quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pedra no Sesc Belenzinho - Dia 9 de fevereiro - Sábado - 18:00 h. - Belenzinho - São Paulo / SP


Pedra

Dia 9 de fevereiro

Sábado

18:00 h.

Sesc Belenzinho

Rua Padre Adelino, 1000

Belenzinho

Próximo à Estação Belém do Metrô

São Paulo - SP

Pedra :

Xando Zupo - Guitarra e Voz
Rodrigo Hid - Guitarra, Teclados, Violões e Voz
Ivan Scartezini - Bateria e Voz
Luiz Domingues - Baixo e Vocal


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Entrevista de Luiz Domingues no Blog Maah Music



Entrevista de Luiz Domingues


Blog Maah Music

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Suave Vazio - Por Julio Revoredo

Do escasso improvável

A euforia se dissipou
Obras sobre papel atemporal

Música indiana tradicional

Justapõem-se à técnica.



Julio Revoredo é colunista fixo do Blog Luiz Domingues 2. Poeta e letrista de diversas músicas que compusemos em parceria, em três bandas pelas quais eu atuei: A Chave do Sol, Sidharta e Patrulha do Espaço. Neste poema, ele evocou imagens sobre ícones culturais que calam fundo no coração aquariano, e que sofreu a posteriori, ao vê-las se dissiparem pelos ventos cinzas da reação...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Kim Kehl & Os Kurandeiros - Dia 6 de fevereiro de 2013 - Quarta-Feira - 21:30 h. - Magnolia Villa Bar - Lapa - São Paulo/SP


Kim Kehl & Os Kurandeiros

Dia 6 de fevereiro de 2013

Quarta-Feira

21:30 h.

Magnolia Villa Bar

Rua Marco Aurélio, 884

Lapa

São Paulo  -  SP

KK & K

Kim Kehl - Guitarra e Voz
Carlinhos Machado - Bateria e Voz
Nelson Ferraresso - Teclados
Phil Rendeiro - Guitarra e Voz
Luiz Domingues - Baixo

Convidado especial : Alexandre Rioli - Teclados


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Autobiografia na Música - Trabalhos Avulsos (Jungô) - Capítulo 28 - Por Luiz Domingues

Era para ter sido uma banda, e ter assim, capítulo próprio, mas minha estada na banda "Jungô", foi tão curta, e terminou de uma forma tão insólita, que relaciono-a apenas como um trabalho avulso. Preciso dar uma explicação sobre a história pregressa dessa banda, para o leitor entender bem como fui parar ali.
Meu amigo, Cido Trindade, que conheci em 1977, e era um pouco mais velho, tinha uma bagagem musical mais avançada quando conhecemo-nos. Eu dava meus primeiros passos na música, e era ainda um mero aspirante a músico, enquanto ele já tinha uma desenvoltura maior. Dessa forma, enquanto eu engatinhava com o Boca do Céu, minha primeira banda, ele já havia encerrado atividades com a sua, inicial, e embrenhava-se em voos maiores.
No início de 1978, conheceu uma trupe de teatro (Grupo Vereda), e foi apresentar-se com uma peça teatral, como músico, e com pequenas inserções cênicas, como ator. Daí, evoluiu para acompanhar a carreira musical do diretor desse grupo, um artista chamado, Tato Fischer, e ao final de 1979, convidou-me a integrar a banda de apoio desse artista, conforme já relatei com detalhes, neste mesmo capítulo dos "trabalhos avulsos".
                     Tato Fischer, em foto bem mais atual

Ocorre que nesse ínterim, em 1979, o Cido conheceu outros músicos, e formou-se aí a banda de apoio do ex-vocalista dos Novos Baianos, Paulinho Boca de Cantor, que iniciara sua carreira solo. Após alguns shows, o Paulinho resolveu voltar para a Bahia, e a banda então passou a acompanhar uma cantora de MPB emergente, chamada, Eliete Negreiros.


Eu cheguei a assistir um ou dois ensaios nessa fase, e a banda passou a chamar-se : "Jungô". O baixista, cujo nome vou omitir, tinha um belo baixo, Fender Precision, de cor branca (se não engano-me, era um "Olympic White", com escudo Tortoise / "tartaruga", e braço Rosewood), e tocava bem, era um rapaz de boa índole, mas tinha um problema, que era muito comum nos anos setenta : era usuário do xarope, "Pambenil", um medicamento contra a tosse, que era consumido como droga, e viciava rapidamente, a deixar o usuário, literalmente, "xarope"...
E o detalhe, é que o xarope não era ilícito. Era um produto autorizado, e vendido nas farmácias, livremente. Demorou para as autoridades perceberem que ele proporcionava prazer, ou para usar a gíria da época : dava "barato"...


