso, para o meu gosto, penso ser bem excessivo. 
Porém, estão ali registrados os momentos pelos quais eu tive o prazer de conviver mais uma vez com os meus companheiros de outrora, isso sem me esquecer de mencionar uma nova amiga que se tornou querida, na pessoa de Marta Benévolo, dotada de múltiplos predicados, como por exemplo a deter consigo um campo de visão cultural muito avantajado e a se revelar como uma artista plástica talentosa, entre outros atributos. 
 
Já em relação ao show que gerou esse disco, é preciso destacar igualmente uma série de amigos de outras tantas histórias na minha trajetória pessoal que eu tive o prazer de reencontrar e assim, ao folhear as páginas do encarte desse álbum e sobretudo ao escutar as suas faixas, eu sempre terei a lembrança boa dessa fase de 2018 & 2019, quando eu pude construir mais um longo capítulo da minha autobiografia, a conter uma nova etapa gerada com essa banda e assim, é claro que sempre terei orgulho e saudade desse tempo.  

Outras faixas não contidas nesse disco, ficaram à espreita de alguma oportunidade futura para compor novas coletâneas ou serem lançadas como faixas bônus de novos álbuns de inéditas que a banda viesse a gravar, haja vista que em 2023, a Patrulha do Espaço voltou para a estrada, ou seja, a abrir tal perspectiva. 
 
Outros shows dessa turnê de 2018-2019 também foram gravados e embora não com a mesma qualidade sonora desse show do Sesc Belenzinho, poderiam gerar novidades, com caráter bootleg, ou "rough mix" em algum momento. Aliás, eu sabia que havia ainda nessa fase de 2023, "outtakes" do nosso disco ao vivo de 2004, guardados e prontos para vir a tona a qualquer momento. Portanto, fico com o sentimento e esperança, de que a minha história com a Patrulha do Espaço ainda renderá novidades e nesses termos, é só uma questão de tempo para que eu possa anunciar tais fatos.
 
E mais um dado, ainda havia uma infinidade de vídeos da nossa formação para ganhar espaço público e muitos deles, em minha posse. Então, esse acervo que era grande, poderia crescer mais. 
 
Abaixo, eis a ficha técnica básica do disco e os respectivos links para se escutar as faixas das quais eu participo, alojadas em um dos meus canais de YouTube.
Patrulha do Espaço CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 Gravado ao vivo no Sesc Belenzinho de São Paulo, em 3 de novembro de 2018 
Técnicos de gravação ao vivo: André Miskalo, Gustavo Barcellos e Ricardo Schevano. (unidade móvel do estúdio Orra Meu - São Paulo) 
Mixagem: Gustavo Barcellos (estúdio Orra Meu - São Paulo) Masterização: Gustavo Vazquez (estúdio Rocklab - Goiânia) 
Arte e design gráfico: Marta Benévolo 
Operação de PA ao vivo: Rafael Marigo 
Roadies da turnê: Samuel Wagner, Daniel "Kid" Ribeiro, Diogo Barreto, Fábio Blanes, Criss Rock e Jardel Simões 
Apoio logístico: Manuela Santana 
Fotos: Dean Claudio, Marcelo Crelece, Edgar Franz "Bolívia" e Catá Rock, Leandro Almeida, Luciano Paim, Rafael Castejon e Marcos Kishi 
Produtor associado: Marcello Schevano 
Texto do encarte e produção geral: Rolando Castello Junior 
Suporte: Orra Meu estúdios/Records, Voice Music, Rock Artisan e Classic Metal. 
 
Rolando Castello Junior: Bateria 
Rodrigo Hid: Guitarra, teclados e voz 
Marcello Schevano: Guitarra, teclados e voz 
Marta Benévolo: Voz 
Luiz Domingues: Baixo e voz  
"São Paulo City" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023
 
Eis o link para escutar no YouTube:
 
"São Paulo City" soa mais pesada do que o seu normal em nosso tempo como formação fixa da banda. Mas a essência do Blues-Rock setentista está ali registrada e todos os pontos "chave" da canção (a impressionante introdução de bateria com o Rolando, o solo em duo ultra melódico a evocar o som do "Wishbone Ash" e o refrão com as três vozes da comissão de frente da nossa formação, entrando com uma força avassaladora, estão ali bem delineadas, como nos velhos tempos.
 
