Marcelino Rodriguez é colaborador ocasional do Blog Luiz Domingues 2. Escritor com vasta e consagrada obra literária, lançada no mercado editorial brasileiro, apresenta aqui uma crônica curta a falar sobretudo em valores verdadeiramente crísticos, uma base primordial para o avançar da humanidade, mas bem pouco observada nos dias atuais
Neste meu segundo Blog, convido amigos para escrever; publico material alternativo de minha autoria, e não publicado em meu Blog 1, além de estar a publicar sob um formato em micro capítulos, o texto de minha autobiografia na música, inclusive com atualizações que não constam no livro oficial. E também anuncio as minhas atividades musicais mais recentes.
sábado, 22 de dezembro de 2018
O Sentido de Jesus Cristo - Por Marcelino Rodriguez
Marcelino Rodriguez é colaborador ocasional do Blog Luiz Domingues 2. Escritor com vasta e consagrada obra literária, lançada no mercado editorial brasileiro, apresenta aqui uma crônica curta a falar sobretudo em valores verdadeiramente crísticos, uma base primordial para o avançar da humanidade, mas bem pouco observada nos dias atuais
domingo, 23 de setembro de 2018
Pessoas Especiais - Por Marcelino Rodriguez
Marcelino Rodriguez é colaborador sazonal do Blog Luiz Domingues 2. Escritor com vasta e consagrada obra, oferece aos leitores deste Blog uma crônica curta sobre a solidariedade humana, em linha geral.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Chopp de Inverno - Por Marcelino Rodriguez
domingo, 25 de março de 2018
Cidadãos Privados de Literatura - Por Marcelino Rodriguez
A questão perante essa inoperância em formar cidadãos que despertem sensos humanos básicos (que fazem parte do ser humano) tais como empatia, imaginação, curiosidade e graça é : será uma condenação eterna do país, ter uma gente sem informação nem assunto ? Será essa condenação eterna ? Somos agentes da história ou cidadãos inertes ?
Existe uma história muito tradicional do mundo da espiritualidade que Jesus vivia chamando um sujeito que estava em cima do muro, enquanto o diabo ficava quieto ouvindo seus ritmos. Jesus insistia em que o sujeito pulasse para seu lado, o diabo quieto. Até que chega uma hora que o sujeito pergunta ao diabo porque ele também não o chamava.
- O muro é meu, meu caro.
Portanto, caro leitor, não existe meio termo entre luz e trevas; não se pode agradar a dois senhores. Em vinte anos, entre 1980 a 2000, teve mais homicídios no país que a maioria das guerras. Decerto, os praticantes dessas mortes, ao menos noventa e cinco por cento deles, com toda certeza, não eram leitores. Seu filho ou neto poderia ser uma das vítimas. A indiferença, no caso do Brasil, não favorece o bem e sim ao mal. Uma quantia incalculável de dinheiro e bem estar social se perde com um pouco subletrado.
Marcelino Rodriguez é colaborador do Blog Luiz Domingues 2. Escritor a ostentar uma vasta e consagrada obra publicada, aqui oferece-nos uma crônica extraída de seu livro, "O Brasileiro e o Livro", a criticar com veemência a política pública criminosa nos campos educacional e cultural, a não priorizar a leitura à população.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Por Trás da Canção - Por Marcelino Rodriguez
Cheguei ao Rio tem poucas horas. Após resolver algumas questões, estou indo conhecer pessoalmente meu parceiro Roberto Lempé, para tratarmos da divulgação da nossa música “Paixão”, que parece que já nasceu um Hit. O Parceiro foi um dos integrantes dos Secos e Molhados, um dos conjuntos mais originais da música popular brasileira nos anos setenta, oitenta.
Roberto me disse que meu poema o emocionou, daí resolveu fazer a canção. Fico encabulado pensando que ele vai me perguntar a história de como é isso de “dividirei contigo o ar, senhora”. E mais ainda, me perguntar sobre a senhora.
“ Sabe, parceiro, a senhora disse que estava deprimida. Então, eu quis cuidar dela. Infelizmente, acho que ela prefere morrer queimada a me visitar, e não sente nenhuma vontade de conversar com o poeta que lhe escreveu uns trinta poemas – poeta esse , além do mais, que poderia levá-la à ilha dos anjos. Infelizmente, a senhora da canção não liga pra mim, simplesmente não se importa. Quem sabe não é assim parte da vida e da arte, feita de amores insatisfeitos e senhoras frias?"?
As ondas do Leblon batem mais forte. O ar frio corta o início da noite. As ondas também, como a canção, parecem dizer “eu não te deixaria só, jamais”. Só que dizem para mim, que atravesso sozinho a rua, com o coração puro e magoado, como a lua minguante que parece com preguiça de brilhar de vez. E as ondas continuam batendo, batendo, eu não te deixaria só: jamais. Eu e o mar somos um.
Marcelino Rodriguez é colunista ocasional do Blog Luiz Domingues 2. Escritor com vasta e consagrada obra, aqui nos traz uma crônica do cotidiano, mas versando pela questão da emoção que a poesia e a música, trabalhando em parceria, podem gerar.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Aula de Tarô - Por Marcelino Rodriguez
-- Boa Noite, querida, como vai?
-- Bem, e você?
-- Bem, mas eu quero seus detalhes.
-- Ah, Marcelino! Vamos começar.
