Quanto do que conversamos é promotor de algo ?
Satisfação, tranquilizar emoções e corações ou, ainda, capaz
de fazer parar para pensar, gerando aquelas inter rogações tão necessárias para
insights enriquecedores que acalmam
ou atormentam a alma, na medida precisa que alavancam mudanças revendo padrões
viciados, realinhando ou reforçando trajetórias.
Sobre o que refletimos aqui ? Sobre o quanto de barulho
produzimos:
-além dos ruídos exercidos a todo momento como, também, esse
veículo tão utilizado e importante, com o qual, somos inseridos no contexto
vida que usufruímos merecidamente.
Chamamos barulho aquela comunicação não geradora de
crescimento, conhecimento (não informação, bem diferente !), assim como, e também,
a que não estimula aprendizado, nem propicia alegria, boas emoções ou paz.
Quanto falatório, ideias fermentando o moto contínuo, exímio
fazedor de reféns fáceis, inertes ou engessados, onde repetimos e mantemos o modus vivendi parcialmente tradutor de
conforto, berço e apego.
Quantas vezes não seria o silêncio a maior e melhor maneira
de ganho e conquista ? Quanta sabedoria em saber falar e saber também calar ! E,
ainda, mesmo no atento uso da comunicação verbal, escrita ou corporal, numa
traição inadvertida, desconfortos causamos e sofremos. Outras vezes repetimos,
num sem querer providencial, calma, solução, abertura ou clareza, fazendo-nos
sentir instrumentos de forças maiores ou mais afinadas que aí, vaidosamente,
assumimos!
Como, então, não computar tudo que vai dentro de cada um de
nós provocando, refletindo, reverberando que inocentam ou culpam aquilo a nos
alcançar por ressonância, similaridade e até, inevitável não perceber,
mecanismos de defesa, ameaça ou medos inconscientes, subjacentes.
Há que valorizar, sim, as multifacetadas vibratoriedades que sentimos e somos alvos, vitimas...?!...ou
causadores e articuladores, das quais não nos isentamos de cuidado atento,
sensível, respeitoso à dignidade humana ou reverência à fonte una, origem dos
mais complexos encontros/desencontros reveladores de quem somos, que, num
eterno quem seremos, manifesta quanto da essência unigênita já alcançamos
expressar.
Expressões do divino
ecoando em nós, no outro...na manisfestação !
Telma Jábali Barretto é colunista fixa do Blog Luiz Domingues 2.
Engenheira civil na formação acadêmica, é também uma experiente astróloga; consultora para harmonização de ambientes, e instrutora de Suddha Raja Yoga.
Nesta reflexão, nos fala sobre a perfeita dosagem entre falar e calar; expressar e ouvir, transmitir e receptar informações vitais que nos levam ao caminho do autoconhecimento.