"Nave Ave" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023
 
Eis o link para ouvir no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=CU-XoHpEgFU
 
A sutileza do Rock Progressivo ficou um pouco prejudicada pelo peso extra imprimido nesse áudio, mas sobre tal opção de padrão escolhido eu já falei anteriormente. Apesar disso, é uma boa performance da banda.
 
"Ser" - CD capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023
 
Eis o link para escutar no YouTube:
 
A volúpia dessa versão é bem grande, como sempre foi, naturalmente. Sem ser repetitivo, mas é preciso reforçar, a nossa ideia para executar essa música, sempre foi ter o Grand Funk como inspiração de Blues-Rock pesado, ali daquela fase de 1969,1970, mais ou menos, mas nesta versão, soa como um Hard-Rock pós anos 1990, se é que me entendem...

"Robot" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023

Eis o link para ouvir no YouTube:
 
Sobre "Robot", de fato, a concepção da música foi o Hard-Heavy dos anos oitenta como base, ou seja, compatível ao seu nascedouro naquele contexto de 1985, quando foi concebida. E assim soou ao vivo, a preservar a sua característica.
 
"Berro" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023
 
Eis o link para escutar no YouTube: 
 
Considero essa balada composta pelo saudoso, Ivo Rodrigues, como uma peça belíssima, super emotiva e toda concebida sob signos setentistas adoráveis, embora tenha sido gravada pela nossa banda em 1981, já a adentrar uma década hostil a essa concepção. Na história da nossa formação, nós a executamos poucas vezes, infelizmente, e foi por volta de 2003, em alguns shows da turnê do álbum ".ComPacto".  Por sorte, o Rolando a selecionou para fazer parte da lista da turnê de 2018-2019 e eu a toquei em todos os shows a imprimir uma dose de emoção muito grande na minha interpretação pessoal, por gostar muito dela, por identificar a raiz setentista explícita que ela contém e por ligar ao fato de que o seu compositor, Ivo, já havia partido, além dos amigos, Sergio Santana e Dudu Chermont, ambos da formação de 1980-1984 que a gravaram e tocaram muito ao vivo.

Lembro-me de um show em Ponta Grossa, no Paraná, cuja viúva do Ivo, Suka Rodrigues, esteve presente e quando começamos a executá-la eu sinalizei para ela, mostrando o céu, como uma metáfora sobre onde o Ivo estaria e foi a minha forma de prestar o meu sentimento.
 
Esta versão tem a voz impressionante do grande cantor, Rogério Fernandes, como convidado e com aquele "canhão" que ele tem na garganta, realmente a música se agigantou ainda mais. E apesar do peso todo, soou muito bem.

"Serial Killer" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. lançado em 2023

Eis o link para ouvir no YouTube:
 
Canção um tanto quanto obscura do repertório da banda, foi gravada em 1992 e ficou de fora do álbum: "Primus Inter Pares", para ser lançada como single e fazer parte de coletâneas a posteriori. Tema Hard-Rock bacana, contém um bom riff e nesta versão teve a voz do Rogério Fernandes novamente com a sua performance demolidora (Percy Weiss a gravou em 1992), e a guitarra de Xando Zupo como convidado, que também a gravou nessa ocasião. 
 
"Livre como você" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023

Eis o link para escutar no YouTube:
 
Bela canção orientada pelo Southern-Rock setentista em linhas gerais, essa música faz parte do disco "Z-Sides", álbum solo do guitarrista Xando Zupo e que teve como banda base na sua gravação feita em 2003, a nossa formação completa da Patrulha do Espaço em sua fase chronophágica.  Nesta versão ao vivo, com a repetição total dos músicos que a gravaram, incluso Xando Zupo, o tema soou muito bem e se tornou uma peça rara da discografia da Patrulha do Espaço com a sua inclusão, pois anteriormente só era achada no disco de Xando Zupo.

"Arrepiado" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023

Eis o link para ouvir no YouTube:
 
Versão super emocionante desse clássico do repertório mais antigo da nossa banda . Aqui, com a não menos potente voz de Xande Saraiva no comando e com a sua ótima atuação como guitarrista ao fazer o solo de slide super melódico. 
 