Continua...

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Autobiografia na Música - Trabalhos Avulsos (Leandro) - Capítulo 27 - Por Luiz Domingues

Procurei na internet, mas não achei quase nada sobre o Leandro ou o seu LP. Apenas no no Blog do Língua de Trapo, existem citações de algumas pessoas ao Leandro, e seu LP "Canto Livre". Vou colocar no entanto o link de uma citação feita pelo jornalista, Ayrton Mugnaini Jr. em seu blog. É uma citação curta, pois realmente o trabalho do Leandro não prosperou, infelizmente.

http://ayrtonmugnainijr.blogspot.com/2008_04_01_archive.html

Como considerações finais, cito :

 1) Claro, sou muito grato ao Leandro por ter convidado-me a participar, e considero a minha primeira experiência em estúdio profissional, da qual tirei lições.

2) Claro ! O primeiro contato com um baixo Fender, foi algo inesperado e incrível.

3) Verdade... aprendi que em um estúdio, estar preparado, nota por nota é muito importante. Ou ficar tão seguro ao ponto de sentir-se livre para improvisar, que é o meu caso, hoje em dia. Chego no estúdio com um arranjo definido, nota por nota, mas muitas vezes improviso aqui e ali, e se gosto do resultado, deixo no disco.

4) O fone é fundamental... já gravei com fones péssimos, por precariedade de certos estúdios, mas o ideal é ter uma equalização "ao dente", ou neste caso, "ao tímpano"...

5) Sim, tenho uma cópia desse LP na minha coleção, e com dedicatória do Leandro.


6) A minha foto na contracapa do álbum, foi capturada na sessão de gravação, e estou com um baixo Fender Jazz Bass em mãos, e a ostentar um bigode. Foi a primeira e única vez em que deixei bigode, o que não durou nem um mês, e coincidiu em ser nessa gravação registrada pela foto, citada. E o responsável pela arte final, errou, pois a minha foto saiu invertida. Na foto, pareço o Paul McCartney, na época do LP "Sgt° Peppers", com bigode, e a tocar como canhoto...

7) Para ser sincero, entre frustração, satisfação ou realização, tive um pouco das três sensações... satisfeito por ter gravado um LP; em um estúdio profissional; mas frustrado por ter sofrido, e tido uma performance não muito boa. Mesmo assim, considerei-me realizado na ocasião, por avaliar que estava sob uma situação "especial", que pouco tempo antes, era só um sonho.

8) Não fiquei a pensar muito na gravação. Isso porque estava a realizar vários trabalhos paralelos naquela época, e nem tinha tempo para ficar a elucubrar.


Continua...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Autobiografia na Música - Trabalhos Avulsos (Leandro) - Capítulo 26 - Por Luiz Domingues

A capa do disco foi muito criticada por todos. Tratava-se de uma foto do Leandro, clicada em um parque público (Horto Florestal, na zona norte de São Paulo), sentado à beira de um lago, encostado sob uma árvore. Trajado com um visual bem convencional, pareceu-se com capa de artista brega.
O repertório era interessante, mas não parecia haver uma mola mestra a definir uma direção. Havia canções; sambas; sambão "joia"; samba de breque, e ritmos nordestinos. Talvez na concepção dele, a intenção fosse demonstrar ecletismo, mas sem orientação artística alguma, mais parecia uma coletânea com vários artistas muito diferentes entre si, cada faixa com um estilo, e um time de músicos diferentes. Infelizmente, o Leandro não conseguiu nada com esse disco, conforme fiquei a saber pelo Lizoel Costa.
O disco não vendeu nada, não tocou em rádio alguma, e ele mal conseguiu fazer uma sequência mínima de shows. Uma pena, pois era gente um rapaz bem intencionado e tinha o sonho. E pessoas que tem o sonho, e buscam-no, sempre tem a minha admiração. Ele tinha (tem ainda, assim espero), uma irmã que era cantora, também. Chamava-se, Tereza Cida, e chegou a gravar um compacto simples, ainda no início dos anos 1980, e a sua orientação artística era pelo Blues. Era fã de Janis Joplin, e dos artistas clássicos desse estilo. Nunca mais o vi, ou tive notícias do Leandro. Espero que esteja bem.
Continua...