-- Já começamos. Saber de você faz parte da aula. Assim como ao atender pessoas, você terá que saber delas, ao máximo. Você sabia que em geral as pessoas escutam, mas não ouvem? Se você falar que é Flamengo, logo a outra fala que é Vasco. Os egos querem sempre se impor e disputar espaço. Mas ninguém escuta ninguém e para atender pessoas, você tem que pensar primeiro nelas, segundo nelas e terceiro nelas. Na verdade, quando alguém disser que é Flamengo, temos que perguntar se isso é bacana, o que ela sente, deixar a pessoa florir suas emoções. Ser um bom ouvinte é que faz um bom terapeuta. Então, atendendo pessoas, temos que estar completamente atentos e delicados com elas, e pra isso é preciso deixar de lado o ego impaciente. Na verdade, em tudo, primeiro precisamos ser delicados, para depois sermos profissionais. Era isso que Vinicius de Morais queria dizer com ser um "monstro de delicadeza". Ao ouvir uma pessoa, ou uma cliente, devemos deixar que ela se sinta a Barbra Streisand. Uma pessoa espiritualmente madura, se coloca sempre em segundo plano.
--- Nossa, não tinha pensado nisso tudo.
--- Claro que não. O professor serve para fazer o aluno alcançar a outra margem da mente. Mais importante ainda do que saber o que significam as cartas, precisamos saber como tratar as pessoas que recebemos. Não só para dar consultas, como em tudo mais. A sensibilidade é mais importante que o conhecimento em si. O mago é sempre aquele que puxa a cadeira para o outro.
sábado, 21 de outubro de 2017
Fim de Tarde no Vietnam - Por Marcelino Rodriguez
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Ambulatório do Ninja - Por Marcelino Rodriguez
domingo, 20 de agosto de 2017
A Solidão do Brasil - Por Marcelino Rodriguez
sábado, 24 de junho de 2017
Os Quatro Pilares da Educação - Por Marcelino Rodriguez
sexta-feira, 26 de maio de 2017
Cruzada Transcendental - Por Marcelino Rodriguez
Chegou o verão, a estação do colírio. Para mim, míope de carteirinha – só vejo bem as mulheres e o contexto que as formam – é um refrigério. Eis que, por todo lugar em que ando, as vejo à vontade. Shorts, minishorts, saias, minissaias, vestidinhos leves, graciosos, peitinhos isentos de sutiã divinamente delineados, misteriosamente semiocultos. Meu Deus, por que não posso beijá-las, todas?
Sei, vocês devem estar pensando que eu sou doido. É isso mesmo, sou um deslumbrado, completamente dependente do eterno feminino para sobreviver. Mulheres, já! O resto é complemento, confusões, mal-entendidos. Um dia, creio – a pretensão é grave – escreverei sobre as classes de mulheres que há, de acordo com a cronologia, evidentemente, já que pretender entende-las, em suas individualidades e recantos, é passar-se um atestado de burrice. Sejamos loucos, sim! Burros, nunca!
Eu gostei da entrada deste ano. Passei a madrugada de réveillon na Barra, em casa de gente desconhecida (amigos de amigos), porém simpática. Cercado pelo conforto, defronte ao mar.
Mas, apesar da praia e demais atrativos da noite de festa, o que tornará este réveillon inesquecível foi a cruzada de pernas de uma beldade (perfeita, se não fosse casada), perguntando-me o que eu queria beber.
--- Cerveja, balbuciei, absolutamente extasiado.
E até hoje não sei se aquela dama estava de short, minishort, saia ou saia short, tal fora a fineza e arte com que cruzara as pernas. O que ela esconderia, meu Deus ? Sem dúvidas, foi uma cruzada de pernas transcendental. E quem pode analisar a transcendência?
Marcelino Rodriguez é colunista ocasional do Blog Luiz Domingues 2. Escritor de vasta e consagrada obra, aqui no traz uma crônica curta e leve, falando da ebulição masculina ante os encantos femininos. Extraída de seu livro "O Primeiro Milhão de um Homem"
domingo, 26 de março de 2017
Magos Demais no Mundo - Por Marcelino Rodriguez
Ele, o cavaleiro que se chama Glauco, dizia-me enquanto organizávamos o estacionamento do retiro espiritual, que os magos negros haviam tomado a mente da humanidade, transformando a maior parte da população em zumbis mecânicos e estúpidos. Na hora, achei que aquilo era uma espécie de metáfora. Todavia, os fatos são evidentes demais se olharmos o mundo.
Quem ainda não ficou perplexo ao
perceber uma criatura andando pela rua de olhos grudados no celular,
ignorando tudo o mais ao redor? Glauco, creio, estava certo.
Esse cavaleiro fez-me ainda outras revelações e convites, mas aí já não é para consumo público. Um escritor deve jogar as varas de pescar aos leitores. Nunca os peixes. No final do filme Doutor Estranho, é dito por um dos personagens que o problema do mundo é haver magos demais nele. Sim, sobretudo negros. Olha ao redor que eles estão aí aos milhões. Basta ver.
Marcelino Rodriguez é colunista ocasional do Blog Luiz Domingues 2. Escritor de vasta e consagrada obra, aqui apresenta-nos uma crônica curta, extraído de seu livro "O Primeiro Milhão de um Homem", onde sutilmente dá o recado sobre um problema que assola a humanidade...





















