Essa versão já havia sido lançada anteriormente, como um bônus para o relançamento do disco homônimo de 1980, através de uma edição de luxo comemorativo dos quarenta anos do seu lançamento em 2020.

"Mar Metálico" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023

Eis o link para escutar no YouTube:
 
Música muito querida dos fãs na fase do trio clássico de 1980-1984 (Rolando, Serginho e Dudu), esse tema nunca fora executado pela nossa formação chronophágica, nos quase seis anos em que estivemos juntos, uma infeliz coincidência, pois além de ser uma música querida dos fãs, nós sempre gostamos muito dela.
 
Música composta pelo meu amigo e companheiro de Kurandeiros, Kim Kehl, essa peça é originariamente do repertório de sua ex-banda, o Lírio de Vidro que fez a sua fama no Rock paulista nos idos de 1979 e 1980, abrindo shows do Made in Brazil e Tutti-Frutti e da própria, Patrulha do Espaço.
 
Nesta versão, Kim Kehl atuou junto conosco, fez o solo e a música soa como um Hard-Rock quase Prog, a lembrar bastante o som do "Uriah Heep" nos anos setenta. 

"Olho Animal" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Lançado em 2023

Eis o link para ouvir no YouTube: 
 
Tema que o fã da Patrulha do Espaço em sua fase mais pesada exige, normalmente, nesta versão tem novamente a voz impressionante de Rogério Fernandes como um destaque.

"Columbia" - CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. lançado em 2023

Eis o link para escutar no YouTube:
 
"Columbia" geralmente sempre fechou todo show da nossa banda após 1982, quando ela foi lançada, uma tradição mantida desde então e que permaneceu em nossa formação, aliás. Assim como no nosso disco ao vivo de 2004 (mas lançado em 2007, para deixar claro), mais uma vez um disco ao vivo com a nossa formação usa tal tema para encerrá-lo. Desta feita, porém, com um arranjo mais direto, sem aquela introdução mais "Prog-Rock" da nossa formação, com uma intenção a la "Jethro Tull", inclusive no uso de flauta.  

E assim eu encerro a minha análise sobre o álbum ao vivo, "Capturados Vivos em São Paulo 2008", mais um disco para ostentar com orgulho na minha discografia com a Patrulha do Espaço e na carreira em geral.
 
Diante das circunstâncias comentadas acima e respaldada também pela perspectiva de mais material antigo vir à tona, esta história muito possivelmente, continua...

segunda-feira, 20 de março de 2023

Autobiografia na Música - Patrulha do Espaço - Capítulo 350 - Por Luiz Domingues

Sobre o projeto gráfico, há de se ressaltar o ótimo uso de fotos extraídas de alguns shows da turnê de 2018-2019, que foram muito bem equacionadas pela artista plástica e cantora da banda, Marta Benévolo, ao compor o lay-out do álbum.

Na capa frontal, a foto é da formação chronophágica completa e acrescida dela, Marta Benévolo, no momento de agradecimento final ao público durante o show realizado no Sesc Belenzinho de São Paulo no dia 3 de novembro de 2018. Ao longo do encarte, fotos desse e de outros shows ilustram as diversas lâminas, a caracterizar um verdadeiro livreto, muito rico ao estilo dos "Book Tours" lançados por grandes bandas ao longo dos anos setenta, principalmente, o que realmente me deixou bastante orgulhoso por ter estado inserido nesse contexto e também pelo fato de poder contabilizar para a minha carreira, um artigo de luxo dessa monta, isto é, uma conquista a mais para ser comemorada.

Fotos de músicos convidados que estiveram presentes nesse show específico do Sesc Belenzinho também são apresentadas e entre eles, Daniel Dellelo, baixista que esteve na formação fixa da banda por alguns anos nos anos 2010 e gravou álbuns de estúdio e um ao vivo, inclusive. Gabriel Costa, que curiosamente é o baixista oficial dessa nova formação de 2023 e Ricardo Schevano, também atuaram no espetáculo e todos eles, além de ótimos músicos, são meus amigos de longa data, portanto, foi um prazer ter tido a presença deles nesse show do Sesc Belenzinho e no caso a se tratar do disco em si, das dezesseis músicas que estão presentes no álbum, eu toquei onze e cinco ficaram a cargo desses ótimos colegas e amigos meus.

Além desses baixistas citados, o show do Sesc Belenzinho também teve a presença de outros músicos a se nomear: Rogério Fernandes (vocalista do Carro Bomba e ex-Golpe de Estado), Xande Saraiva (vocalista e guitarrista do Baranga e Pepe Bueno & Os Estranhos), Ricardo Schevano (Baixista e vocalista do Baranga, Carro Bomba e CaSch), Xando Zupo (meu ex-colega do Pedra e atual-2023- Uma banda Chamada Z), e Kim Kehl (meu colega d'Os Kurandeiros e ex-Made in Brazil, Ex-Lírio de Vidro, Ex-Nasi & Os Irmãos do Blues). 

Além do excelente texto escrito pelo Rolando, a ficha técnica é bem caprichada e traz informações precisas sobre a parte técnica. E nesse caso, é bom destacar a arte dos fotógrafos responsáveis por essa enorme profusão de imagens contidas nessa arte gráfica: Edgar Franz "Bolívia" e Cátia, Dean Cláudio, Leandro Almeida, Luciano Paim, Marcelo Crelece, Marcos Kishi, Raphael Castejon.

Capa frontal oficial. A banda no agradecimento final após o encerramento do  show no Sesc Belenzinho em 3 de novembro de 2018. Da esquerda para a direita: eu (Luiz Domingues), Rodrigo Hid, Rolando Castello Junior, Marta Benévolo e Marcello Schevano. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018  da Patrulha do Espaço. Click: Dean Claudio

As duas primeiras páginas separadas (e unidas a seguir), do encarte a conter como fundo ao início do texto, uma panorâmica da banda no palco do Sesc Belenzinho de São Paulo. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: Dean Cláudio

Segunda lâmina do encarte a conter fotos com a presença do baixista, Daniel Dellelo que tocou as três primeiras músicas do show no Sesc Belenzinho em 2018. As páginas separadas e depois unidas a seguir CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click de Dean Cláudio

Páginas a conter fotos dos músicos convidados para o show do Sesc Belenzinho em 2018. Ricardo Schevano, Rogério Fernades, Xande Saraiva, Gabriel Costa, Xando Zupo, Daniel Dellelo e Kim Kehl. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço.  Clicks de Dean Cláudio e Marcelo Crelece

A banda a posar com o público presente no Sesc Belenzinho em novembro de 2018. Da esquerda para a direita: Marcello Schevano, Marta Benévolo, Rolando Castello Junior, Rodrigo Hid e eu (Luiz Domingues). CD capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: Marcelo Crelece

Fotos da banda do show no Sesc  Belenzinho em novembro de 2018, com exceção da minha (Luiz Domingues), esta oriunda do show no Sesc Pompeia em maio de 2018. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Clicks: Marcelo Crelece, Dean Cláudio e Edgar Franz "Bolívia" & Cátia
A banda a posar ao final do espetáculo, desta feita no palco do Sesc Pompeia em 11 de maio de 2018. Da esquerda para a direita: Daniel "Kid" Ribeiro (roadie), atrás e eu (Luiz Domingues), na frente, Rodrigo Hid, Marta Benévolo, Rolando Castello Junior e Samuel Wagner (roadie). CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: Edgar Franz "Bolívia & Cátia

Parte final do texto e ficha técnica. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço.
Nesta foto exposta em página dupla, confraternização promovida entre a banda, músicos convidados, técnicos e amigo presente no camarim do Sesc Belenzinho nesse momento. E ainda ficou a faltar a presença de alguns músicos e roadies que não estavam no ambiente nesse instante da obtenção da imagem. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: Marcos Kishi

A banda agradece o carinho do público presente, no festival Psicodália em Santa Catarina em 1º de março de 2019. Da esquerda para a direita, com todos de costas para a câmera: Rodrigo Hid, Rolando Castello Junior, Marta Benévolo e eu (Luiz Domingues). CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: Luciano Paim

Foto usada no "espelho" do disco na caixa acrílica da embalagem. Rolando Castello Junior fala com o público da "Virada Cultural" de São Paulo, em 18 de maio de 2018. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018. Click: Leandro Almeida
Contracapa a conter foto da banda a agradecer o público da "Virada Cultural" de São Paulo em 18 de maio de 2018. Da esquerda para a direita: Eu (Luiz Domingues), Rodrigo Hid, Rolando Castello Junior, Marcello Schevano e Marta Benévolo. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: Leandro Almeida

"Label" do disco. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018, da Patrulha do Espaço. Da esquerda para direita: eu (Luiz Domingues), Rodrigo Hid, Rolando Castello Junior, Marcello Schevano e Marta Benévolo, no palco da Virada Cultural de São Paulo em 2018. Click: Leandro Almeida

Capa do invólucro da embalagem do CD capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Da esquerda para a direita, a banda no palco da Virada Cultural de São Paulo em 2018: Marcello Schevano, Marta Benévolo, Rolando Castello Junior, Rodrigo Hid e eu (Luiz Domingues). Click: Leandro Almeida

A contracapa do invólucro do CD Capturados Vivos em São Paulo 2018, da Patrulha do Espaço. Foto da banda ao vivo durante show realizado n a Virada Cultural de São Paulo em maio de 2018.  Da esquerda para a direita: eu (Luiz Domingues), Rodrigo Hid. Rolando Castello Junior na bateria, Marta Benévolo e Marcello Schevano. Click: Leandro Almeida 
O poster adicional disposto em duas partes. com  uma panorâmica da banda em ação durante o show realizado no Sesc Belenzinho de São Paulo em 3 de novembro de 2018. Da esquerda para a direita: eu (Luiz Domingues), Rodrigo Hid, Rolando Castello Junior na bateria, Marta Benévolo e Marcello Schevano aos teclados. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018 da Patrulha do Espaço. Click: desconhecido

As três faces internas do poster adicional, a trazer um painel com fotos dos componentes da banda ao longo de diversos shows da mesma turnê. CD Capturados Vivos em São Paulo 2018, da Patrulha do Espaço. Clicks dos fotógrafos citados anteriormente, misturados.

E claro, falta falar sobre o áudio em si e naturalmente sobre a ficha técnica do álbum.

Continua...

sábado, 18 de março de 2023

Autobiografia na Música - Patrulha do Espaço - Capítulo 349 - Por Luiz Domingues

E como eu já havia comentado em capítulos anteriores, eis que no início do ano de 2023, eu fui avisado que o esperado álbum ao vivo da Patrulha do Espaço, a conter boa parte do material do que havíamos coletado durante a turnê de despedida da banda, na qual eu fui partícipe, finalmente ficou pronto.

A espera por tal disco foi tão grande que eu soube antes do fato, na verdade, por parte de fãs e amigos que passaram a repercutir freneticamente publicações pelas redes sociais da internet, à medida que anunciavam publicamente a aquisição do disco, ao invés da comunicação oficial emitida pelo Rolando Castello Junior para nós membros, fato que só ocorreu no início de fevereiro.

Fui buscar as minhas cópias de recordação nas dependências do estúdio Orra Meu em 10 de fevereiro e mesmo já tendo a informação de que o projeto gráfico do álbum estava muito luxuoso, assim que examinei com maior atenção o material, fiquei muito impressionado. 

Se por um lado eu já conhecia o alto padrão que o Rolando sempre exigiu ao encomendar artes gráficas para apresentar os discos da banda, neste caso, realmente achei que não apenas se manteve tal tradição, como houve um acréscimo de qualidade.

A se tratar de um trabalho magnífico da parte da cantora da banda há muitos anos, no caso eu falo sobre Marta Benévolo, cujo talento extra como artista plástica tem sido usado pela banda há muitos anos, de fato, mais uma vez ela merece todos os elogios por compor uma arte tão bonita, para a capa, contracapa, encarte bastante generoso, além da inclusão de um belo poster como bônus aos fãs e também para a segunda capa invólucro do disco.

Sobre o texto, outra marca registrada do Rolando, eu já disse em ocasiões anteriores e repito que ele escreve muito bem normalmente, e nesses textos que produz especialmente para compor encartes de discos, ele costuma impregnar uma carga de emoção muito forte na forma de narrar a história específica de cada produção, ou seja, Rolando tem o talento como redator para provocar com maestria a emoção dos fãs e tal recurso valoriza ainda mais o conteúdo dos discos.

Bem, como eu já narrei amplamente através de capítulos anteriores, a banda realizou essa turnê de despedida da cena artística e a nossa formação chronophágica foi a base desses shows que demarcaram tal predisposição, acrescida da presença da cantora, Marta Benévolo, que era egressa das formações mais modernas da banda, pós-2010. Nem sempre, no entanto, tivemos o time completo, pois o Marcello a acumular outras tantas bandas simultaneamente, estava com a agenda bem preenchida e assim, muitas vezes, cumprimos os compromissos marcados como quarteto, sem a sua presença.

Outro dado interessante, foi que quase todos os shows que fizemos dessa turnê que ocorreu entre 2018 e 2019, foram gravados, mas se optou para efeito de compor o disco ao vivo, usar apenas a gravação do show realizado no dia 3 de novembro de 2018 no palco do Sesc Belenzinho de São Paulo, pois a despeito de outras gravações terem sido consideradas boas, o fato foi que nesse show em específico, o áudio teve uma captura muito caprichada ao contar com a unidade móvel do estúdio Orra Meu em perfeita sincronia com o equipamento usado como PA nessa noite.

A despeito da gravação do áudio ter sido essa, na prática foram usadas muitas fotos de outros shows que cumprimos, o que enriqueceu a parte gráfica do disco.

A banda de fato fez o último show de sua carreira no palco do Festival Psicodália de Santa Catarina em março de 2019, para fechar essa turnê, mas no decorrer de 2019, o Rolando mudou de ideia e reformulou o grupo ao decidir prosseguir, quando anunciou uma nova formação (com velhos amigos meus convocados, Gabriel Costa no baixo e Wagner Nascimento na guitarra). Por um revés inesperado e terrível, a incidência da pandemia mundial decorrente do coronavírus/Covid-19, fez com que tal plano de continuidade ficasse adiado até que as condições sanitárias ficassem seguras, e assim, a formação nova só debutou de fato em fevereiro de 2023, no palco do Sesc "24 de maio", no centro da cidade de São Paulo.

Portanto, o fato da banda voltar à ativa e ao mesmo tempo ter lançado um álbum ao vivo a demarcar a sua despedida da carreira concluída anos antes, não pode ser considerado como algo contraditório, no sentido de que a arte é dinâmica e eu não vejo problema algum em um artista encerrar atividades e sob uma circunstância mais favorável a seguir, mudar de direcionamento e voltar à ativa. E também acho perfeitamente normal quando uma banda anuncia período sabático de carreira, com seus componentes se dedicando a trabalhar em outros projetos e em uma outra ocasião futura mais favorável, voltar a trabalhar como uma banda unida. 

Enfim, o fato foi que o disco ao vivo da Patrulha do Espaço foi lançado e a se tratar do meu segundo disco ao vivo com tal banda e a se tratar do quinto na discografia regular e décimo ao se contar com as coletâneas e faixas bônus da minha formação incorporadas em outros discos da banda. Portanto, motivo de muito orgulho de minha parte e certamente a enriquecer sobremaneira o meu currículo.

Falo a seguir mais detidamente sobre a capa e conteúdo de áudio do álbum que recebeu o nome: "Capturados Vivos em São Paulo 2018", ou seja, uma menção ao outro álbum ao vivo que gravamos anos antes para fechar a fase da nossa formação chronophágica com "Capturados ao Vivo no CCSP em 2004".

Continua...

sábado, 11 de março de 2023

Re... começos - Por Telma Jábali Barretto

Quantos foram, são e serão nesse eterno jogo da vida que, incansável, segue convidando e, às vezes, intimando e... vamos assim aprendendo, repetindo lições de casa e crescendo nessa didática perene, contínua. Recomeçamos a cada ciclo de ano nosso, aqueles dos contextos que somos parte, aqueles impostos pelos nossos altos e baixos do físico, emocional e até mental quando processos findam e o inaugurar do novo se faz necessário ou... até e por consciência, entendemos que assim daremos passos, acessaremos outros olhares e abraçaremos mais, melhores formatos. Lidar com tranquilidade entre fechamentos e recomeços, ter assimilado ser essa forma do andar da carruagem nessa existência cíclica, costuma trazer alguma paz interna ainda e mesmo que sejamos desafiados em cada etapa destas. 

O constatar, por critério ou imposição das circunstâncias, sempre dependerá das nossas respostas interiores e o re-agir simplesmente e pelos caminhos que fizemos, façamos ou faremos na rebeldia, na prostração, debatendo ou buscando trajetos mais eficientes do absorver das mudanças demarcarão ciclos de crescimento da alma.

Atenção que damos a nós mesmos, respeitando trajetórias anteriores entre ganhos e conquistas e não desperdiçando as quedas, embates e músculos novos adquiridos em meio a chororôs e prazeres vivenciados entre cada plano, do início ao fecho de cada investimento, em qualquer campo da existência seja na profissão, afetivo, emocional e até espiritual, parece ser aquilo que chamamos de escola de alma, cujo diploma é o amadurecimento e a posse da individualidade. 

Não estamos acostumados a pensar assim pois tem ainda um acreditar infantil que não existe ensino para viver e sim (!!!) existe, já que a Vida, por si mesma, segue em sua incrível didática infinita, criativa e sempre presente, dando retornos matemáticos e quânticos quer saibamos, percebamos... conscientizemos ou não, mantendo-se numa espera segura, confiante que em algum momento despertaremos do sono, da inércia e do pouco contato com nossa realidade subjetiva e, por consequência, submersos na matéria, materialidade, materialismo sem a percepção que é do sutil que tudo provém, moldando no externo aquilo anteriormente vislumbrado ou somente consequência no campo do pensamento e imaginário. 

Assim caminha a humanidade, assim andamos nós, mergulhados e distraídos... despertando, dormindo ou atentos, entre sofrer e festejar, entre recomeços, inícios e fechamentos num viver automático enquanto não atentarmos para a beleza, riqueza, magistral do aprendizado do viver. Seguimos, seguimos e SEGUIREMOS... como forjados fomos pelo Divino em nós!!! JAYA!

Telma Jábali Barretto é colunista fixa do Blog Luiz Domingues 2. Engenheira civil, é também uma experiente astróloga, consultora para a harmonização de ambientes e instrutora de Suddha Raja Yoga.

quinta-feira, 2 de março de 2023

Autobiografia na Música - Sidharta - Capítulo 49 - Por Luiz Domingues

Quando eu tomei contato com o conteúdo das fitas 3 e 4, sabia que neste caso, foram fitas a conter a gravação de músicas ainda em estado bruto de elaboração de arranjos e com performances não muito boas da banda que ainda experimentava ideias e/ou falhava na execução por conta de seus componentes não estarem muito seguros nessa fase do trabalho e aliás, algo muito natural nesse tipo de trabalho fundamental de construção de repertório inicial para uma banda em fase de construção.

Todavia, apesar dessa teoria toda que eu descrevi acima, o teor dessas duas fitas ficou bem acima do que eu previra, ou seja, a comprovar que nem sempre a uma regra é imutável sob uma primeira instância e pelo segundo aspecto, a sugerir que a evolução desse trabalho de base que empreendemos foi mais rápido do que o normal para uma banda em fase de construção da sua identidade inteiramente inédita. 

A explicação mais lógica para tal resultado tão bom que experimentamos no caso do Sidharta, pode ser creditado a dois fatores: o fato de que o José Luiz Dinola e eu, Luiz Domingues, éramos bem experientes nessa altura dos acontecimentos e o nosso entrosamento como dupla era enorme pelos cinco anos nos quais trabalhamos juntos a defender a "cozinha" d'A Chave do Sol, entre 1982 e 1987.

Já a segunda constatação se deu com o fato cabal de que Rodrigo Hid e Marcello Schevano eram nessa época extremamente jovens, mal saídos da adolescência e inexperientes no campo da música profissional, no entanto, o talento nato absurdo que ambos apresentavam, compensava com sobras qualquer indício de imaturidade, portanto, mesmo jovens em demasia, ambos já se portavam com um grau de segurança gigantesca.

E um último adendo a acrescentar, ao repercutir o conteúdo    especificamente da fita número 3, se tratou de muitas versões acústicas das canções em fase de construção e nesse caso com Rodrigo e Marcello a tocar violões, teclados e flauta no caso do Marcello e eu também no violão. com o Zé Luiz a fazer percussão leve ou a tocar bateria de estudos, para testar pulsação e andamento. Geralmente promovíamos esses ensaios acústicos na residência do Zé Luiz ás terças e na sexta, íamos ao estúdio para realizarmos um ensaio elétrico e assim trabalharmos em torno das resoluções que havíamos tomado nesse encontro de terça-feira.  

1) "O Futuro" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=s4lkHeo-aQI

2) "Abstrato Concreto" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=31FXRy4MVwI

3) "O Pote de Pokst" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=71n2T9j8keQ

4) "Sistema Solar" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=CHHe67coRl0

5) "Retomada" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=1PM6xt_jL1A

6) "Alma Mutante" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=B5ahlA-0rnw

7) "O Futuro" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=amLSMnXqUbo

8) "Nave Ave" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=t8ddLdLEnvU

9) "Céu Elétrico" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=7vEI9jUrdFU

10) "Terra de Mutantes" - Versão acústica (com repetição)/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=Ao_Wu-3D_Rk

11) "Terra de Mutantes" - Versão acústica/Final voz - Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=pbvXJ7qOQM0

12) "Terra de Mutantes" - Versão acústica/Vozes finais - Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=pJaAkgKGXdY 

13) "Alma Mutante" -  Versão acústica/trecho - Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=XZjKBuvXhts

14) "Céu Elétrico" - Versão acústica2/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=3fuVuaTqBAo

15) "Estar Feliz Consigo" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=6Em3DUQzrL0

16) "Sr. Barinsky" - Versão acústica/Fita 3

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=6hT1csDL9fI

17) "Sonhos Siderais" - Versão acústica/Só piano - Fita 3

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=v1PSDP3JBfI

18) "Terra de Mutantes" - Versão instrumental/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=KQEf7uMKp-4

19) "Nave Ave" - Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=wcCNVGZm4qk

20) "Terra de Mutantes" - Versão 2/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=17uzC-3K_3A

21) "Alma Mutante"  - Versão com corte/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=VAiv2XlSb-8

22) "Retomada" - Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=mZL8e8nPiOM

23) "Alma Mutante" - Versão2/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=7-r6EhvFyXQ

24) "O Pote de Pokst" - Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=MHP3xf7RPcE

25) "O Futuro" - Versão 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=3_XE3U97nRc

26) Improviso - Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=CzcVgDcdjxA

27) "Estar Feliz Consigo" - Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=dfPuL-NvlP0

28) "Terra de Mutantes" - Versão com repetição/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=Xhi6U9THn0Q

29) "Terra de Mutantes" - Versão3/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=1PIemOOnNEY

30) "Alma Mutante" - Convenção final/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=tLzqcXNhlYw

31) "O Pote de Pokst" - Backing vocals/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=l7G1gUt13_0

32) "O Futuro" - Convenção final/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=uOnfePrT-7I

33) "Nave Ave" - Trecho final/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=d8iLvGoBwv8

34) "Terra de Mutantes" - Versão 4(com repetição)/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=Ao_Wu-3D_Rk

35) "Estar Feliz Consigo" - Versão 2/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=Mkyfm35u2-I

36) "Sonhos Siderais" - Versão 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=EwJJkuELMWU

37) "Sr, Barinsky" - Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=7Kv1T2OXOJs

38) "O Novo Sim" - Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=EFOS6Voos7g

39) "O Novo Sim" - Versão2/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=F0baVCOa4Hk

40) Improviso 2/Fita 4

Eis o link para escutar no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=dcJvhy9sCSQ

41) "Sonhos Siderais" - Versão 2/Fita 4

Eis o link para ouvir no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=SeERhx92AI0

Depois dessa enxurrada de publicações, o acervo da banda ficou recheado, não resta dúvida, no entanto, ainda havia mais um pouco de material a ser resgatado.

Continua...